Resumo: Mísseis chineses contra bases americanas são apontados em relatório do Congresso dos EUA sobre risco militar e liberdade de navegação na Ásia. Os novos mísseis que a China está instalando podem destruir cinco das seis bases dos EUA na…
Resumo: Cancún fracassa diante da ausência de resultados esperados, enquanto a chamada religião ambientalista mantém suas promessas e exigências. A análise examina o Fundo Climático Verde, questiona compromissos financeiros e relaciona o insucesso da conferência à distância entre discurso ambiental, interesses políticos e medidas concretas capazes de alterar a economia mundial.
O mérito de Cancún não foi de “salvar o planeta”, mas salvar o processo de negociação do acordo climático internacional, que quase foi a pique em Copenhague.
Luis Dufaur
Para dissimular o fracasso da utopia ‒ e manté-la viva enquanto dure ‒ os organizadores da 16ª Sessão da Conferência das Partes (COP 16) para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), em Cancún, México fizeram eufóricos anúncios.
Entre eles, a criação do “Fundo Climático Verde”, de U$ 100 bilhões de dólares já prometidos em Copenhague, mas que só vigoraria a partir de 2020. Nenhum país ‒ aliás, razoavelmente ‒ deu sinais de querer fornecer algo e não se sabe de onde sairá esse dinheiro.
As promessas de cortar as emissões de CO2 foram altissonantes, mas não saíram de promessas para a circunstância. A poluição sonora do planeta pode ter sido prejudicada, mas a vegetação do planeta vai agradecer: quanto mais CO2 mais produção de alimentos.
Também o futuro pós-2012 do agonizante Protocolo de Kyoto não foi resolvido. Em 2012 ele acaba.
Resumo: Os jornais-proxenetas são denunciados por publicar anúncios de prostituição em grandes diários espanhóis. A análise examina a responsabilidade moral dos veículos, questiona a exploração comercial da sexualidade e mostra como empresas que defendem respeitabilidade pública podem, ao mesmo tempo, lucrar com práticas que degradam pessoas e enfraquecem a proteção da família.
Luis Dufaur
Cada dia grandes jornais espanhóis como o socialista “El País”, o centrista “El Mundo”, o monarquista “ABC” ou o regionalista catalão “La Vanguardia” publicam páginas inteiras de propaganda das formas mais perversas de prostituição e nos termos mais explícitos possíveis.
Essa má prática jornalística rende seis milhões de euros por ano. Protestos católicos, pró-vida e conservadores denunciam esses “jornais-proxenetas”, noticiou a revista de esquerda francesa “Rue89”.
Resumo: A religião ambientalista é criticada no contexto da COP16 de Cancún, junto com o chamado circo bolivariano e benefícios políticos associados ao encontro. A análise questiona crenças sobre o aquecimento global causado pelo homem, examina interesses presentes na conferência e alerta para uma agenda que pode usar a proteção da natureza para ampliar poder e recursos estatais.
Não pensar na realidade: alarmistas não desistem
Luis Dufaur
A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.
Sem presenças de alto nível e com a certeza de que nenhum grande governo aceitaria qualquer decisão prejudicial, a Conferência pareceu se concentrar em atividades mais específicas da religião ambientalista.
Ela foi inaugurada com uma oração à deusa maia Ixchel, pronunciada por Christiana Figueres, secretário-executivo da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (U.N. Framework Convention on Climate Change) ‒ COP16. Ela é nativa da Costa Rica, e de lá trouxe a superstição não se sabe bem a que pretexto. Porém, todo mundo, a mídia brasileira inclusive, achou muito normal nesse ambiente.
“Que a deusa da razão, – invocou – da criatividade e da tecelagem vos inspire, porque hoje vocês estão reunidos em Cancún para tecer os elementos de uma resposta sólida à mudança do clima, utilizando a razão e a criatividade como ferramentas.”
Resumo: Esfriando o aquecimento global encerra uma série de três vídeos dedicada a contestar afirmações correntes sobre mudanças climáticas. A página identifica a participação do climatologista Luiz Carlos Molion em programa da Band, exibido em novembro de 2010, e remete…
Resumo: Técnicos e intelectuais deixam a Venezuela em massa diante da crise econômica e política do chavismo. A análise examina a saída de profissionais qualificados, considera os efeitos sobre famílias, universidades e instituições e relaciona a perda de capital humano a políticas que reduziram oportunidades, segurança jurídica e liberdade de trabalho.
Com a socialização da Venezuela, médicos, engenheiros e professores tem que sair do país
Luis Dufaur
A Venezuela está perdendo seus cérebros: intelectuais, técnicos e especialistas nos mais diversos campos abandonam o país sufocados pela prepotência chavista ou pauperizados pela falta de empregos e projetos. Artistas, advogados, médicos, gerentes de empresas e engenheiros migram de sua terra natal que afunda nas trevas e na miséria socialista.
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