Biólogo atribui às “mudanças climáticas” uma próxima extinção da humanidade
Resumo: Extinção da humanidade aparece em previsão de um biólogo que vinculou mudanças climáticas ao futuro da espécie. O artigo contrasta essa hipótese com outras manifestações do ambientalismo e questiona o viés anti-humano de discursos que tratam a presença das pessoas como problema. A análise também examina os limites científicos e culturais dessa advertência.
Luis Dufaur
São múltiplas as vozes que apontam um niilismo anti-humano fundamental em certa pregação ambientalista. Neste Site recolhemos muitos depoimentos neste sentido provenientes de um e outro lado da polêmica.
Porém, esse fundo anti-humano ficou especialmente patente em entrevista do professor Frank Fenner, professor de microbiologia da Australian National University.
O cientista prestou bons serviços na erradicação da varíola. Em contradição com seu trabalho para melhorar a existênica da humanidade, ele manifestou o fundo filosófico pessimista e apocalíptico que inspira o ambientalismo catastrofista.
Fenner declarou em entrevista ao diário de Sydney The Australian que “a raça humana extinguir-se-á nos próximos cem anos e o mesmo acontecerá com muitas espécies animais”. Os propósitos ‒ ou despropósitos ‒ de Fenner foram também reproduzidos pelo “Il Corriere della Sera”
Os dois fatores que precipitariam esses assustadoras perspectivas seriam a explosão demográfica e o crescimento do consumo fora de controle. “Por causa deles os homens não conseguirão sobreviver”. (mais…)

