Artigos sobre a prática imoral da eutanásia e as propostas de legalizá-la.
Resumo: As atitudes em face da morte são examinadas segundo a perspectiva católica de preparação para a vida eterna. O texto distingue medo, resignação e esperança, relaciona a morte ao juízo e à misericórdia e sustenta que a pessoa deve…
Resumo: O suicídio assistido é analisado durante a crise política e moral italiana, diante do julgamento do artigo penal que pune quem incentiva ou ajuda alguém a morrer. O texto sustenta que retirar a proteção jurídica da vida não resolveria…
Resumo: O final da vida é analisado a partir da mensagem do Papa Francisco sobre decisões médicas e questões morais ligadas ao encerramento da existência. A reflexão examina cuidados, limites de tratamentos e responsabilidade diante do sofrimento, questionando soluções que…
Anos atrás pareceria inconcebível perguntar a quem incumbe a autoridade sobre os filhos, se aos pais ou aos juízes.Hoje, por absurdo que pareça, os magistrados se arrogam o direito de decidir o futuro das crianças, a despeito da opinião dos próprios pais. É o que está ocorrendo num dramático caso que se tornou internacional, fruto da socialização da medicina guiada por um “humanismo racionalista e utilitarista, desprovido de valores absolutos, ou seja, [de um] relativismo moral e niilismo”, como diz um comentarista moderno.
A eutanásia é, a seu modo, uma consequência do aborto. O aborto trouxe um enfraquecimento da família e é praticado pelas mesmas razões, ou seja, o casal não quer ter filhos para poder gozar mais a vida, divertir-se livremente, ir à praia etc. sem ter o trabalho de cuidar de crianças.
De abismo em abismo se chega a um ponto que aparentemente não tem volta. E a pessoa quer sempre mais fruir a vida. Mas, como o demônio nunca dá o que promete, essa procura desenfreada pelos prazeres pode levar a pessoa ao desespero e ao suicídio.