Homofobia: Lobby homosexual obtém apoio do Governo Lula

Atilio Faoro

O presidente Lula deverá assinar brevemente um decreto criando o Dia Nacional de Combate à Homofobia, a ser instituído no dia 17 de maio. De acordo com a diretora de Promoção de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Lena Peres, o decreto está em fase final.

Com o apoio da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Lula, realizou-se, no dia dia 18 de maio, no Congresso Nacional, o 7º Seminário de homosexuais e lésbicas (Marcello Casal Jr/ABr)

O que o Governo entende por homofobia, não está claro.

A palavra, criada pelo lobby homosexual, tem servido para perseguir os que não reconhecem como moralmente aceitável a prática de atos contra a natureza praticada por homosexuais e lésbicas.

O próprio Papa Bento XVI foi violentamente atacado com a pecha de “homofóbico” quando, em dezembro de 2008, condenou aqueles que negam “a natureza humana como constituída de homem e mulher”, sublinhando que “esta ordem da criação deve ser respeitada”.

Esta conquista do lobby homosexual foi assumida pela Secretaria dos Direitos Humanos do Governo Lula, dando a entender que a homofobia é uma violação dos “direitos humanos”. Tudo muito na letra e no espírito dos PNDHs do governo petista.

O dia 17 de março é lembrado pelas organizações homosexuais e lésbicas como Dia Internacional de Combate à Homofobia, em uma alusão à data em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou da sua lista de doenças o termo homossexualismo, no ano de 1990.

A decisão de criar o Dia Nacional de Combate à Homofobia faz parte de uma série de ações do governo federal para garantir o direito da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).

“Além disso, temos que comemorar que não tivemos nenhuma mudança no Programa Nacional de Direitos Humanos [PNDH 3] na parte referente aos direitos de homossexuais”, disse Lena, que participou da abertura do 7º Seminário LGBT, no Congresso Nacional realizado em Brasília no último dia 18 de maio.

Durante o seminário, o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transsexuais, Toni Reis, pediu apoio incondicional ao PNDH 3, que garante os direitos dos homossexuais. “Esse plano não saiu da cabeça do presidente Lula, não saiu da cabeça do ministro Vannuchi [ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos]. Nós, da sociedade civil, construímos esse plano e temos a obrigação de defendê-lo, de forma intransigente, contra as forças conservadores que não querem ver direitos assegurados para todos nesse país”, destacou Toni Reis. O seminário é organizado pelas comissões de Legislação Participativa, de Direitos Humanos e de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. (Fonte: Agência Brasil/Juliana Andrade)

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