São Nicolau, “Papai Noel” e o significado do Natal

Alejandro Ezcurra Naón

No Natal celebramos o momento culminante da História humana, quando Deus feito homem veio ao mundo e “habitou entre nós”

No Natal celebramos o momento culminante da História humana, quando Deus feito homem veio ao mundo e “habitou entre nós” (1). O nascimento do Menino Jesus constitui um transbordamento incomensurável de amor divino: o Verbo de Deus reveste-se de nossa natureza para reparar como homem ao Padre Eterno todos os nossos pecados e abrir-nos assim as portas do Céu.

A festa da pureza, da família e das crianças

A festa de Natal é, pois, por excelência, a festa da inocência, da pureza, das alegrias castas, serenas e profundas. Aquele terno Menino que repousa num presépio é o “esperado das nações” (2), o Messias cuja única presença restaura a Ordem vulnerada pelo pecado e inaugura a Era da Graça, tornando-nos capazes de praticar todo o bem.

Natal é também a festa da família, porque envolve a Família por excelência, que é a Sagrada Família, constituída pelo Menino Jesus, sua Santíssima Mãe – Virgem antes, durante e depois do parto – e seu pai legal, o patriarca São José, herdeiro do trono de David.

Sendo a festa da família, o Natal não pode deixar de ser a festa das crianças. Ao longo dos séculos, a Igreja procurou rodeá-lo de manifestações que despertassem também nos pequenos, sentimentos de devoção e piedade para com Aquele “a quem os céus não podem conter” (3), mas que, entretanto, se fez pequenino como eles e para eles.

Foram assim aparecendo costumes – músicas, representações cênicas, orações, comidas, presentes – ou formas especiais de adornar as casas como o Presépio, prática inaugurada por São Francisco de Assis e que se propagou rapidamente por todo o mundo cristão.

Ícone de São Nicolau, escola bizantina.

E assim como o espanhol é o povo que mais se comove com os sofrimentos da Paixão do Redentor e os eslavos os que com mais júbilo celebram a Páscoa da Ressurreição, são sem dúvida os germânicos os que mais se maravilham com o santo mistério do Natal.

Pedagogia natalina: a visita de São Nicolau

Um dos costumes natalinos mais encantadores surgidos na Alemanha é a visita de São Nicolau às crianças, preparando-as para essa grande festividade.

 

E quem é São Nicolau? Sabemos que foi bispo da cidade de Mira, na Licia romana (atual sudeste da Turquia), no século IV, tendo combatido os cultos pagãos e a heresia ariana, a qual negava a dupla natureza divina e humana de Jesus Cristo. Participou do Concílio de Niceia, que definiu os doze artigos da fé católica contidos no Credo. Após uma vida repleta de fatos extraordinários, São Nicolau faleceu em dezembro do ano de 345.

Quando os muçulmanos invadiram a Turquia, suas relíquias foram resgatadas e trasladadas a Bari, na Itália, onde são veneradas até hoje. Iniciou-se assim sua grande fama no Ocidente. A devoção a São Nicolau ficou associada às crianças, porque além de tê-las escolhido como objeto de sua especial caridade, nelas operou muitos milagres, alguns dos quais tão estupendos como a ressurreição de três meninos assassinados por um hospedeiro.

O Bispo São Nicolau, celebrado na Alemanha.

Surgiu por esse motivo na Alemanha medieval um simpático costume, que perdura até hoje em algumas regiões católicas: no dia 6 de dezembro, festa do santo bispo, um venerável “São Nicolau” de barbas brancas, revestido com solenes trajes episcopais, mitra e báculo, visita as casas para perguntar como as crianças procederam durante o ano. As que procederam bem ganham doces e outros presentes, enquanto as mal-procedidas recebem apenas um pequeno pedaço de carvão…

 

Essa visita do santo aos lares era acompanhada de cantos, recitações, etc., e constituía uma excelente forma de gerar nas famílias expectativa pela chegada do Menino Deus.

Esvaziamento e perversão: de São Nicolau ao “Papai Noel”

Mas com a revolução protestante tudo se transtornou. É muito instrutivo verificar como a degradação da figura de São Nicolau acompanha as etapas do processo de decadência da Cristandade descrito por Plinio Corrêa de Oliveira em seu célebre ensaio Revolução e Contra-Revolução:

Durante a Pseudo-Reforma do século XVI, para colocar-se no mesmo nível do igualitarismo calvinista, as vestimentas episcopais de São Nicolau desapareceram na Holanda, sendo substituídas por uma roupa civil. Não tendo os calvinistas hierarquia eclesiástica nem culto aos santos, a própria figura do santo bispo foi diluída e transformada na de um ambíguo personagem chamado “Sinterklaas”, com atributos próprios de seres mitológicos do paganismo nórdico. E assim deformado, no século seguinte passou à colônia holandesa de Nova Amsterdã, na América do Norte (futura Nova York).

De São Nicolau ao Papai Noel comercial…

No século XIX, ao sopro das ideias da Revolução Francesa, essa versão norte-americana do personagem – ao qual se passou chamar “Santa Claus” e que guardava ainda certos vestígios de São Nicolau – se laicizou completamente, transformando-se no fictício “Papai Noel” que hoje conhecemos: um velho de aspecto vulgar, obeso e bonacheirão, sem profissão nem religião conhecida, podendo perfeitamente ser um agnóstico, roncador e mentalmente um tanto decrépito, que reparte presentes não se sabe para quê nem por conta de quem…

Já no século XX, novo passo na decadência: com a hegemonia política iniciada pelos Estados Unidos a partir da vitória aliada na Guerra de 1914-1918, sobreveio uma concomitante hegemonia cultural norte-americana que impôs universalmente os estilos do American way of life.

Com isso, nos anos 30, um “Papai Noel” tosco e proletário, ícone de marketing da Coca-Cola, transformou-se no principal personagem do Natal daquele país, tirando dos espaços públicos das comemorações natalinas as figuras da Sagrada Família e dos Reis Magos, enquanto o Jingle Bells insípido e trepidante substituía as suaves harmonias do Stille Nacht (Noite Feliz) – o canto natalino por excelência – e os tradicionais carols (cânticos) anglo-saxões. Versões ridículas do Papai Noel se difundiram assim por todo o mundo, esvaziando gradualmente o Natal de seu sublime significado original e transformando-o numa mera celebração comercial.

Fim de um processo e certeza de regeneração

Assistimos agora à etapa final desse esvaziamento. Coincidindo com a revolução cultural que ameaça precipitar o Ocidente na mais completa dissolução moral e social, apareceram nas últimas décadas aberrantes “Mamães Noel” – inicialmente extravagantes, depois feministas, mais tarde sensuais e, por fim, pornográficas –, símbolos da perversão revolucionária do Natal.

Assim, das alegrias inocentes à voluptuosidade, da serenidade maravilhada ao frenesi, da pureza aos impulsos infrenes, da luz de Cristo às pompas de satanás, vamos chegamos ao fim de uma pendente de abominação que procura converter a magna festa da Cristandade – a celebração do nascimento do Salvador do mundo – no extremo oposto do que ela substancialmente é.

Mas o verdadeiro Natal não morre: ele continua palpitando nos corações de todos aqueles que adoram o Divino Infante “em espírito e em verdade” (4) e esperam a era de glória para a Igreja e de regeneração e esplendor para a Cristandade, anunciada em Fátima.

* * *

Na base da imagem do precioso Menino Jesus que é venerado no Santuário do Bairro 20 de Julho, em Bogotá, popularizado em todo o orbe católico, lemos esta categórica afirmação: “Eu reinarei”. Com a confiança que nasce da fé, peçamos neste Natal ao Menino Jesus que torne realidade esta promessa, e apresse a vinda de seu Reino, suplicando com toda a Igreja:  “Veni, Dómine, et noli tardáre: relaxa facínora plebis tuae Israel” — “Vem, Senhor, e não tardes: perdoa os pecados de teu povo”. (5)


[1] João 1, 14.

[2] Gn. 49, 10.

[3] Do Officium Parvum B. Mariӕ Virginis, Matinas, 1a Lição.

[4] João 4, 24.

[5] Liturgia do Advento, Domingo IV, Gradual.

19 comentários para São Nicolau, “Papai Noel” e o significado do Natal

  1. Carlos Almeida

    2 de janeiro de 2013 à 19:42

    @Célio de Marchi Cunha Não pule para outro tema. Responda o que lhe contestei. Essa é a grande dificuldade dos protestantes que acham que basta ler a Bíblia para conhecer a verdade. Você não responde a questão que pus e salta para outro, ou você não sabe interpretar textos. Nesse caso como pretende interpretar o livro sagrado? RESPONDA O QUE LHE CONTESTO, NÃO FUJA DO TEMA.

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  2. Célio de Marchi Cunha

    31 de dezembro de 2012 à 22:31

    E você me mandar calar a boca é democrático? Será que não estamos numa época de livre expressão de pensamento? O papai Noel foi gerado da história de São Nicolau e não da reforma. São Nicolau, Snata Claus ou papai noel, são formas demoníacas de desviar as pessoas do verdaseiro motivo do Natal. Jesus é o nascido rei e não veio para trazer presentes para as crianças bem compórtadas, não. Veio ser o nosso presente, oferecido por Deus, no presépio e no Gólgota. Toda honra, toda glória devem ser dadas unicamente ao cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ninguém mais merece, venerações, glórias ou cultos a não ser Jesus. Veja no apocalipse a quem se deve dar toda a honra e veja se além do trono de Deus e do cordeiro existe um trono para uma pseudo “rainha dos céus”. Vou aguardar a referência bíblica sobre esta rainha que vocês tanto colocam acima de Jesus. @Carlos Almeida

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  3. Célio de Marchi Cunha

    31 de dezembro de 2012 à 22:24

    Muito bem, sr. Alejandro. Vocês atacam a reforma como pseudo-reforma e quando alguém defende o movimento como legítimo e que tirou o mundo da negra idade média, controlada despoticamente pela igreja católica, que em nome de ser a igreja verdadeira, demonstrava o “amor” às pessoas, que Jesus legitimamente usou contra seus algozes, não lhes imputando pena, mas pedindo a Deus que os perdoasse, por não saberem o que faziam, sua igreja assassinava “supostos hereges”, por não lhe serem seguidores. Ela nunca permitiu que as pessoas optassem livremente pela religião que quisessem seguir e impedia que seus próprios seguidores conhecessem a verdade através da leitura da Bíblia, confinando-as nos conventos e suas bibliotecas secretas. Você fala em Judas Macabeu que nunca conheceu o evangelho de Jesus Cristo, pois foi anterior a ele. Se ele tivesse ao menos ouvido Jesus dizer que “DEUS AMOU TANTO O MUNDO QUE ENVIOU SEU FILHO UNIGÊNITO, PARA QUE TODO O QUE NELE CRESSE TIVESSE A VIDA ETERNA, (João 3.16)teria mudado seu conceito sobre os que morreram, pois como vocês não leram,´por não quererem, e ele também não, continuam inutilmente “rezando pelos mortos”, mesmo Jesus dizendo que “QUEM CRER SERÁ SALVO, MAS QUEM NÃO CRER JÁ ESTÁ CONDENADO”. (João 3.17) será que esta palavra bíblica, registrada pelo apóstolo João não vale, de que se alguém morrer sem crer no sacrifício de Jesus pró-pecadores, já partem condenados? Ou a arrogância da pseudo única igreja recebeu tanta autoridade que passa por cima de um ensino de Jesus? Você é tão obtuso assim, que para entender um ensino claro como esse, precisa que um “padre” interprete para você? Será que você já leu no Evangelho de João 5.24 Jesus garantindo: “QUEM OUVE A MINHA PALAVRA E CRÊ NAQUELE QUE ME ENVIOU TEM A VIDA ETERNA”. Não somos nós que nos achamos salvos, mas nós cremos que Jesus é poderoso o bastante para manter a sua promessa. Ou você não crê nas promessas de Jesus? Você pode ler também João 6.40 e João 10.27-28 e João 11.25. Vá lendo, caro Alejandro e “CONHECEREIS A VERDADE (QUE É A PALAVRA DE DEUS, QUE É CRISTO,) E A VERDADE VOS LIBERTARÁ’ e você , como todo evangélico, terá a certeza de sua salvação eterna, pois não confiamos em nossos méritos, mas nos méritos de Jesus, o nosso Salvador. E sabe qual é o segredo? Leia João 7.38 e descobrirá. Sim, sr. Alejandro, quem crê em Cristo, ele envia o Espírito Santo, como nos ensina Jesus no mesmo evangelho 14.26. Bom, eu desculpo você pelas ofensas pessoais, pois só estou falando de Jesus e mostrando a falácia de não se ir à fonte da verdade que é a Bíblia e ficar ouvindo “falsos mestres” que já venderam indulgências como passagem para o céu. Coitado de quem gastou fortunas, enriquecendo a “santa madre igreja” e descobrindo depois de mortos, que a passagem tinha outro destino, o inferno. Bom, voces não são evangélicos mesmos, não é? E se eu estou aqui, é porque estou num veículo livre para se dar opiniões, pensei que este site tivesse esta característica, a da liberdade de expressão. Se é só para atacar os “gays” e aqueles que não rezam na cartilha do papa, estou com muito prazer fora. Igreja significa “eclesia” que eram os tirados para fora do povo para constituir uma assembléia. O que Jesus pensara era isso: tirar-nos do mundo dominado pelo diabo e no pecado e nos trazer para o seu Reino de amor, sem esse ódio que vocês católicos demonstram por todos que divirjam de vocês. Faz me lembrar dos terroristas muçulmanos que não aceitam outro “deus” que o Alá. Não cremos no mesmo Deus Jesus? E onde o amor, a paciência, o suportar os outros que Jesus tanto ensina? Não quero trazer ninguém para “minha igreja” , mas oro para que todos venham para a Igreja de Jesus, que os séculos não derrotaram e será um dia arrebatada pelo Senhor, sem levar as placas de identificação. Jesus um dia perguntou para um cego que tinha curado: Você crê no Filho de Deus? e o cego respondeu: Quem é ele, Senhor, para que nele creia? Disse -lhe Jesus: Tu o tens visto e é aquele que fala contigo. E o cego disse: creio, Senhor e o adorou. Façam como ele, católicos, abram os olhos e vejam Jesus, o Filho de Deus e creiam nele e o adorem como o único Deus e deixem as adorações, venerações (que são a mesma coisa), a imagens , santos mortos, Maria e fiquem com o único que “nos amou e a si mesmo se entregou por nós.” “Porque não há nenhum outro nome debaixo do céu pelo qual importa que sejamos salvos.” (Atos 4.12) e I Timóteo 2.5 e descubra que só há um mediador entre Deus e os homens” e entre nós e Jesus, só Jesus se tornou humano para compadecer-se da nossa fraqueza, pois tinha que ser homem-Deus para fazer essa ligação, nenhuma mulher ou homem pode fazer isso e o evangelho não nos apresenta essa possibilidade. Creia em Jesus, Alejandro e tenha fé, que Jesus prometeu salvar o que se perdeu. Você , também pode ter essa certeza, sem medo da morte. @Alejandro Ezcurra

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  4. Carlos Alfredo Benítez Meabe

    30 de dezembro de 2012 à 19:27

    El artículo del Sr. Alejandro Ezcurra es excelente. Muestra la crisis de nuestra cultura a partir de que la bandera de rebelión fuera levantada por el protestantismo (cfr. León XIII, enc. “Annum ingressi”). Y la demostración se constriñe al objeto del artículo, la fiesta de la Navidad de Nuestro Señor. Nadie, de buena fé, puede negar que los cambios que se operaron en la figura de San Nicolás a partir de la revolución protestante están en consonancia con el espíritu que introdujo la mal llamada Reforma. La extrema simpleza, la desacralización, la falta de unción en el espíritu navideño, son propias de la mentalidad protestante

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  5. Carlos Alfredo Benítez Meabe

    30 de dezembro de 2012 à 19:25

    El artículo del Sr. Alejandro Ezcurra es excelente. Muestra la crisis de nuestra cultura a partir de que la bandera de rebelión fuera levantada por el protestantismo (cfr. León XIII, enc. “Annum ingressi”). Y la demostración se constriñe al objeto del artículo, la fiesta de la Navidad de Nuestro Señor. Nadie, de buena fé, puede negar que los cambios que se operaron en la figura de San Nicolás a partir de la revolución protestante están en consonancia con el espíritu que introdujo la mal llamada Reforma. La extrema simpleza, la desacralización, la falta de unción en el espíritu navideño, son propias de la mentalidad protestante

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  6. Teodoro Alves

    30 de dezembro de 2012 à 13:53

    @Denis G. Rocha É lamentável como algumas pessoas leem mas não entendem. Como podem pretender interpretar a Bíblia sem o ensinamento dos pastores que Cristo elegeu para conduzir seu rebanho? O autor quis mostrar as transformações pelas quais sofremos rumo a uma deformação cada vez maior de nossa sociedade. O espírito do Natal não é o Papai Noel, mas sim a comemoração do nascimento do Salvador e para que esse espírito seja preservado e incentivado a Civilização Cristã foi criando costumes e até mesmo lendas, São Nicolau não é obstáculo para a comemoração da vinda do Mesias. Jesus falou aos homens por parábolas que ele inventou, por exemplo, a do semeador, o bom samaritano, talentos, etc. as personagens eram fictícios. Pergunto: Jesus mentiu usado personagens fictícios?

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  7. Carlos Almeida

    30 de dezembro de 2012 à 13:27

    @Célio de Marchi Cunha
    Sua sentença DOGMÁTICA: “Somos todos servos e irmãos entre nós e a Bíblia é de livre interpretação, sim, por isso tem pessoas que deixam o catolicismo e escolhem a igreja que quer ir. Se erram, é humano errar, mas perseverar no erro como a igreja católica tem feito através dos tempos, já beira à burrice. Leia a Bíblia querido, e ouça Jesus, o Espírito Santo e pare de ouvir essa hieraquia mentirosa que não admite perder seu “poder”, que é satânico. Tenho dito.” é inteiramente contraditória, como sempre ocorre que nega que a verdade não é relativa. Você não condenar ninguém que leia a Bíblia porque – como você mesmo diz – é de livre interpretação, portanto, cada um tem uma verdade. Então melhor voce calar a boca, porque segundo MINHA INTERPRETAÇÃO vocé só fala inverdades. E não faça afirmaçõe dogmáticas porque não é o espírito de seu reformador-mor Lutero. Assim falou-me o Espírito Santo após ler um trecho da Bíblia: cale a sua boca.

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  8. José Zacarias

    30 de dezembro de 2012 à 5:14

    CONTRA O HEREGE PROTESTANTE: Célio de Marchi Cunha
    Nada mais chocante do que se ter que aturar um herege ignorante, rude e intrometido. Esse tal de …. Célio de Marchi Cunha…. entra em Blog eminentemente Católica para fazer a sua degenerada propaganda herético-protestante, ofendendo gratuitamente e da forma mais desprezível e abominável a Santa Madre Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a única fundada pelo mesmo Jesus e enviada com todos os poderes e autoridade sobrenatural para nos reconcilar com Deus e nos conduziar à verdadeira salvação, já que fora dela, a salvação pregada, não passa de uma farsa total, porque é uma mentira inventada pelo demônio para enganar os trouxas arrogantes e presuncosos como esse tal de ….. Célio de Marchi Cunha ….. , inimigo de Deus e de sua Santa Igreja, e auto proclamado servo do demônio, porque todo o protestantismo é obra do demônio e não salva a ninguém, como eles dizem, às vezes até maliciosamente, mas ao contrário, LEVA MULTIDÕES DE HEREGES PARA O INFERNO, com a falsa ilusão de que somente eles, os hereges protestantes salvam, porque o “jesus” que eles pregam também é protestante, e portanto falso,
    A verdade é que FORA DA SANTA MADRE IGREJA, CATÓLICA E APOSTÓLICA ROMANA, NÃO HÁ SALVAÇÃO, por mais que esses enviados de satanás, cumprindo ordens de seus superiores infernais digam o contrário.
    Agora oh herege maldoso e sem educação, conhecido por Célio de Marchi Cunha , o intrometido protestante que vai onde não é chamado, VAI PROCURAR A TUA TURMA !!!!
    E nos deixa em paz!

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  9. Alejandro Ezcurra

    29 de dezembro de 2012 à 15:50

    @Célio de Marchi Cunha
    Sr. Célio, sou historiador e autor do artigo s/ São Nicolau, baseado em dados estritamente históricos. E, verdadeiramente, lamento que suas objeções ao mesmo, que poderiam enriquecer uma interessante discussão histórico-religiosa, sejam tão impregnadas de un irracional fanatismo anticatólico, que impedem qualquer interlocução.
    De fato o Sr. não aporta dado nenhum, e cinge-se a desabafar injurias gratuitas contra à Igreja Católica, como a de dizer que ela “persevera no erro”, que São Nicolau é “invento” e o simpâtico costume de figurar sua visita aos lares uma “degenerscença” e um “desvio”, que a o Purgatório é “mentira” (e então por qué Judas Macabeu mandou rezar pelos guerreiros israelitas falecidos no combate?), em fim, uma coleção de calúnias anticatólicas, e em linguagem tão ofuscada, que se diria mais movidas pelo ódio à Igreja do que pelo desejo de conhecer a verdade.
    E isso, em plena época natalina… ¡quão longe fica esse ódio do espirito do Natal! Uma oportunidade desperdiçada de enriquecer um tema maravilhoso. Lamento.

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  10. Tia Jane

    29 de dezembro de 2012 à 3:13

    Gostaria muito que vocês tivessem tido a oportunidade de assistir o Musical “Uma Linda História de Natal”. fazem 4 anos que me sinto lutando sozinha contra essa cultura de “papai noel” ao inves de Jesus, no Natal… Nunca tivemos apoio de ninguem, os atores todos voluntários. Mas tivemos muitos gastos em todos os musicais que apresentamos, sem contar que faziamos gratuito. No site vão poder ver um pouco. Mas assisti-lo por inteiro iria mostrar o quanto nossa luta é grande para desmascarar esse anticristianimo que toma lugar na cabeça de nossas crianças… Poderiam nos dar uma chance de apresentar o musical para vocês? Somos do PEIC TiaJane.Com – um programa de evangelização infanto-juvenil CATÓLICO, sem medo de anunciar a verdade de nossa Igreja!

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  11. Célio de Marchi Cunha

    29 de dezembro de 2012 à 1:30

    @Gustavo BNG
    Sinto muito, sr. Gustavo, mas a degeneração começou quando vocês católicos inventaram esta história de São Nicolau. Afinal, o natal é o nascimento de Jesus , mas quem leva os louros é “são Nicolau? Você nunca ouviu falar que “quem conta um conto, aumenta um conto:” Vocês começaram o desvio e daí para diante, não adianta tentar jogar a “batata quente” nas mãos dos reformadores, não. E foi reforma sim, pois a igreja católica mandava e desmandava e proibia o povo de conhecer o verdadeiro evangelho, ensinando mentiras como necessidade de comprar indulgências para ser-se perdoado e não se ir para outra grande mentira chamada o “purgatório”. Esquecia-se sua “madre igreja” do Jesus que nascera em Belém e não vinha para premiar os bons “meninos”, não, vinha mesmo para os maus e perdidos, prometendo salvação a quem cresse e se arrependesse de ter ficado acreditando nesta igreja que “tomou” o nome só prá si, e acha que o evangelho é esse amontoado de missas do galo, papais-noel, sim que é degenerescência do seu “são Nicolau.” Vocês ainda nos obrigam a comemorar o natal em data errada, pois na Judéia Jesus nasceu no verão que é Junho/julho e não no inverno de dezembro, lá. Mas como nós aproveitamos o que vocês inventaram de “espirito de Natal e fazemos cantatas que falem do verdadeiro propósito do nascimento do Messias, para ver se conduzimos alguns dos veneradores de imagens de meninos Jesus e fátimas, que só desviam o homem do verdadeiro Salvador, único nome dado entre os homens para que possamos ser salvos.
    Tanto foi uma reforma verdadeira que obrigou a “santa madre igreja” a promover uma “contra reforma”. E hoje até vocês leem a Bíblia que Gutemberg imprimiu para o povo ler, claro que muito a contragosto da hierarquia a que você se refere, que não é ensino de Jesus, não, pois ele disse que entre os CRENTES, QUEM QUISER SER O MAIOR, SIRVA OS OUTROS”. VOCÊ JÁ FOI SERVIDO PELO PAPA:? OU PELO MENOS PELO PÁROCO LOCAL? ALGUÉM LAVOU SEUS PÉS? . Somos todos servos e irmãos entre nós e a Bíblia é de livre interpretação, sim, por isso tem pessoas que deixam o catolicismo e escolhem a igreja que quer ir. Se erram, é humano errar, mas perseverar no erro como a igreja católica tem feito através dos tempos, já beira à burrice. Leia a Bíblia querido, e ouça Jesus, o Espírito Santo e pare de ouvir essa hieraquia mentirosa que não admite perder seu “poder”, que é satânico. Tenho dito.

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  12. Rocha

    28 de dezembro de 2012 à 16:57

    Gustavo BNG: falou e muito bem disse!

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  13. Gustavo BNG

    28 de dezembro de 2012 à 5:04

    @Denis G. Rocha
    Acho mais correto chamá-la de Deforma que de Reforma, pois os estragos causados pelo Livre Exame foram enormes. Veja que hoje há cristão sem sacramento, que guarda o sábado e não o domingo, que rejeita o mistério da Trindade, que rejeita a necessidade das boas obras, que rejeita a Patrística etc…
    Uma Torre de Babel! Tudo sob “inspiração do Espírito Santo”. (Só se Ele mentiu pra cada reformador!)

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  14. D. J. Anacletto

    27 de dezembro de 2012 à 23:25

    Embora eu seja neutro quanto a sua opinião, Denis G. Rocha, achei bastante interessante a sua colocação…

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  15. D. J. Anacletto

    27 de dezembro de 2012 à 23:19

    Só lamento que em todos os artigos que já li, a palavra “agnóstico” colocada de modo equivocado…

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  16. Fred

    27 de dezembro de 2012 à 17:29

    Boa tarde a todos.
    Moro em Holambra – SP e aquí comemoramos a chegada de Sâo Nicolau e seus ajudantes, os Pedros Negros.
    Quase toda a cidade comemora os dias que antecedem sua chegada pois seus ajudantes, Pedros Negros, ficam rondando por toda a cidade visitando as crianças nas escolas, em casa, no comércio e onde mais forem recebidos (todos voluntários). Durante as visitas que fazem às crianças, procuram saber como estão na escola, como estão se comportando em casa e etc. Com isso conseguem o compromisso das crianças de que vão melhorar no que precisam.
    No dia da chegada de São Nicolau fazemos uma festa aberta ao público em geral onde são distribuídos presentes, lanches e com muitas brincadeiras. São Nicolau chega vestido de Bispo Católico da forma mais tradicional possível contando muitas histórias da sua viagem até o Brasil. Reforça com as crianças a necessidade de se comportarem bem durante todo o ano e deixa bem claro que no Natal comemoramos o nascimento Do Menino Jesus.
    É uma festa muito gostosa onde todos são bem recebidos mas que acontece, a cada ano, com mais dificuldade. A festa é muito criticada pelos que são contrários a Fé Católica. Alguns “anciões” até fazem pregações denegrindo a festa e tentando coibir a participação das crianças através de seus pais.
    Mas mesmo assim muitos participam da forma que podem ou conseguem, com doações que servem para pagar as contas com presentes para as crianças, fantasias dos ajudantes de São Nicolau e etc. É muito gratificante!

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  17. Rocha

    27 de dezembro de 2012 à 17:28

    Como este espaço noticiou no ano passado, um viva à Germânia! Este povo tem regiões autodenominadas “livres de Papai Noel”, regiões onde ocorre o óbvio: a figura central é JESUS e uma das secundárias é o valoroso São Nicolau.

    Simples assim. Belo assim!

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  18. Denis G. Rocha

    27 de dezembro de 2012 à 13:07

    Ao IPCO e ao Sr. Alejandro Ezcurra Naón:
    Chamar a Reforma do Século XVI de “pseudo-reforma” e os protestantes de criadores do atual papai noel é má fé ou pura ignorância ou, quem sabe, as duas coisas juntas. E afirmo isto porque, em primeiro lugar, não pode ser chamado de “pesudo” (= falso) um movimento que, vocês sabem, mexeu com a estrutura social do nosso mundo e transformou os países que verdadeiramente o adotaram nos países mais prósperos do nosso mundo; em segundo lugar, porque os verdadeiro protestantes jamais adotaram qualquer figura de papai noel, seja ela a que vocês dizem ser verdadeira ou a que vocês intitulam como falsa e criação dos próprios protestantes.

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  19. Lauro Coelho

    27 de dezembro de 2012 à 10:00

    Excelente demonstração de que sofremos um processo lento e paulatino, mas continuo, rumo ao abismo do anticristianismo.

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