Resumo: O dogma da Imaculada é explicado como reflexo da hierarquia da Criação e como triunfo doutrinal em meio às convulsões do século XIX. A coletânea de textos de Plinio Corrêa de Oliveira destaca a preservação de Maria de toda mancha e sua posição singular no plano divino. A devoção é apresentada como antídoto contra igualitarismo, liberalismo religioso e perda da ordem sobrenatural.
Estamos na vigília da festa da Imaculada Conceição.
Em pleno século XIX, conturbado pelo garibaldinismo, pelos carbonários, pelos liberais dentro da Santa Igreja, o Papa Pio IX promulga o dogma da Imaculada Conceição.
Oferecemos a nossos leitores uma Coletânea de artigos do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre a Imaculada Conceição. Acesse aqui https://pliniocorreadeoliveira.info/Especial_imaculada_conceicao.htm#.XeuXxuhKiUl
Conceição Imaculada: “Ela em nenhum momento teve nenhuma nódoa do pecado original. A lei inflexível pela qual todos os descendentes de Adão e Eva, até o fim do mundo, teriam o pecado original, essa lei se suspendeu no que diz respeito à Nossa Senhora e naturalmente ao que diz respeito à humanidade santíssima de Nosso Senhor Jesus Cristo.
“De maneira que Nossa Senhora não ficou sujeita às misérias a que estão sujeitos os homens. Nossa Senhora não ficou sujeita aos maus impulsos, às más inclinações, às más tendências que os homens tem. Tudo nEla corria harmonicamente para a verdade e para o bem; tudo nEla era o movimento para Deus. Nossa Senhora era o exemplo perfeito da liberdade, nesse sentido da palavra, que tudo quanto a razão iluminada pela fé lhe indicava, Ela queria inteiramente e Ela não encontrava em si nenhuma espécie de obstáculo interior.
“A graça, por outro lado, acumulava, Ela era cheia de graça. De maneira que o ímpeto com que todo o ser dela se voltava para o tudo o que é verdade, tudo o que era bem, era verdadeiramente indizível”.
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