Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (UFRG) criaram uma farinha de baratas (sic!), bem ao gosto dos extremistas ecológicos. Para preparar a nojenta farinha, as baratas são desidratadas e trituradas, sendo o resultado peneirado e misturado à massa para pães!

Ao obrigar o homem a comer insetos, a obsessão ambientalista o rebaixa ao nível dos bárbaros mais degradados. Segundo ela, a Terra não pode alimentar a humanidade sem uma drástica redução da população, alegação facilmente desmentível: apenas o Brasil produz alimentos para um bilhão e meio de pessoas, e poderá produzir ainda muito mais.

A “farinha” repugnante aguarda a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Mais um absurdo de uma época que se afastou da sabedoria característica da civilização cristã.

  • Revista Catolicismo, nº 786, Abril/2017

5 COMENTÁRIOS

  1. Tenho 2 cães, fazem suas necessidade no jornal.Sabe o que descobri que a barata alimenta-se das fezes dos cachorros.
    Essas pessoas, precisam passar por um teste psicológico, isso é uma patologia.

    Um absurdo incomensurável.

  2. Mas qual seria a finalidade dessa tal farinha de barata? O que esses radicalistas pretendem com isso? Só provocação? Por favor, nos dê mais detalhes. Essa “iniciativa” é totalmente inaceitável.

    • A intenção é estimular as pessoas a comerem insetos, uma vez que os comunistas/socialistas acham que matar animais como porco, vaca, boi, frango etc.. É um crime.

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