Estado Islâmico é afim com movimentos cristianofóbicos ocidentais

    Orações públicas em Londres incluem apelo a cumprir os 'pilares do Islã',  entre os quais se conta a 'guerra santa'.
    Orações públicas em Londres incluem apelo a cumprir os ‘pilares do Islã’,
    entre os quais se conta a ‘guerra santa’.

    Mais um vídeo insolente o Estado Islâmico, ou ISIS, provocou os europeus em geral e os franceses em particular, ao dizer que seus militantes “amam a morte como vocês amam a vida”, noticiou o site JihadWatch, que acompanha os golpes propagandísticos do grupo fanático.

    De fato, segundo o Jihad Watch, os extremistas islâmicos agem como inimigos da vida, da Criação, da criatividade, da arte e da civilização.

    A única coisa que procuram é a morte, a dor e a destruição. Eles são como um subproduto quintessenciado do mal.

    Não surpreende, pois, que o ISIS recrute militantes nos ambientes degradados pela Revolução Cultural que grassa no Ocidente e encontre cumplicidades nos movimentos ocidentais que sonham em apagar os vestígios de cristianismo nas leis, nas instituições, nos costumes e nas artes.

    Na Síria, outro grupo do Estado Islâmico postou um vídeo no qual um militante de língua francesa abre fogo contra um prisioneiro de guerra sírio e declara que o Estado Islâmico “encherá de cadáveres as ruas de Paris”.

    Bombeiros franceses levam um ferido em Montrouge.
    Bombeiros franceses levam um ferido em Montrouge.

    Essa “mensagem” estava endereçada aos franceses, à comunidade Internacional e a “qualquer um que combata contra Alá e seu profeta”. É incompreensível que se tente um “ecumenismo” e um “diálogo” abrindo a porta de igrejas e instituições católicas a “religiosos” desse naipe.

    No último número da revista de propaganda do ISIS em língua francesa, o grupo exortou os muçulmanos a imitarem o exemplo de um fanático que degolou seu patrão numa fábrica perto de Lyon, na França.

    A revista reproduz detalhes do crime com sádico comprazimento.

    O mesmo site JihadWatch postou uma outra cena, filmada num supermercado francês.

    O provocador, apresentado como o comediante Yacine Hasnaoui, protesta contra certos produtos que estariam proibidos pelo Corão no período do Ramadan, em que em teoria, mas muito insinceramente, os maometanos fariam penitência durante o dia.

    O provocador destrói então garrafas, jogando-as ao chão e clamando: “Não há álcool durante o Ramadan”.