Há alguns anos, o presidente venezuelano– para muitos, o ditador – havia prometido não estatizar as empresas e os meios de comunicação, e não se perpetuar no poder. Veja o vídeo Promessa é dúvida com as promessas dele à Venezuela. É…
No Estado de Chiapas, México, antigos seguidores da Teologia de Libertação e da revolução dos zapatistas estão aderindo ao maometanismo, noticiou Rádio Holanda. Em San Cristóbal de las Casas, ouve-se o imame Salvador Lopez Lopez puxando o cântico do Corão. Improvisadas mesquitas…
Resumo: Defensora da propriedade privada é a caracterização irônica atribuída a Heloísa Helena depois de uma declaração sobre a defesa da própria casa. O episódio ocorre durante a disputa interna do PSOL e permite ao artigo observar a tensão entre a linguagem socialista e a percepção concreta do direito de propriedade, reconhecido até por adversários da livre iniciativa.
Extra! Extra!
A ex-senadora Heloísa Helena, PSOL, revelou-se “defensora figadal” da propriedade privada! Ela se manifestou dizendo: “É triste. Você constrói a casa e chega alguém, que não fez nada pela construção, e quer tomar essa casa”.
Em tempo, ela declarou isso quando perguntada a respeito da divisão interna pela disputa do controle de seu partido. Ainda bem que até mesmo socialistas radicais, inimigos da livre iniciativa e propriedade privada, quando consultam seus mais recônditos sentimentos, deixam aflorar lampejos do direito natural. Bem-vindos!
Folha de S. Paulo
Escolha de Plínio provoca racha no PSOL
Bernardo Mello Franco
Menos de quatro anos após disputar sua primeira eleição, o PSOL já vive um racha nacional, com direito a acusações de fraude, troca de insultos entre dirigentes e até ao “sequestro” de seu site oficial na internet.
Caríssimos Participantes desta Campanha Nacional contra o PNDH-3: Nossa Senhora disse em Fátima: "Se não atenderem aos meus pedidos, a Rússia espalhará seus erros pelo mundo". O que é o PNDH-3? São 521 erros da Rússia implantados no Brasil? É um…
Resumo: Críticas anticlericais contra a Igreja são comparadas a campanhas históricas de hostilidade, enquanto o texto comenta os escândalos de abuso e a resposta católica. Vasco Pulido Valente Em 1936, um historiador alemão que vivia na Catalunha ouviu por acaso um…
Resumo: Odiadores da Igreja Católica são identificados em reações seletivas ao debate sobre pedofilia, ao Papa e ao sacerdócio. O artigo relaciona esse ambiente à herança cultural de Maio de 68 e contrasta a tolerância para erros associados à esquerda com a hostilidade dirigida à Igreja. A conclusão transforma a dor católica em disposição para reparar as ofensas.
Nilo Fujimoto
Fruto venenoso da revolução da Sorbonne, “o proibido proibir” induz à idéia de que não se pode manifestar ódio a nada, nem mesmo ao mal mais
evidente, pois até esse “ódio” seria mais um “tabu”. Maio de 68 foi a eclosão, a ponta de um iceberg, visando modelar as mentalidades, como etapa da processiva e multi-centenária revolução, nascida nas profundezas da alma humana, cujas molas propulsoras são o orgulho e a sensualidade.
Hélio Gaspari, em “Pesadelo Papal”, afirma: “A crise da pedofilia acordou, reagrupou e devolveu um estandarte moral à raquítica esquerda católica” (O Globo, 25/abril/2010). Como exemplo, cita a carta de Hans Küng pregando a mais desabrida desobediência ao Papa, com uma fúria que ele nunca exteriorizara anteriormente. (mais…)
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