“Teólogo da Libertação” desvenda segredos da “religião” verde

O sexto da esq. p/a dir.: Leonardo Boff. À esq., agachado como jogador de futebol: Frei Beto
O sexto da esq. p/a dir.: Leonardo Boff. À esq., agachado como jogador de futebol: Frei Beto

No Congresso Continental de Teologia (foto), realizado de 7 a 11 de outubro em São Leopoldo (RS), o ex-frade Leonardo Boff relembrou a “marca registrada” da “Teologia da Libertação”: “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”, no contexto da luta de classes. E acrescentou que “nessa opção é preciso inserir o grande pobre — a Mãe Terra, Pachamama, Gaia, que é o grande pobre oprimido”.

Para o ecoteólogo marxista Boff, “a Terra da qual fazemos parte” pode a qualquer hora “nos expulsar como se fôssemos células cancerígenas”. Seria o fim da humanidade. A “Mãe Terra” estaria preparando outro ser para “receber o espírito”, por exemplo, uma lula gigante. Tal ser evoca ídolos pagãos, semelhantes a representações costumeiras do demônio…