Breves: Medalha de Ouro Genocídio para Xi Jinping

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A direita conservadora tem dado mostras de agilidade, senso de oportunidade e acerto no jogo da opinião pública.

Mais de mil manifestantes se reuniram em Londres Piccadilly, para testemunhar um recorte de papelão de Xi Jinping, ditador da China, recebendo elogios e mais elogios por seus serviços ao genocídio.

Boicote aos jogos olímpicos na China de Xi Jinping
  • Ele foi condecorado com as mais altas honras pelo maior número de pessoas detidas em campos de concentração desde a Segunda Guerra Mundial;
  • pela criação do Tibete, o lugar menos livre do planeta (segundo avaliação da Freedom House);
  • pela destruição mais rápida de uma democracia no mundo em Hong Kong, e uma lei de segurança nacional que criminalizou até os menores atos de dissidência;
  • e por último, os maiores apoiadores internacionais da guerra de Tigray, que já matou mais de 150.000 pessoas.

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Nós acrescentamos o genocídio espiritual feito por Xi Jinping, em nome da sinicização. Controle estatal sobre as religiões, perseguição aos católicos. https://ipco.org.br/sinicizacao-de-xi-jinping-inclusao-do-vies-socialista-nas-religioes/

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Times Square, em Nova York, viu ativistas se reunirem sob chuva torrencial para defender os direitos dos uigures e protestar contra as Olimpíadas.

Medalha de Ouro genocídio

Protestos eclodiram em todo o mundo quando ativistas e aqueles que perderam entes queridos denunciaram a decisão de realizar o prestigioso evento no contexto das atrocidades dos direitos humanos e do genocídio que continua em ritmo acelerado em todo ex Império do Meio.

Além de Londres, Washington e Nova York viram torcedores enfrentarem vento e chuva torrencial para dar seu apoio à grande comunidade de exilados uigures.

A diáspora uigur se reúne após uma marcha de 12 quilômetros para protestar contra os Jogos em Istambul, em frente à Casa Olímpica.

Os jogos controversos, agora apelidados por muitos de “Jogos do Genocídio”.

Seguindo a liderança dos Estados Unidos, vários países se recusaram a enviar altos funcionários e dignitários, sendo a última surpresa a Índia, furiosa com a decisão de Pequim de nomear Qi Fabao, comandante regimental do Exército de Libertação Popular que foi gravemente ferido durante um confronto de fronteira de alta altitude com a Índia no ano passado, em que muitos soldados indianos foram mortos.

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É hora do Ocidente acordar para a realidade: A China nunca realizou eleições livres após a Revolução Maoísta (1949).

O Tribunal Yughur continua suas sessões em Londres com as denúncias contra o genocídio levado a cabo pelo PCCh. https://ipco.org.br/pequim-no-banco-dos-reus-tribunal-uigur-julgara-denuncias-contra-a-china/

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