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No Sepulcro vazio, o anjo avisa às santas mulheres que Cristo Ressuscitou. Obra de Fra Angélico (1387 – 1455)

Enquanto ainda não desponta para nós, o sol, que nunca deixa de iluminar a Terra, se vela em outros confins. As trevas da noite que cobrem a pessoa adorável de Nosso Senhor Jesus Cristo e de seus discípulos estão prestes a se dissipar. A Páscoa se aproxima.

Ao contemplar e refletir sobre tão sublime mistério da Ressurreição, podemos imaginar a noite escura que de repente passa a brilhar com toda intensidade, para simbolizar o maior milagre da divindade de Cristo: o Filho de Deus que se encarnou, padeceu e morreu, agora ressuscita, após vencer a morte, o demônio e o pecado.

Com a Ressurreição, um novo dia raia para a humanidade. Inicia-se para os apóstolos e os discípulos o período da evangelização, que redundaria séculos mais tarde na civilização cristã: “Ide por toda parte e pregai o Evangelho. Aquele que crer e for batizado será salvo, o que não crer será condenado. Eis que estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.

Os Santos Evangelhos narram que pelo fim da noite de sábado saíra Maria Madalena em companhia de outra Maria para visitar o sepulcro, e eis que se deu um grande terremoto. O Anjo do Senhor desceu do Céu e, chegando ao túmulo, afastou a pedra e sentou-se em cima dela. Seu aspecto era como o de um relâmpago, e sua veste, branca como a neve.

O grande terremoto que se desencadeara com um estrondo à semelhança de canhão homenageava e anunciava o grande Rei que ressurgiu dos mortos. Diante do que presenciavam, os guardas se sentiram aterrados, e o anjo disse às mulheres: “Não vos amedronteis: sei que procurais a Jesus que foi crucificado. Não está aqui, pois ressuscitou como havia dito. Vinde e vede o lugar onde fora deitado o Senhor”. (Mat. 28, 1-7).

O Criador de todas as coisas não jaz mais na sepultura. Diante do esplendor do arauto celeste, a natureza estremeceu. E os inimigos de Cristo, que rondavam em torno do Sepulcro, ficaram apavorados, desmaiando uns e fugindo outros.

Segundo São Beda, do princípio do mundo até aquele momento em que Cristo ressuscitou, o dia começava a ser contado na véspera. Isto era para indicar que os homens passaram do dia para a noite, pois, com o pecado original, a luz do paraíso terrestre havia desaparecido.

Com a Ressurreição, o mundo — envolto até então nas trevas do pecado e na sombra da morte — retornou à luz da vida e começou a brilhar com intensidade, pois as trevas do paganismo tinham acabado de ser vencidas pelo grande Redentor.

Desaparece assim o sábado, passando Cristo a iluminar o mundo com o novo dia do Senhor, enquanto a sua Igreja resplandece para substituir a obscurecida sinagoga, isto é, o Antigo Testamento. A aliança de Deus com os homens estava restabelecida.

Quando Jesus Cristo expirou na Cruz, a natureza não ficou insensível nem indiferente, pelo contrário, convulsionou-se. O mesmo se deu no momento de sua gloriosa Ressurreição. Ficou assim assinalado que a natureza divina e humana de Cristo manifestou extraordinário exemplo de grandeza, poder e humildade.

O poder da Ressurreição vence a morte, espanta as trevas e suplanta o poder de satanás. O terremoto indica que os corações dos homens se comovem pela fé na paixão e morte do Salvador e nos incita a fazer penitência pelos nossos pecados, a fim de nos enchermos de um santo e salutar pavor, que é o início da sabedoria.

Ao ressuscitar, Cristo e Senhor Nosso destrói o véu da morte que O envolvia, fazendo com que o Céu e a Terra se voltem a relacionar. O Anjo do Senhor manifesta o brilho da claridade, da clarividência e da felicidade, pois Cristo Salvador ressuscitou dos mortos.

Ao ver o anjo descer do Céu, retirar a grande pedra que estava à entrada da sepultura e sentar-se em cima dela, os inimigos do Salvador estremeceram de pavor e medo. Como será então quando Ele voltar à Terra para julgar os vivos e os mortos? Os elementos da natureza seguramente não ficarão insensíveis…
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Pe. David Francisquini é sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria, Cardoso Moreira – RJ

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Padre David Francisquini
Pe. David exerce sua missão sacerdotal na Igreja do Imaculado Coração de Maria, em Cardoso Moreira (RJ). Entusiasta do livro Revolução e Contra-Revolução, do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, o Revmo. Pe. David sempre propagou os ideais deste insigne pensador e líder católico. Pe. David é autor de dois livros importantes para a defesa da família Brasileira: "Catecismo contra o Aborto" e "Homem e Mulher, Deus os criou".

6 COMENTÁRIOS

  1. Caros amigos,
    É confortante saber que a verdade triunfou, triunfa e triunfará sempre!
    Isto nos dá força e coragem, para AGIR!
    A morte de Jesus, embora implacável e injusta, cruel e extremamente torturante, não só para Ele, como também para sua querida mãe, Maria, seu pai, José e todos os parentes e amigos da época, foi literalmente “compensada” pela Ressurreição, que representou a vitória ( NÃO a derrota ), como poderia “parecer” àqueles que “pensaram” ( e que “pensam” ) tê-lo destruído!
    Eis, então, a mensagem de Esperança, que VALE A PENA VIVER e lutar pela justiça, acreditar no TRABALHO e em nossa VOCAÇÃO humana de “colaborar”, com Deus, na construção de nós mesmos e deste mundo ( seu reino )! Amando o próximo, como a nós mesmos! E, impossível qualquer forma de amor, se eu não TRABALHO para isso! Conquistando o pão ( da vida ) com o “suor” do meu rosto! Como “conquistou” o Pão, Jesus ressuscitado, Ele, o PRÓPRIO “PÃO”, quando nos disse isto, na última ceia, antes da sua morte!
    Porque, então, não comungar com Ele???!!!
    H.MALOZZI.

  2. Não se deve esquecer que a ressurreição só foi posivel, por consequência direta de sua morte. Isto é passivo. Querem nos dias de hoje só ficar com a ressurreição, despresando e até rejeitando sua morte na cruz. Foi a sua morte derramando seu presiosíssimo Sangue que nos remiu e não a sua ressurreição. E Cristo nos convida a tomar nossa cruz a cada dia e morrermos com Ele; para com Ele ressucitarmos para uma vida nova, alienada ao Senhor. Pois nossa vida esta escondida com Ele, e quando o Senhor se manifestar, manifestaremos com Ele, pois seremos como Ele é. Mas quem nos dias atuais acredita nestes ensinamentos de São Paulo. Não sejamos bodes, cabritos; que não estão alienados a seu pastor, não querendo mais depender de Deus, como nos garante Nosso Senhor Jesus Cristo “Sem mim nada podeis fazer”. Que A Santíssima Virgem Maria Mãe de nosso Deus Jesus Cristo, nos ajude a morrer com seu Filho, para participar de sua glóriosa ressurreição. Que tenhão todos uma faliz Páscoa a cada Domingo do ano.
    Salve Maria!

  3. Lendo o lindo ensinamento de Pe. David eu fico ao mesmo tempo agradecido e com sentimento de muita tristeza de ver que o o mundo não quer saber mais do verdadeiro significado da Páscoa. Eu até fico muito triste quando vejo por aí no comércio em geral e nas propagandas e conversas entre pessoas e relacionamentos entre pais, filhos, amigos, familiares que o esquecido é Cristo. Até parece que a Páscoa é só um dia de festa onde se come chocolate e bacalhau. Não é de espantar que não haja quem defenda Cristo e sua Igreja.

  4. FELIZ PÁSCOA À TODOS.
    QUE ESSA “PASSAGEM” TRAGA ENTENDIMENTO, CONHECIMENTO E SABEDORIA, PAZ E HARMONIA, SAÚDE E ALEGRIA, TRABALHO DÍGNO E PROSPERIDADE.

    PAZ E BEM.

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