No momento, você está visualizando Plinio Corrêa de Oliveira, paladino da Fé e da vocação do Brasil

Hoje, 13 de dezembro, a Santa Igreja comemora a festa de Santa Luzia.

Em 1908, dia 13, nascia em São Paulo, Plinio Corrêa de Oliveira. Sua biografia foi bem resumida pelo Prof. Roberto de Mattei em sua obra Cruzado do Século XX. Ressalta, o escritor italiano esse aspecto militante em defesa da Santa Igreja e da Civilização Cristã. Sendo brasileiro, tendo fundado a TFP, naturalmente a defesa dos três valores Tradição, Família e Propriedade marcaram a sua existência. Prova-o com exuberância de fatos o livro Cruzado do Século XX.

Minha Vida Pública

Se quisermos adentrar em outros aspectos da vida de Dr Plinio, em particular a sua luta contra o progressismo dito católico, as denúncias a nível nacional das manobras da esquerda religiosa e política, sugiro o livro Minha Vida Pública.

Não se consegue ler o período de sua vida – 1928 a 1947 – a sua militância nos meios católicos e a rejeição que sofreu da parte de tantos eclesiásticos, sobretudo após a publicação do Em Defesa da Ação Católica, sem perceber ali traços de um martírio moral.

Dr Plinio tinha plena consciência que a denúncia dos erros infiltrados na Ação Católica teria como consequência o seu ostracismo, palavra que hoje se entende como “cancelamento”. Sim, Dr. Plinio foi passo a passo sendo afastado de postos-chave do Movimento Católico, da liderança do laicato em São Paulo até culminar com o “presente” de Natal, em 1947, em que o Cardeal de São Paulo, d. Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta o destituiu e a seus amigos também, da diretoria e redação do Legionário.

Seis anos se passaram (1943 a 1949) sob o fogo da artilharia progressista, da perseguição, até que vinda de Roma, a carta de Mons. João Batista Montini, sub secretário da Secretaria de Estado do Vaticano, em nome de Pio XII, afirmava a ortodoxia do livro Em Defesa da Ação Católica.

Pergunta que cabe com todo propósito: Dr. Plinio foi reabilitado pelo Cardeal Motta após a aprovação do  Vaticano? A resposta foi o silêncio.

Cruzado do Século XX, em defesa da Igreja e do Brasil, Dr. Plinio sugere ao bispo de Campos, D. Mayer, a criação de um jornal. Surge o Catolicismo com a mesma linha combativa do antigo Legionario. Foi escolhido como artigo de lançamento, janeiro de 1951, A CRUZADA DO SÉCULO XX. Leiam esse artigo-manifesto e entenderão que Dr Plinio não se vergou ante as perseguições e prosseguiu sua missão de paladino da Fé e da Civilização.

A Vocação do Brasil

Falei da vocação do Brasil. Como o Dr. Plinio discerniu e procurou durante sua vida mostrar que a América Latina devia orientar-se com um rumo independente: Nem Washington (american way of life) nem Moscou (URSS). Claro, o nazifascismo já tinha ficado para trás e o Legionário teve a glória de desferir contra a heresia parda os maiores golpes. Vencido o nazifascismo ficavam de pé o perigo comunista URSS, o perigo gravíssimo para a América encarnado no progressismo, na esquerda católica capitaneada por D. Helder, na Teologia da Libertação,

O Brasil tem uma missão ímpar no contexto do Ocidente, em particular na América Latina. Nossa presente situação sob o látego da esquerda petista em nada altera nossa missão.

Dr. Plinio foi, na realidade, na sua atuação, nos seus escritos um homem providencial. Ele soube, sua vida dá testemunho, deduzir da doutrina católica a aplicação à sociedade temporal. O Brasil é chamado a moldar um tipo de sociedade que não copia o mundo anglo-saxão, muito menos o sub mundo comunista.

Mas, isso já nos leva para outros aspectos. Por hoje fiquemos aqui.

Tenhamos confiança, sob o manto de Nossa Senhora Aparecida: ESSE AINDA SERÁ UM GRANDE PAÍS!