“Pedro está aqui”: A emocionante descoberta dos ossos de São Pedro no Vaticano – 2
"Muro dos grafitti"

“Pedro está aqui”: A emocionante descoberta dos ossos de São Pedro no Vaticano – 2

Resumo: A descoberta dos ossos de São Pedro prossegue com o exame do Muro dos Grafites e dos sinais deixados por fiéis junto ao túmulo apostólico. Mas as surpresas apenas começavam: o exame da parede azul revelou que ela estava…

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“Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” – A emocionante descoberta dos ossos de São Pedro no Vaticano – 1
Imagem de bronze de São Pedro, paramentada no dia de sua festa. No fundo: altar com relíquias do trono do Príncipe dos Apóstolos

“Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” – A emocionante descoberta dos ossos de São Pedro no Vaticano – 1

Resumo: A descoberta dos ossos de São Pedro no Vaticano é narrada a partir das escavações sob a basílica e da tradição que identifica o túmulo do apóstolo. “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt XVI,18).…

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Eles também odeiam

Resumo: Odiadores da Igreja Católica são identificados em reações seletivas ao debate sobre pedofilia, ao Papa e ao sacerdócio. O artigo relaciona esse ambiente à herança cultural de Maio de 68 e contrasta a tolerância para erros associados à esquerda com a hostilidade dirigida à Igreja. A conclusão transforma a dor católica em disposição para reparar as ofensas.

Nilo Fujimoto
Fruto venenoso da revolução da Sorbonne, “o proibido proibir” induz à idéia de que não se pode manifestar ódio a nada, nem mesmo ao mal mais
evidente, pois até esse “ódio” seria mais um “tabu”. Maio de 68 foi a eclosão, a ponta de um iceberg, visando modelar as mentalidades, como etapa da processiva e multi-centenária revolução, nascida nas profundezas da alma humana, cujas molas propulsoras são o orgulho e a sensualidade.
Hélio Gaspari, em “Pesadelo Papal”, afirma: “A crise da pedofilia acordou, reagrupou e devolveu um estandarte moral à raquítica esquerda católica” (O Globo, 25/abril/2010). Como exemplo, cita a carta de Hans Küng pregando a mais desabrida desobediência ao Papa, com uma fúria que ele nunca exteriorizara anteriormente. (mais…)

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