Quando?

Dia 20 de setembro de 2012 (quinta-feira) a partir das 19 horas

Onde?

Clube Homs – Av. Paulista, 735 (a 100 metros do metrô Brigadeiro – há estacionamento pago no local)

Quem é o Dr. Ives Gandra?

Doutor em Direito e um dos mais renomados juristas do Brasil com reconhecimento internacional. É autor de mais de 40 livros individualmente, 150 em co-autoria e 800 estudos sobre assuntos diversos, como direito, filosofia, história, literatura e música, traduzidos em mais de dez línguas em 17 países.

Não perca por nada esta palestra!

O Dr. Ives Gandra irá falar com total conhecimento de causa sobre temas bastante atuais.

Ele fará uma análise crítica sobre o julgamento do Mensalão e algumas decisões polêmicas do STF, tais como:

  • Autorização para utilização de embriões congelados para experiências com células tronco embrionárias;
  • O Supremo reconhece que os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que os casais heterossexuais;
  • O STF reconhece que o aborto de anencéfalos não é mais crime.

Conto com sua participação.

5 COMENTÁRIOS

  1. Olá meus caros;

    Quero deixar minhas felicitações ao IPCO pela nobre iniciativa de instruir a população e proporcionar evento tão proveitoso como este. O doutor Ives Gandra dispensa comentárias, é de uma lucidez e clareza incontestável.
    No entanto, meu apelo se faz para que o instituto possa, talvez, disponibilizar meios para que pessoas fora do estado de São Paulo, assim como eu, tenham acesso ao conteúdo da pelestra, durante ou após o evento.
    Creio ser de extrema e vital importância para aqueles que buscam, de alguma forma, resistir as canalhices que estão a aprontar com o povo.
    Forte abraço
    Deus os abençoe e a Virgem Puríssima esteja em vosso auxílio sempre.

    Pedro Erisson

  2. O nobre jurista Dr. Yves Gandra, ao dispor do seu tempo para palestrar sobre decisões tomadas pelo Governo e pelo STF que em boa parte têm conflitado com os anseios da sociedade, nos alegra pois suas posições clareiam e nos dispertam pelo saber.
    Contudo, confesso que tenho assumido uma posição cética, pois não temos conseguido criar um momento de pressão que repercurta junto aos decisores.
    Ha aproximadamente 01 ano atras, o Dr Ives, em uma entrevista concedida a uma emissora de rádio, recriminava que o Governo havia imposto medida de penhora de bens de empresario com pendencia debitos junto ao Estado. Na ocasião, questionava se o empresario vencesse a demanda judicial, não conseguiria reaver o bem pois poderia ter sido leiloado, ou seja, poderia levantar o valor apurado.
    O STF reconheceu a união homoafetiva deliberando contrariamente ao que diz a Constituição Federal e ponto. o Proprio Dr. Yves levantava em palestra passada, seu receio de contarmos com um judiciario que legisla.
    A minha apatia e indignação é que as autoridades possuem o poder da caneta, fazem e desfazem e não encontramos meios legais para invalidá-los.
    Liberam marcha da maconha, esta em pauta no Senado a PL 122 (denominada lei da homofobia), a reforma do código penal elaborado por terceirização, enfim, qual o sentido pratico e forças estamos compondo para deter essa marcha de absurdos?
    Quando soube da criação da União dos Juristas Católicos de Sâo Paulo, imaginei que iniciaria um contraponto, mas ainda não percebi nada.
    “De tanto ver as nulidades; de tanto ver prosperar a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude; a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto” (Rui Barbosa)

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