Na Inglaterra, homossexuais podem adotar crianças, mas cristãos não!

Eunice e Owen Johns, proibidos de adotar filhos por terem princípios morais.

Segundo informa o site Notícias Pró-Família (5/11/10), na Inglaterra, para combater a “homofobia”, cristãos são proibidos de adotar crianças.

Desde fevereiro de 2008, Eunice e Owen Johns estão em luta processual contra a prefeitura de Derby que lhes nega a adoção de crianças por se recusarem a ensinar ao possível adotado que a homossexualidade é um “estilo de vida” aceitável.

Os Johns já tem mais de 39 anos de casados, possuem 4 filhos naturais e quase 20 filhos adotivos. Hoje, uma das alegações contra a família, levantadas pelo órgão de adoções da prefeitura, está em que os filhos menores são obrigados a acompanhá-los à igreja nos domingos.

Não é o primeiro casal a ser barrado pelo Estado. A agência de notícias Life Site News já reportou outros casos anteriormente de pessoas que preferiram desistir que enfrentar o judiciário. Sob pretexto de combater a “homofobia”, foi posto o tal comprometimento como requisito para todas as pessoas interessadas em adotar.

Para Andrea Minichiello-Williams, advogado e diretor do Centro Legal Cristão (CLC), as pesquisas claramente demonstram que as crianças se desenvolvem melhor numa família com pai e mãe que vivam num relacionamento de fidelidade. Andrea também constata que para o Supremo Tribunal chegar ao ponto de considerar se os casais cristãos, com opiniões tradicionais sobre a ética sexual, sejam aptos e preparados para cuidarem de crianças, isso é uma reversão estupenda do conceito do bem-estar público e da definição tradicional da moralidade sexual.

Prefeitura proíbe e Estado inglês estuda se cristãos podem realmente adotar crianças.

Como não podia deixar de ser, nessas horas aqueles que se dizem defensores da liberdade, da consciência livre, da igualdade e da tolerância, tomam uma atitude bem diferente da bandeira que ostentam.

Vejamos: Summerskill, diretor da organização homossexual Stonewall, um grupo de pressão política, considera que o impedimento é sensato, pois as necessidades das crianças têm de ser colocadas acima dos “preconceitos” de potenciais pais adotivos.

O caso inglês deixa um aviso para aqueles que ainda se iludem com as leis beneficiadoras da homossexualidade, achando que em nada vão interferir na vida dos demais cidadãos.

Quantas pessoas ainda não abriram os olhos para o fato de que toda liberdade para o mal necessariamente cria proibições para o bem?