A Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo aos céus coroa sua vida terrena, e é a suprema glorificação do Filho Unigênito de Deus e nosso Redentor, como diz a liturgia de hoje, que ascendeu ao céu por vontade própria, entre o júbilo das legiões celestes, e cercado pelo cortejo das almas justas do Limbo. Ele se acha assentado à direita do Pai, como diz o Credo, com a nossa frágil natureza, unida à sua Pessoa divina. Santo Agostinho atribui a instituição da festa da Ascensão aos Apóstolos. Mas os primeiros testemunhos seguros dessa festividade são do ano 300. No século V a festa da Ascensão já era universal. Antigamente fazia-se também uma procissão para recordar a caminhada de Jesus e dos discípulos ao Monte das Oliveira, e seu ingresso triunfal no céu. Atualmente esse fato prodigioso da Ascensão é ainda recordado pela extinção do Círio pascal após o canto do Evangelho, cerimônia esta introduzida por São Pio V. (Missal Romano Quotidiano, Edições Paulinas, 1959).

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