Divórcio, amor livre e homossexualismo
A partir do momento em que se permite o amor livre entre homens e mulheres, ele também deverá ser permitido entre pessoas do mesmo sexo, porque é esse o amor livre em toda a sua força.
Artigos de Plinio Corrêa de Oliveira ou sobre ele.
A partir do momento em que se permite o amor livre entre homens e mulheres, ele também deverá ser permitido entre pessoas do mesmo sexo, porque é esse o amor livre em toda a sua força.
A Igreja ensina que Deus criou os Anjos muito superiores a nós. Puros espíritos, de inteligência lucidíssima e grande poder, excedem por sua natureza mesmo os homens mais bem dotados.
Neste mês a revista Catolicismo tradicionalmente costuma recordar o falecimento de seu inspirador e principal colaborador, Plinio Corrêa de Oliveira, ocorrido há 21 anos, no dia 3 de outubro de 1995. Em sua homenagem a revista publica a matéria que abaixo transcrevemos. Ela procura apresentar ideais da vida do Prof. Plinio, destacando seu apreço pela cultura francesa e o ”rayonnement” (a irradiação) da França que cativou o mundo inteiro. Trata também do ambiente da cidade de São Paulo, no início do século XX, influenciado por tal cultura.
As histórias, todos o sabem, são os primeiros contatos das crianças com a vida. Através delas a inteligência infantil transpõe os limites do ambiente doméstico, e aprende as noções iniciais sobre a sociedade humana, com as inúmeras diferenciações que comporta, as atrações que oferece, os deveres que impõe, as decepções que traz, e o jogo complicado das paixões nos altos e baixos desta grande luta que é a existência.
Uma fé combativa que floresce na esperança, mesmo nas situações mais difíceis, essa é a lição que nos deixa Plinio Corrêa de Oliveira, e que Nossa Senhora não pode deixar de abençoar.
Numa família em que tenha entrado o verme roedor da impureza, as almas não têm saúde nem frescor para se deleitar em afetos castos como os do lar. Todos se sentem felizes e distendidos nesse ambiente em que cada qual se sabe estimado, apoiado e considerado segundo merece.