Nós brasileiros conhecemos bem o papel da OPAS na contratação dos chamados médicos cubanos, uma participação na exploração de profissionais em benefício da ditadura castrista: trabalho análogo ao de escravo.

Essa mesma entidade, ligada à OMS, dá sua colaboração (sic) para incrementar o aborto no Brasil, em plena pandemia, diz a Nota Técnica Nº 16/2020, do Ministério da Saúde.

E ainda quer ditar normas ao Brasil?

Como se não bastasse a orientação esquerdista da OMS, também a OPAS vem nos aconselhar a ter cuidado (sic) com a reabertura da economia. Mais uma razão para desconfiarmos da objetividade desse lockdown socialista e totalitário.

Diz a diretora da OPAS: “Estados e municípios brasileiros começam, aos poucos, a afrouxarem as medidas restritivas de isolamento social, impostas devido à pandemia do novo coronavírus. Para a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde, braço da OMS na América Latina, Carissa Etienne, os governos precisam “pensar duas vezes” antes de tomarem tal atitude.” (2)
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Os tais organismos supra-nacionais se sentem no direito de pressionar o Brasil, até quando? Melhor seria, para limpar a sua ficha, a OPAS pedir perdão por defender e gerir a contratação de médicos (escravos) cubanos.

 

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A Nota Técnica do Ministério da Saúde prioriza o aborto, seguindo normas da contestada OMS

“A Nota Técnica Nº 16/2020 e está causando surpresa entre a base de apoio do presidente Jair Bolsonaro, visto que destoa das convicções já reiteradas pelo Presidente da República no sentido de valorizar a vida em todas as suas formas e estágios de desenvolvimento.

“Chama atenção o item 3.2 da nota técnica, que indica interferência de entidade internacional e ideologicamente engajada na promoção do aborto, na redação da publicação ministerial. Diz o item:

““3.2. Esta nota técnica contou com a colaboração da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).”” (1)

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Lamentamos o teor da Nota Técnica do Ministério da Saúde elogiando a OMS

Seja dito, de passagem, que a Nota Técnica está redigida numa linguagem de sabor esquerdista, numa descrição irreal sobre o procedimento (contestado mundialmente) da OMS em relação ao coronavírus:

“A pandemia de COVID-19, declarada em 11 de março de 2020, gerou uma crise global, colocando em evidência as desigualdades sociais e as fragilidades dos sistemas de saúde no mundo [1, 2].
“A Organização Mundial de Saúde (OMS), reuniu lideranças dos países mais afetados com a COVID-19 e alertou para os impactos negativos dessa doença na saúde, especificamente, nas populações em situações mais vulneráveis que sofrem as iniquidades sociais, entre elas, a fome e a desnutrição [2].”

Lamentamos o teor da Nota Técnica pois, o consenso mundial acusa o Dr Tedros e a OMS de conivência com o regime chinês, relutando em declarar a pandemia. Por essa razão, Japão, Austrália e recentemente os EUA cancelou sua participação na OMS.

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Quantas cirurgias importantes foram adiadas para priorizar — com ou sem fundamento — os casos de coronavírus?

Os movimentos pró aborto, no mundo inteiro, pressionam para que esse fosse incluído entre os pontos prioritários da Saúde.

Essa Nota Técnica do Ministério da Saúde, priorizando o aborto, vai de encontro à formação moral de nosso povo, ao desejo da maioria dos eleitores, aos rumos impulsionados pelo governo Bolsonaro em defesa da Vida.

Registre-se, se a quarentena tem agravado os riscos das mulheres, como diz a Nota Técnica, seja esse argumento lançado também para cessar esse confinamento ditatorial e socialista. Aliás, cópia carbono do bloqueio de Wuhan.

Fonte:

(1) https://www.estudosnacionais.com/25367/ministerio-da-saude-emite-nota-que-torna-aborto-legal-servico-essencial-na-pandemia/

(2) (2) https://www.bahianoticias.com.br/saude/noticia/24260-diretora-da-opas-afirma-que-brasil-precisa-pensar-duas-vezes-antes-de-flexibilizacao.html

Clique para acessar o SEI_MS-0015082716-Nota-Te%CC%81cnica-6_SSSR.pdf

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