Estudo mostra que usuários de pornografia são mais suscetíveis de apoiarem o aborto Notifam (Pe. Mark Hodges)- Pesquisadores da Western University, de Ontario, usaram um estudo americano de longo prazo que envolveu quase 11.000 homens e mais de 14.000 mulheres, que,…
Ultimamente eu venho tendo umas quedas bruscas e perigosas. Não, não é o que você está pensando, a minha saúde vai bem, obrigado. Minhas quedas são de outro gênero, dessas que a gente menciona quando fala “caí das nuvens”. Parece-me…
De tal modo a liturgia tradicional ressaltava a grandeza do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo que as mentalidades, as tendências e os costumes dos fiéis se moldavam todos para a sua solene celebração. Infelizmente, com as inovações pós-conciliares e…
Mais uma voz sacerdotal se levanta contra o projeto de reforma do Código Penal, transcrevemos abaixo o esclarecedor texto:
O rolo compressor do Projeto Sarney Reforma do Código Penal pretende esmagar o que resta de valores cristãos www.providaanapolis.org.br
Em 27 de junho de 2012, uma Comissão de Juristas entregou ao presidente do Senado, José Sarney, o anteprojeto de reforma do Código Penal. Seria de se esperar, que o texto fosse submetido à apreciação da sociedade para receber críticas e sugestões[1].
Isso, porém, não ocorreu. Em 9 de julho de 2012, apenas 11 dias depois, o Senador José Sarney subscreveu o anteprojeto convertendo-o em projeto de lei: o PLS 236/2012. Ao assinar o projeto, Sarney agiu de modo semelhante a Pilatos. Declarou-se, “por uma questão de consciência e religião”, contrário à eutanásia, ao aborto, ao porte de drogas e seu plantio para uso, mas não retirou nada disso do texto que subscreveu. Lavou as mãos, disse que era inocente do sangue de Cristo, mas decretou a sentença injusta. Favoreceu a presidente Dilma que, embora favorável ao aborto, havia prometido na campanha eleitoral não enviar ao Congresso qualquer proposta abortista. (mais…)
Campanha perniciosa e sentimental na Irlanda espalha cartazes - como o acima - para tentar tornar a prostituição - causa de destruição de tantas famílias - como algo aceitável.
Campanha perniciosa e sentimental na Irlanda espalha cartazes para tentar tornar a prostituição – causa de destruição de tantas famílias – como algo aceitável.
Em nome do “combate ao preconceito”, militantes liberais novamente se organizam para tentar destruir a resistência do público à indústria sexual. Segundo informou o site Globo News (09-09-2011), “um grupo de prostitutas irlandesas está fazendo uma campanha para combater preconceitos em relação à profissão.” (1)
Na Irlanda, assim como nos demais países da Grã-Bretanha, tal abominação já é uma atividade legal. A campanha Off the Blue Light (em tradução literal, Apague a Luz Azul) promovida por tal grupo, almeja acabar com as visões negativas que “distorcem” a imagem da “profissão”, isto é, eles desejam equivaler sua atividade pecaminosa – que é a ruína de tantas famílias – as demais profissões, que por sua natureza derivam do suor e do fruto do trabalho honesto de quem o faz.
Sendo impossível apontar argumentos que torne aceitável a prostituição aos olhos do público, os organizadores da campanha apelaram para o sentimentalismo, acreditando que assim poderiam estimular uma aceitação, ainda que parcial, do público a má vida que leva quem se prostitui. O grupo distribuiu cartazes que figura a fotografia de uma pessoa e o relato de sua vida cotidiana. Um desses cartazes, por exemplo, leva os seguintes dizeres: “Eu preciso deixar meu filho no treino de futebol, pegar minha filha na aula de dança irlandesa, pagar minha hipoteca e minhas contas, e eu sou uma profissional do sexo.” (mais…)
Chama enormemente a atenção, de uns tempos para cá, o conteúdo dos cadernos que os jornais dedicam aos adolescentes e mesmo às crianças, mais parecem uma iniciação à corrupção moral do que outra coisa. As práticas mais escandalosas, que outrora…
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