Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

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A população da Rússia sofre alarmante declínio, decorrente do predomínio absoluto da “cultura da morte”, exercida através da prática abortiva – largamente difundida na era soviética – e do controle da natalidade. Documento da agência de qualificação financeira S&P prevê que “a população vai cair a 116 milhões em 2050, contra 140 milhões em 2010”. A queda mais sensível será da população ativa: dos 72,1% da população total de hoje, cairá para 60,4% em 2050. A Rússia perdeu 241.000 habitantes só no ano de 2010. O relatório prevê uma explosão do número de aposentados e de anciãos sem família que o Estado não poderá sustentar. É para horizontes desse gênero que conduz a “cultura da morte”, favorecedora do aborto e da destruição da família tradicional.

Fonte: Revista Catolicismo, abril de 2011.

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Catolicismo é uma revista mensal de cultura que, desde sua fundação, há mais de meio século, defende os valores da Civilização Cristã no Brasil. A publicação apresenta a seus leitores temas de caráter cultural, em seus mais diversos aspectos, e de atualidade, sob o prisma da doutrina católica. Teve ela inicio em janeiro de 1951, por inspiração do insigne líder católico Plinio Corrêa de Oliveira.

6 COMENTÁRIOS

  1. Infelizmente este também é o destino do Brasil. Nossa população já está decaindo, em um páis imenso de espaço para se viver, ao contrário da Russia, de recursos naturais imensos, que se destinarão aos chineses e indianos. Em 30 anos seremos um pais de terceira categoria, exportando minério e soja. O espírito de grandiosidade de Dom Pedro II, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e os governos militares se transformou em um nihilismo ambientalista cujo modelo de vida é uma mistura do Jeca Tatu com o homem das sociedades coletoras de 10.000 anos atrás.
    Deus tenha piedade de nós.

  2. A hipocrisia do Brasil: silêncio sobre o massacre de milhares de inocentes – aborto, pena de morte sem formação de culpa
    Segunda-feira, Abril 11, 2011

    Por favor me entendam, eu também fiquei chocado com o massacre daqueles jovens estudantes em Realengo, mas eu fiquei indignado que esta mesma revolta e comoção não existe para as milhares de crianças que são assassinadas via aborto diariamente no Brasil.

    Aborto: pena de morte sem formação de culpa!!!

    E a nossa indignação, comoção contra este Holocausto???

    Vivemos uma cultura de morte que chora a morte no varejo, me perdoem os pais que perderam seus filhos e filhas, mas não derrama uma lágrima, não manifesta indignação pela morte no atacado de vidas inocentes que não podem se defender contra os Herodes pós-modernos!!!

    Nenhuma homenagem nos jogos de futebol pelo Brasil? Nem no show da banda U-2? Nenhum editorial na Folha de São Paulo? Nenhum comentário no Jornal Nacional na Globo? E a OAB? E o pessoal dos Direitos Humanos???

    Hipócritas herodianos!!!

  3. Os “brasileirinhos” abortados no Realengo

    Ainda comovido pela ressaca da chacina de ontem (7/4/2011) no bairro do Realengo (RJ) – quando pelo menos 12 crianças foram assassinadas friamente por um atirador de 23 anos de idade – não me saiu da mente o testemunho da aluna Jade Ramos (12), escapada da tragédia:

    Ele ia atirando no pé das crianças pra não subirem, ia mandando as crianças virarem pra parede que ele ia atirar nelas. Aí as crianças falavam “não atira em mim, não atira em mim, por favor, por favor moço”. Aí ele ia lá e atirava na cabeça das crianças.
    Tudo isso é muito triste e muito grave. A sensação de impotência adoece a nossa alma. Mas longe das luzes midiáticas e da comoção do momento há coisa muito pior acontecendo diariamente pelo Brasil a fora.

    Crianças ainda mais indefesas e incapazes sequer de suplicarem por suas vidas – “não atira em mim, não atira em mim, por favor, por favor moço” – são levadas ao matadouro pelos próprios pais e assassinadas silenciosamente pelos profissionais do aborto que, não com um mero revólver carregado até a boca, mas com mãos assépticas e técnicas cirúrgicas precisas (sucção, dilatação e evacuação, dilação e curetagem, injeção de líquido amniótico com soluções cáusticas, histerotomia), tiram-lhes impiedosamente a vida.

    Se o aborto provocado não é crime, por que então ficar comovidos e emocionados com o frio assassinato desses outros “brasileirinhos”?

    Pense nisso, pois nenhum desses assassinos – o atirador do Realengo ou os usuários do aborto – ficará impune aos olhos daquele que disse “Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus” (Mateus 19.14).

    Marcos Vasconcelos
    Blog Mens Reformata – http://www.mensreformata.blogspot.com

  4. É a possível extinção de um povo. Considerando-se que Rússia é o país de maior extensão territorial, não seria o caso de enviar a alta cúpula do MST para aquelas paragens uma vez que eles alegam que aqui faltam terras para eles e estão sempre querendo invadir terras alheias?

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