Student Action, o setor estudantil da TFP americana, acaba de publicar em seu site interessantes e oportunas observações com o título “10 fatos sobre a maconha que mudarão sua mente”. O lobby da maconha é multibilionário. Passamos a transcrever a matéria de Student Action:

    “Quais são os fatos sobre a maconha recreativa? Tem certeza de que é inofensiva? E deveria ser legal?

“Enquanto o lobby multibilionário da maconha insiste que a cannabis é inofensiva, mais e mais pesquisadores e profissionais médicos estão chegando a uma conclusão diferente. Com base em fatos e ciência atualizada, este post irá ajudá-lo a eliminar a desinformação e descobrir o que a maconha recreativa está fazendo para perturbar e destruir o tecido moral e social da América.

     “1. Intoxicação por maconha distorce (ver) a realidade

     “A maconha é uma forma de intoxicação. Qualquer um que se torne intoxicado entrega (renuncia) sua capacidade de tomar decisões morais seguras. O livre arbítrio é comprometido ou perdido por um período de tempo. No entanto, as pessoas (usuários) vêem essa intoxicação como um meio de escapar da realidade. A cultura pop adora tanto o prazer imediato que nos leva a desistir de nossa faculdade mais nobre – a razão – em troca de uma “experiência” entorpecente. Algumas pessoas até arriscam suas vidas por uma sensação passageira de prazer ou excitação. O abuso de drogas mantém setores da América (das 3 Américas) como reféns. Segundo o Centro Nacional de Estatísticas de Saúde (EUA), 192 famílias por dia perderam alguém por causa de uma overdose de drogas em 2017. [1] Isso é o mesmo que um acidente de avião por dia nos EUA.

       2. Maconha, Crime e Violência

     “Muitos afirmam que a legalização da maconha reduz o crime. Mas isso não acontece. Depois que o Colorado legalizou a maconha em 2012, o crime violento aumentou em 20%. No mesmo período, a média nacional de crimes violentos diminuiu em aproximadamente 1%. [2] Colorado não está sozinho. O Alasca legalizou a maconha em 2014 e viu o aumento do crime violento em 30%. Em 2014, o Oregon também aprovou a maconha, e a taxa de criminalidade aumentou 21% [3]. Além disso, os estudantes que usam maconha mostraram ter três vezes mais chances de se envolver em comportamento fisicamente agressivo, em comparação com aqueles que não usam maconha, relatou o Journal of Interpersonal Violence. Novamente no Alasca, as suspensões escolares em Anchorage aumentaram 141% de 2015 a 2017 devido ao uso e porte de maconha. [4]

O que esses números estão nos dizendo?

“3. A maconha é um fardo para a saúde pública e a segurança

     “As salas de emergência estão sobrecarregadas por causa do uso de maconha. Um estudo publicado no Annals of Internal Medicine analisou cerca de 10.000 visitas de emergência ao Campus Médico Anschutz, da Universidade do Colorado Health, durante quatro anos. Aproximadamente 25% de todas as visitas ao hospital – cerca de 2.500 casos – estavam relacionadas ao uso de maconha. [5] Outro estudo entre funcionários dos Correios publicado pelo Journal of American Medical Association (JAMA) descobriu que aqueles que testaram positivo para maconha tiveram 55 por cento mais acidentes industriais, 85 por cento mais ferimentos e 75 por cento maior absenteísmo em comparação com aqueles que testaram negativo. 6] O número de acidentes automobilísticos envolvendo motoristas em maconha também subiu no Colorado, Washington e Oregon, onde a maconha recreativa é legal. [7].”

https://www.tfpstudentaction.org/blog/facts-about-marijuana-that-you-should-know

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      Reproduzindo essas interessantes observações e oportunos comentários de Student Action sobre os efeitos negativos do uso da maconha estamos seguros de prestar, especialmente a nossos jovens, uma poderosa ajuda para se fortalecerem moral e psicologicamente face à investida multibilionária do lobby pró drogas.

      Assim se constroi o novo Brasil, alicerçado nos principios morais, no fortalecimento da razão e da vontade.

      Continuaremos no próximo post.

[1] Holly Hedegaard, M.D., Arialdi M. Miniño, M.P.H., and Margaret Warner, Ph.D. “Drug Overdose Deaths in the United States, 1999–2017,” National Center for Health Statistics, NCHS Data Brief No. 329, Nov. 2018, https://www.cdc.gov/nchs/products/databriefs/db329.htm.

[2] Steven Malanga, “The Marijuana Delusion,” City Journal, Spring 2019, https://www.city-journal.org/marijuana-legalization.

[3] Ibid.

[4] Charles Wohlforth, “Marijuana school suspensions more than doubled after legalization,” Anchorage Daily News, Jan. 11, 2018,

https://www.adn.com/opinions/2018/01/11/marijuana-school-suspensions-more-than-doubled-after-legalization/.

[5] Erin Brodwin, “A mysterious syndrome that makes marijuana users violently ill is starting to worry doctors,” Business Insider, Mar. 25, 2019, https://www.businessinsider.com/marijuana-syndrome-vomiting-nausea-chs-colorado-er-visits-2019-3.

[6] C. Zwerling, J. Ryan, and E. Orav, “The efficacy of preemployment drug screening for marijuana and cocaine in predicting employment outcome.” Journal of The American Medical Association, 1990;264(20):2639–2643.

[7] Jen Christensen, “States that legalized recreational weed see increase in car accidents, studies say,” CNN, Oct. 18, 2018, https://www.cnn.com/2018/10/18/health/marijuana-driving-accidents-bn/index.html.

 

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