Cumplicidade de Bachelet com o PCCh e o genocídio dos uigures

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A Alta Comissária dos Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, encerrou sua visita à China, cercada de vergonha, de entrega, de cumplicidade com os algozes da minoria uighur.

Bachelet não esconde seu socialismo e sua cumplicidade com o PCCh

Não é investigação!

Não apenas violações sistemáticas de direitos humanos em Xinjiang mas, também, as graves perseguições religiosas — como a recente prisão do Cardeal Zen — a demolição de igrejas, prisão de sacerdotes. Bachelet poderia aumentar a lista de violações e se referir à draconiana Lei de Segurança Nacional de Hong Kong que enforcou politicamente os principais líderes pró democracia.

Em artigo publicado nesse Site já havíamos deplorado o tom amigável de Bachelet com o regime comunista chinês “onde teve uma reunião “valiosa” com o presidente Xi Jinping, porém a cúmplice das violações de direitos humanos já declarou que não se trata de uma “investigação”, mas de diálogo.” https://ipco.org.br/bachelet-na-china-visita-nao-e-investigacao-de-genocidio/

O cinismo da porta-voz

Comenta BitterWinter: “Enquanto Michelle Bachelet, a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos volta para casa após sua visita à China e ao Turquestão Oriental (Ch. Xinjiang), seu escritório está tentando responder a críticas internacionais generalizadas, alegando que foi a China que citou erroneamente e manipulou suas declarações.

“Em essência, isso significa que o ladrão roubou a carteira da polícia. Ironicamente, o “roubo” ocorreu apesar de muitos telefonemas e avisos à “polícia” de que ela deveria estar vigilante”, comenta ironicamente a notícia BitterWinter

“A porta-voz do escritório do ACNUR, Elizabeth Throssell, disse que, embora a comissária Bachelet “elogie as conquistas da China na erradicação da pobreza”, ela não “admirava os esforços da China e a conquista de proteger os direitos humanos”, conforme relatado pelo jornal estatal da emissora CCTV. Bachelet foi grosseiramente e erroneamente citada, disse Throssell.”

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Estamos, há muito tempo na era do cinismo, não apenas de comunistas que o usam como arma e propaganda. É o próprio escritório da ACNUR dizendo coisas que não enganam a ninguém: não, Bachelet não disse tal coisa ...

Por que razão Bachelet não exige que a CCTV publique um desmenido?

Qual é esse poder misterioso da China que comanda a OMS, impede uma investigação das origens do vírus e obtém um “saldo positivo” de uma visita investigativa do genocídio em Xinjiang? A mesma China que faz um Acordo com o Vaticano e mantém as perseguições aos católicos?

Isso se chama cumplicidade do Ocidente, da ONU, da OMS com o PCCh.

Bachelet abre caminho para continuar o genocídio uighur

Comenta com acerto BitterWinter: “Seja qual for o motivo, o dano foi causado à imagem do Alto Comissário para os Direitos Humanos. Embora a ONU tenha declarado oficialmente que Bachelet foi citada erroneamente pelos chineses, a China não respondeu e não se desculpou com ela. Mais importante ainda, os milhões de prisioneiros no Turquestão Oriental (de Xinjiang à China), que passam seus dias em prisões e campos, contando as horas esperando por justiça da comunidade internacional, estão ficando desanimados. Suas expectativas de apoio moral não foram atendidas.”

A viagem de Bachelet solidifica o genocídio uighur e tenta desanimar o tribunal especial, em Londres, que documenta a perseguição em Xinjiang.

Quanta propaganda a China fará dessa visita de Bachelet? Sincera ou insincera, ela serviu para reforçar a perseguição.

Recordando as farsas da China em Xinjiang

Inicialmente, a China negou a existência de campos de reeducação em “Xinjiang”. Em outubro de 2018, vinte meses após seu estabelecimento, a mídia chinesa informou que a transformação por meio de campos de educação eram “centros de treinamento vocacional”, com “estudantes” entrando voluntariamente. Na semana passada, os Arquivos da Polícia de Xinjiang provaram, mais uma vez, que esses campos semelhantes a prisões estavam cheios de pessoas trazidas para lá algemadas e torturadas.

A afirmação de que o “chefe de direitos da ONU admirava o histórico de direitos humanos da China” ainda permanece no site do Ministério das Relações Exteriores da China!

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Sabemos, por experiência própria, a dureza dos diplomatas chineses: diplomacia de lobo-guerreiro foi a última palavra de ordem. O que não se entende é a cumplicidade da ONU, da OMS e as bênçãos do Vaticano para com esse regime comunista opressor de milhões e milhões.

Nossa Senhora, imperatriz da China, liberte aquele amado povo das garras do PCCh

Fonte: https://bitterwinter.org/bachelet-s-fiasco-in-china/

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