Destaques


1 – O COMUNISMO VAI OCUPANDO
2 – ALICIAMENTO GLOBAL
3 – 30 MÁRTIRES BRASILEIROS – NOVOS INTERCESSORES JUNTO AO TRONO DE DEUS
4 – TRUMP PROMETE ABANDONAR PACTO NUCLEAR COM IRÃ

 

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1O comunismo vai ocupando

A China comunista está usando seu crescimento econômico e a influência política na ONU para ocupar cargos abandonados pelos EUA e seus aliados e reutilizá-los para servir seus objetivos estratégicos. E, assim, os comunistas assumiram cargos importantes no Banco Mundial, na Interpol – um país que reconhecidamente não respeita direitos humanos –, na Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial, na União Internacional das Telecomunicações e na Organização Internacional de Aviação Civil. A China também disponibiliza mais tropas para as missões de paz da ONU do que qualquer outro país do Conselho de Segurança. Ocupação militar para garantir a paz! Justamente de quem subjuga seu próprio povo debaixo de uma ditadura férrea. É inacreditável!

(Extraído de O Globo, sábado, 13 de outubro de 2017 “Com saída dos EUA, China tenta preencher vazio”)

2Aliciamento global

Segundo o articulista do jornal The Washington Post, Stein Ringen, a China lançou um audacioso programa global de investimento. O crédito chinês está permitindo o comércio e a comunicação na Ásia e no resto do mundo, e durante esse processo, Pequim está obtendo um valioso recurso: amizades internacionais.

Está claro. Soltar dinheiro fácil para com isso captar simpatias. Alguém dúvida que não há interesses escusos por trás de tal manobra? Vejam as referências dadas pelo colunista do governante comunista chinês: Xi Jinping é o líder chinês mais poderoso desde Mao Tsé-tung (que implantou o comunismo na China em 1949), e levou o sistema de volta ao domínio de um único homem. O regime apresentado como uma experiência de civilidade perfeitamente coreografada (ou seja, como numa representação teatral) depende, na verdade, de uma violência típica dos mafiosos. Portanto, um bandido.

A China é um Estado monopartidário neototalitário (exatamente o que o PT queria fazer no Brasil: o partido pairando sobre todos os demais – enquanto não pudesse ser o único – e totalitário). Assim sendo, a China é um Estado merecedor de nosso respeito, como lamentavelmente disse Henry Kissinger? (ex-secretário de Estado dos EUA, artífice da política de entrega do sudeste asiático ao comunismo à época) ou uma potência repressora e tirânica que deve ser combatida?

(extraído O Globo, quinta-feira, 19 de outubro de 2017, “Um deslumbrante espetáculo de totalitarismo”)

3Trump promete abandonar pacto nuclear com irã

Caso os EUA não consigam mudanças que tornem permanentes certas restrições ao tratado nuclear com o Irã e o impeçam de desenvolver mísseis balísticos intercontinentais, os norte-americanos abandonarão o acordo, segundo discurso do presidente Trump em Washington, 13 de outubro último. A ruptura, entretanto, depende do Congresso.

Com a saída dos americanos, é pouco provável que o acordo sobreviva no longo prazo. O secretário de Estado, Rex Tillerson, afirmou que o objetivo dos EUA não é renegociar o acordo, mas aprovar restrições que vigorem de maneira paralela a ele. (“OESP” 14 de outubro de 2017).

Mais uma sequela do governo de Barak Obama que, a pretexto de assegurar a paz, concedeu aos inimigos do Ocidente instrumentos para nos destruir. “Se vis pacem, para bellum” diz o velho ditado: se quereis a paz, prepara-te para a guerra.

4MASP pela primeira vez veta exposição para menores de 18 anos

MASP

Desde que foi fundado, em 1947, o Museu de Arte de São Paulo – MASP – veta pela primeira vez uma exposição para menores de 18 anos. A partir do dia 20 de outubro, quando foi inaugurada a exposição Histórias da Sexualidade, só maiores de 18 anos poderão penetrar no local onde se encontra a amostra pornográfica , segundo o diretor do museu – Adriano Pedrosa.

A decisão foi tomada com base na orientação do departamento jurídico da instituição, com o objetivo de seguir a legislação vigente, segundo o diretor do museu. Mas, com certeza pesou nessa decisão a polêmica que envolveu o MAM e o Santander de Porto Alegre. (“OESP” 18 de outubro de 2017).

Obrigar uma instituição a voltar atrás em matéria de revolução cultural – embora seja um passo tão pequeno – não deixa de ser um primeiro lance alentador. Deve servir de exemplo para outros lances mais ousados.