Resumo: A reflexão sobre paz e guerra reúne máximas de Santo Agostinho e do pensamento clássico para responder a dias marcados por ameaças internacionais. A paz não seria ausência de conflito, mas ordem protegida por prudência e justiça; preparar-se para a guerra pode dissuadir agressões. O texto distingue legítima defesa de belicismo e pede serenidade moral diante do medo e da instabilidade.

Para esses dias aterrorizadores, com ameças de conflitos que poderiam envolver várias nações, seguem algumas frases para refletirmos:
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“Não se busca a paz para provocar a guerra, mas faz-se a guerra para conseguir a paz”.
(Santo Agostinho)
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“Si vis pacem, para bellum” (Se queres a paz, prepara-te para a guerra).
(Provérbio latino)
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“Apenas ameaçai com a guerra, e tereis paz; vejam-vos preparados para usar a força, e eles mesmos restaurarão o direito”.
(Tito Lívio)
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“Pior do que a guerra é o próprio medo da guerra”.
(Sêneca)
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“Se quisermos gozar da paz, é preciso fazer a guerra”.
(Cícero)
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“A guerra é a continuação da política por outros meios”.
(Clausewitz)
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“Tínheis a escolher entre a vergonha e a guerra. Escolhestes a vergonha, e tereis a guerra”.
(Churchill)



