Lord Monckton, nobre inglês famoso por sua posição corajosa de enfrentar os ditos “dogmas” ambientalista, enfrentou a ONU na última Conferência do Clima. Ele conseguiu burlar a segurança vestindo-se de emir árabe…

Terceiro Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Monckton é conselheiro-chefe de política do Instituto de Ciências e Políticas Públicas de Londres1, um acérrimo e hábil opositor da idéia do aquecimento global gerado pelo homem, e membro do CFACT – Comissão por um Futuro Construtivo, na sigla em inglÊs

Ele vestiu-se de emir árabe,  burlou a segurança da ONU na plenária da Conferência COP-18 ocorrida até o dia 8/12 p.p. em Qatar, epronunciou um discurso contra a farsa do aquecimento global. Foi o suficiente para tomarem a atitude pouco tolerante de expulsá-lo do COP…

A jornalista Giuliana Miranda, enviada especial a Doha, pela Folha de São Paulo2, escreve procurando desqualificar a posição de Lord Monckton chamando de “o cético, um dos grandes opositores em seu país do consenso científico (sic!) sobre as mudanças climáticas”.

Consenso científico, que tem vários opositores… então não é consenso!

Resulta que mesmo na Inglaterra como no mundo todo o assim chamado aquecimento global provocado pela atividade humana não é consenso, e muito menos científico. Parece que a jornalista –  enviada especial da Folha – não ficou sabendo do Climagate ocorrido na Inglaterra, quando vasaram e-mails dos tais “cientistas consensuais” combinando a fraude de informações para favorecer as suas teses3.

O mesmo “esquecimento” da mídia ocorre com relação à carta aberta que 100 cientistas dirigiram ao secretário-geral da ONU (13-12-2007) na qual se encontra a afirmação: “É impossível deter as alterações climáticas. O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do CO2 de origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese. As conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas. É fútil tentar impedir o clima de se alterar”4.

O consenso, como veem, é apenas uma figura de linguagem, um dos instrumentos para criar o clima que o príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança descreve em seu livro-denúncia “Psicose Ambientalista – Os bastidores do Ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e antinatural”.

Não raras vezes esse “consenso” é obtido silenciando quem quer se pronunciar contra a não evidência científica da mudança climática provocada por ação do homem. Mais uma prova disso foi a expulsão de Lord Monckton da recente COP-185.

Conclusão: o consenso científico ambientalista é obtido pelo silêncio ou “esquecimento” da mídia conjugado com expulsão e perseguição dos cientistas não-consensuais.

Notas:

1 – Para saber mais sobre a personalidade acesse: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/65B4449D-C518-6653-145DEA83DE41BAE0/mes/Agosto2012

2  – Cético britânico dribla segurança e discursa na COP-18, http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1198230-cetico-britanico-dribla-seguranca-e-discursa-na-cop-18.shtml

3 – Destacado alarmista climático confessa fraude e renuncia, http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2012/04/destacado-alarmista-climatico-confessa.html

4 – Psicose Ambientalista, cap. IV, I-4. Distorções ou fraudes nos relatórios do IPCC, pag. 52

5- A 18ª Conferência das Partes (COP 18) da Organização das Nações Unidas, em Doha, Catar onde se reuniram ministros e negociadores de cerca de 200 países para impedir as mudanças climáticas através da diminuição de emissões dos gases ditos de efeito estufa CO2.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Lo que está claro es lo que siempre recuerda Dom Bertrand: existe una verdadera “conjuración” que promueve la religión “ambientalista”. Y esa conjuración domina la midia y las organizaciones internacionales

     

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