Resumo: Casa invadida é o cenário de reação de uma aposentada gaúcha que enfrentou um homem durante uma tentativa de entrada forçada. O artigo utiliza o caso para discutir legítima defesa e posse de armas, contrapondo a vulnerabilidade da moradora à ameaça representada pelo invasor e questionando críticas que ignoram o direito de proteger o próprio lar.
Diogo Waki
Coordenador Paulista da PLD.
Os americanos dizem que as armas estabelecem a igualdade entre duas pessoas. Vejam o que aconteceu: um bandido, homenzarrão forte, 23 anos, profissional do crime, talvez armado – a notícia não diz – e uma velhinha de 74 anos, armada. Estabeleceu-se a “igualdade”.
Quem levou a melhor? Leiam a notícia e vejam como terminou a história!
Agora aquele pessoal do Sou da Paz, do Viva Rio, dos direitos humanos vão criticar a velhinha, dizendo que ela não deveria ter reagido, pois “vejam o que aconteceu: o coitado do bandido morreu!”
RICARDO VALOTA – Agência Estado
Uma aposentada de 74 anos, armada com um revólver calibre 38 do marido, matou, ontem, um rapaz, identificado como Nestor da Silva dos Santos, de 23 anos, que invadiu o imóvel dela, no bairro de Medianeira, em Farroupilha (RS), a 110 quilômetros de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. (mais…)