Artigos de Plinio Corrêa de Oliveira ou sobre ele.
Há 69 anos, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira já alertava sobre o perigo da expansão do “Sacro” Império de Maomé, o contrário do que foi o Sacro Império Romano Alemão. Por isso, o artigo que reproduzimos abaixo continua atual. Em 1947, ele escreveu nas páginas do Legionário: “as potências maometanas passam por um renascimento nacionalista e religioso verdadeiramente assombroso.”
Não são, as razões de ordem prática que impõem a masculinização da mulher na equitação. Devemos antes ver neste fato mais uma manifestação da tendência, cada vez mais acentuada hoje, de tudo nivelar, igualar, homogeneizar, e confundir.
Importa ainda notar que a “esquerda”, mesmo tendo perdido muito de seu elã e de sua influência junto ao público, entretanto conseguiu galgar elevados postos, tanto no plano religioso quanto no temporal, o que significa um trunfo não pequeno.Ainda estamos nos albores do século XXI. Como prosseguirá essa batalha? Não sabemos. Mas o certo é que o almejado cumprimento das profecias de Fátima pode mudar todas as regras do jogo.
O que seria a História do mundo se essas batalhas tivessem sido perdidas? Se as tropas tivessem chegado até Viena? Se tivessem chegado até Roma? Com aquele pulular de protestantismo e de heresias por toda a Europa? Não podemos imaginar o que poderia ter sido…
Destas duas acepções de "moderno", qual a mais verdadeira? É um problema de palavras. Todavia uma coisa é positiva: se o estilo materialista não se deve chamar "moderno", deve-se-lhe arranjar outro nome, pois ainda não apareceu. E este nome deverá levar em conta que a torrente "moderna" contém não só os ingredientes materialistas de que falamos mas ainda os elementos gnósticos e satanistas de que nosso brilhante colaborador Cunha Alvarenga tão bem tem tratado.
Há 73 anos atrás, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira previu o que assistimos em nossos dias: a realização, com a “União Europeia”, de um projeto antinatural para debilitar o poder das nações, quase conseguindo extingui-las com a formação de um grande bloco de países, com a finalidade de se estabelecer no futuro uma “ordem nova”, no sentido de se constituir uma só nação universal — uma “República Universal” dirigida por um só “governo mundial”.