Alerta aos pais: Ministério da Saúde difundirá nas escolas públicas manuais de educação sexual

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O ministro José Temporão apresenta os manuais de educação sexual que serão distribuídos para alunos da rede pública.

Atilio Faoro


E
starão os pais brasileiros advertidos de que o Ministério da Saúde vai violar o direito reservado aos genitores de dar aos seus filhos uma educação apropriada sobre o delicado tema da sexualidade?

Sob o pretexto de “combater as doenças sexualmente transmissíveis”, o ministro da Saúde, José Temporão, apresentou no último dia 16, em Brasília, a série de histórias em quadrinhos de “educação para a sexualidade” para estudantes do programa “Saúde e Prevenção nas Escolas” (SPE). A publicação vai ser enviada para cerca de 600 escolas públicas que fazem parte do programa, com alunos de 13 a 25 anos. As revistas em quadrinhos, falam de assuntos como “diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos e como é viver e conviver com o HIV”.

Como se sabe, pululam hoje os manuais de educação sexual baseados na ausência de referência moral na conduta sexual e na desvinculação entre a relação sexual e o matrimônio. (mais…)

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Educação na abstinência sexual favorece aos adolescentes diz estudo

Resumo: Abstinência sexual entre adolescentes é discutida a partir de um estudo com estudantes afro-americanos de escolas urbanas. O artigo relaciona a decisão de adiar relações sexuais a possíveis efeitos sobre a saúde e a formação dos jovens, contrapondo a educação para a responsabilidade às propostas que tratam o comportamento sexual precoce como inevitável.

Novo estudo publicado por “Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine” aponta que encorajar os jovens a evitar o sexo antes do casamento é o método mais efetivo para evitar as calamitosas conseqüências da atividade sexual prematura, escreveu “Human Events Acesso em 17/05/2010”.

O estudo acompanhou o caso de 662 estudantes afro-americanos de escolas urbanas – um dos grupos que apresenta maiores problemas pelas desordens sexuais. Os jovens foram divididos em dois grupos.

O primeiro só recebeu educação visando a abstinência pre-matrimonial. O outro recebeu “educação sexual” com insistência no uso de preservativos e o “sexo-seguro”. Um terceiro grupo “de controle” não recebeu instrução especial alguma.

Após dois anos, o grupo instruído no “sexo seguro” tinha caído em maus costumes numa proporção maior dos que não receberam formação alguma. (mais…)

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