China: denunciou o aborto compulsório, foi condenado, pagou a pena, segue preso e é surrado pela polícia

Resumo: O caso de Chen Guangcheng, ativista que denunciou aborto compulsório na China e esterilizações forçadas em Shandong, é usado para descrever a repressão estatal após sua condenação. Mesmo depois de cumprir quatro anos e três meses, ele permaneceu confinado com a esposa, teve a casa vigiada e sofreu agressões policiais após divulgar um vídeo ao exterior.

Luis Dufaur

Chen Guangcheng e família

Chen Guangcheng, ativista chinês condenado em 2006 depois de denunciar milhares de abortos e esterilizações compulsórias praticados pelas autoridades de Shandong, após cumprir pena de 4 anos e 3 meses, é mantido em prisão domiciliar pela ditadura socialista.

“Não posso dar um passo fora de casa. Minha mulher também não pode sair”, disse Chen em vídeo gravado secretamente e divulgado pela entidade de defesa dos direitos humanos China Aid dos EUA (ver embaixo). (mais…)

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Ong financiada pela União Europeia convoca uma manifestação em favor do aborto em Bruxelas
Lobby

Ong financiada pela União Europeia convoca uma manifestação em favor do aborto em Bruxelas

No próximo domingo, 27 de março, haverá a Marcha pela vida de Bruxelas, que reune manifestantes de todo o Mundo, especialmente europeus e na sua maioria jovens, todos idealistas que para conseguir organizar e promover a referida manifestação precisam realmente batalhar…

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Cães em lugar de filhos

Resumo: Cães em lugar de filhos conduz a uma reflexão sobre a substituição de relações familiares e o abandono de animais nas grandes cidades. O texto observa pessoas que transferem aos bichos funções afetivas antes exercidas por filhos, questiona o enfraquecimento da família e discute como solidão, urbanização e mudanças culturais alteram vínculos e responsabilidades.

Gregorio Vivanco Lopes

Canil da Universidade de São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)

“Quem entra na USP, no Butantã, na zona oeste de São Paulo, vê a imagem do olho de um cão e o alerta: ‘Abandono de animais é crime. Estamos de olho’.

Há dez anos, a universidade vem se empenhando para proteger os animais abandonados”. A informação é do jornal Folha de S. Paulo (23-2-2011) e se presta a uma reflexão.

É função de uma Universidade voltar-se especialmente para a proteção de cães abandonados? Não nos consta que a USP se empenhe em proteger as crianças abandonadas. Muito menos que faça campanha a favor da vida das crianças que, ainda no seio materno, esperam ver realizado seu direito de nascer. (mais…)

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Diante do “aluguel” de ventres maternos – Felicidade: lei suprema?

A Agência Zenit traz notícia, com data de 13 de fevereiro p.p., sobre o retorno à mídia do chamado “aluguel” de ventres maternos. Um sintoma a mais da crise moral pela qual passa o mundo. Artistas de renome internacional –…

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Eugenia: fetos anencéfalos são subumanos “por excelência”, afirma antropóloga
Antropologa Debora Diniz, conhecida militante pró-aborto

Eugenia: fetos anencéfalos são subumanos “por excelência”, afirma antropóloga

Resumo: Debora Diniz e fetos anencéfalos são tema de crítica a artigo que defende a interrupção seletiva da gravidez em casos de deficiência grave.

Antropóloga Debora Diniz, conhecida militante pró-aborto

Conhecida militante pró-aborto, a antropóloga Debora Diniz (foto ao lado) escreveu um artigo em defesa da “interrupção seletiva da gravidez” (ISG) – tradução: assassinato de bebês por possuírem deficiências graves – no qual nos fornece as sinistras razões que há por detrás da luta pela descriminalização desse tipo de aborto.

No texto pedante e cheio de neologismos com ar pretensamente acadêmico, Debora Diniz afirma:

“Primeiramente, a anencefalia sustenta seu reinado dentre as patologias por seu caráter clínico extremo: a ausência dos hemisférios cerebrais. Mas esta, no meu entender, não é a razão suficiente para fazer dos fetos portadores de anencefalia a metáfora do movimento em prol da legitimação do aborto seletivo.”

Por quê? Porque o assim chamado “aborto seletivo” visa não somente bebês com essa deficiência, mas a todos aqueles que forem caracterizados pelos abortistas como sendo subumanos. Leiam: (mais…)

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