Artigos de Plinio Corrêa de Oliveira ou sobre ele.
Quando se entra na galeria dos espelhos, em Versalhes, a primeira impressão que se tem é de vastidão. Imenso é o soalho, em cuja superfície polida a luz que entra de várias partes parece encontrar campo aberto e livre para seus jogos multiformes.
O equilíbrio do gênero humano exige mulheres com o feitio mental rico em todos os dons próprios ao seu sexo, como exige homens de alma profundamente varonil.
O traje, de um ponto de vista meramente material, isto é, quanto ao serviço que presta ao corpo, não é senão um agasalho. Quando muito se lhe pode reconhecer a função de proteger um certo pudor que brota das profundezas do instinto.
Mas quem sabe que o homem não é só matéria, sabe também que o traje não é apenas um agasalho, que segundo a ordem natural das coisas ele deve também prestar serviço ao espírito.
Poderá ser que provações muito difíceis toldem a nossos olhos as perspectivas da vitória. Mas, para além das névoas, para além de tudo aquilo que pode tapar a verdade, no horizonte visual do brasileiro há algo que nada tira: é a imagem do Cristo Redentor, a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo.
Nossa época sente vergonha da velhice. Este sentimento está tão radicado, que mesmo o que de longe a ele toca lhe desagrada.
Assim, tanto quanto possível, evita-se até parecer ter idade madura. Todo o mundo quer parecer moço. E não são raros os que almejam parecer mocinhos.
Nestas afirmações não vai qualquer exagero. Basta que cada qual olhe em torno de si, e quiçá até para si.
O livro Baldeação ideológica inadvertida e Diálogo, do insigne pensador católico Plinio Corrêa de Oliveira, vem esclarecer as artimanhas verbais e doutrinárias incubadas na enganosa manipulação desse termo.