CÓDIGO PENAL — O rolo compressor do Projeto Sarney

Mais uma voz sacerdotal se levanta contra o projeto de reforma do Código Penal, transcrevemos abaixo o esclarecedor texto:

O rolo compressor do Projeto Sarney
Reforma do Código Penal pretende esmagar o que resta de valores cristãos
www.providaanapolis.org.br

Em 27 de junho de 2012, uma Comissão de Juristas entregou ao presidente do Senado, José Sarney, o anteprojeto de reforma do Código Penal. Seria de se esperar, que o texto fosse submetido à apreciação da sociedade para receber críticas e sugestões[1].

Isso, porém, não ocorreu. Em 9 de julho de 2012, apenas 11 dias depois, o Senador José Sarney subscreveu o anteprojeto convertendo-o em projeto de lei: o PLS 236/2012. Ao assinar o projeto, Sarney agiu de modo semelhante a Pilatos. Declarou-se, “por uma questão de consciência e religião”, contrário à eutanásia, ao aborto, ao porte de drogas e seu plantio para uso, mas não retirou nada disso do texto que subscreveu. Lavou as mãos, disse que era inocente do sangue de Cristo, mas decretou a sentença injusta. Favoreceu a presidente Dilma que, embora favorável ao aborto, havia prometido na campanha eleitoral não enviar ao Congresso qualquer proposta abortista. (mais…)

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Cartazes são distribuídos na Irlanda para justificar a prostituição
Campanha perniciosa e sentimental na Irlanda espalha cartazes - como o acima - para tentar tornar a prostituição - causa de destruição de tantas famílias - como algo aceitável.

Cartazes são distribuídos na Irlanda para justificar a prostituição

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Campanha perniciosa e sentimental na Irlanda espalha cartazes para tentar tornar a prostituição – causa de destruição de tantas famílias – como algo aceitável.

Em nome do “combate ao preconceito”, militantes liberais novamente se organizam para tentar destruir a resistência do público à indústria sexual. Segundo informou o site Globo News (09-09-2011), “um grupo de prostitutas irlandesas está fazendo uma campanha para combater preconceitos em relação à profissão.” (1)

Na Irlanda, assim como nos demais países da Grã-Bretanha, tal abominação já é uma atividade legal. A campanha Off the Blue Light (em tradução literal, Apague a Luz Azul) promovida por tal grupo, almeja acabar com as visões negativas que “distorcem” a imagem da “profissão”, isto é, eles desejam equivaler sua atividade pecaminosa – que é a ruína de tantas famílias – as demais profissões, que por sua natureza derivam do suor e do fruto do trabalho honesto de quem o faz.

Sendo impossível apontar argumentos que torne aceitável a prostituição aos olhos do público, os organizadores da campanha apelaram para o sentimentalismo, acreditando que assim poderiam estimular uma aceitação, ainda que parcial, do público a má vida que leva quem se prostitui. O grupo distribuiu cartazes que figura a fotografia de uma pessoa e o relato de sua vida cotidiana. Um desses cartazes, por exemplo, leva os seguintes dizeres: “Eu preciso deixar meu filho no treino de futebol, pegar minha filha na aula de dança irlandesa, pagar minha hipoteca e minhas contas, e eu sou uma profissional do sexo.” (mais…)

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