O aborto destrói as mulheres psicologicamente, adverte perita mexicana
Resumo: A síndrome pós-aborto é apresentada por especialista mexicana que adverte para depressão e outros efeitos psicológicos relacionados à interrupção da gravidez. O texto examina relatos clínicos, discute o sofrimento de mulheres após o procedimento e questiona discursos que reduzem suas consequências emocionais a um problema inexistente ou meramente ideológico.

Transcrevemos a seguir interessante artigo da ACI, divulgado no dia 29 de novembro.
A diretora do Instituto para a Reabilitação da Mulher e a Família (Irma), Mari Carmen Alva, advertiu que o aborto destrói psicologicamente as mulheres já que esta prática anti-vida constitui um forte gerador de estresse e causa uma série de desordens mentais como o síndrome pós-aborto e a depressão.
A perita fez esta precisão na comemoração dos 10 anos da instituição que dirige, a única no México que com limitados recursos econômicos se dedica a tratar a mulheres que passaram pelo trauma do aborto ou que optaram por não exercer sua maternidade.
Alva comenta que “muitas mulheres que abortaram estão mortas em vida, são mulheres que pelo grau de afetação física e psicológica, são mortas viventes. Quando lhes brinda atenção para o síndrome pós-aborto, a todas essas mulheres devolve a vida. São mulheres que voltam a nascer”.
No IRMA, explica Mari Carmen Alva, uma equipe de profissionais da saúde, psicólogas, terapeutas, entre outras, atendem mulheres que sofreram um aborto e em ocasiões este acompanhamento se estende a (mais…)
