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A esquerda não gostou os pró Vida celebraram

Governadora de Porto Rico, Jenniffer González-Colón, reconhece crianças não nascidas como seres humanos; esse foi um grande passo na Reforma do Código Penal.

A nova lei, sancionada na quinta-feira (12) reconhece uma criança não nascida “concebida em qualquer estágio de gestação” como um ser humano para fins do Código Penal do país.

Comenta LifeSiteNews: “Embora a nova lei não afete as leis sobre aborto no território americano, seu reconhecimento explícito da humanidade da criança não nascida será utilizado no contexto da definição de assassinato.”

Como afirmou a governadora González, republicana, a nova lei “classifica como homicídio qualificado o assassinato intencional e consciente de uma gestante, resultando na morte do feto em qualquer estágio da gestação dentro do útero materno”.

Reações de bom senso não faltaram. Os movimentos pró vida celebraram a nova lei.

A esquerda, pelo contrário, sempre se manifesta pró aborto: “Um zigoto recebeu personalidade jurídica”, disse Rosa Seguí Cordero, advogada e porta-voz da Campanha Nacional por Aborto Livre, Seguro e Acessível em Porto Rico, à Associated Press. “Nós, mulheres, fomos privadas de nossos direitos.”

Um comentário de bom senso: “Em vez de ser radical, esta lei “reflete um reconhecimento crescente de que os sistemas jurídicos não podem ignorar indefinidamente a realidade científica de que a vida humana começa na concepção”, escreveu Vianca Rodríguez na época. “Ao nomear essa realidade diretamente, Porto Rico escolheu a honestidade em vez da ambiguidade e colocou o valor da vida não nascida firmemente dentro de sua estrutura legal, reforçando princípios de longa data de dignidade humana e proteção da vida reconhecidos nas tradições constitucionais de Porto Rico e dos Estados Unidos.””

ATIVISTAS PRÓ ABORTO

Os ativistas pró aborto “temem que os princípios fundamentais da personalidade jurídica, estabelecidos nas estruturas legais, acabem servindo também para proteger crianças não nascidas de serem mortas em procedimentos de aborto direto.”

“Um zigoto recebeu personalidade jurídica”, disse Rosa Seguí Cordero, advogada e porta-voz da Campanha Nacional por Aborto Livre, Seguro e Acessível em Porto Rico, à Associated Press. “Nós, mulheres, fomos privadas de nossos direitos.”

Alondra del Mar Hernández, da organização Aborto Livre Porto Rico, classificou a lei anterior como “uma ferramenta de manipulação” e “um mecanismo de controle” que poderia levar à criminalização do aborto; Patricia Otón, do mesmo grupo, comparou-a com leis semelhantes, “particularmente no Sul, onde as leis sobre o aborto são mais restritivas”.

Momento Histórico para Porto Rico

Em uma publicação no X na sexta-feira, a organização Susan B. Anthony Pro-Life America celebrou a nova lei, chamando-a de um “momento histórico em Porto Rico”.

“A nova lei reconhece os bebês não nascidos como pessoas perante a lei, afirmando que toda vida humana tem valor e merece proteção. Um exemplo poderoso e um exemplo poderoso e uma vitória para mães e bebês”, dizia o tweet. “Aplaudimos este passo ousado em prol da dignidade humana!”

O aborto é condenado pela Santa Igreja como pecado gravíssimo. Compreende-se facilmente a repercussão positiva em tantas pessoas e organizações pró Vida.

LifeSiteNews enumera algumas:

Kristan Hawkins, presidente da Students for Life, também comemorou essa “GRANDE VITÓRIA”, tuitando: “Porto Rico acaba de reconhecer bebês não nascidos como seres humanos perante a lei! Obrigada à governadora Jenniffer González por afirmar o que a ciência já deixou claro há décadas: a vida começa na concepção!”

“Essa decisão terá implicações legais, políticas e culturais em toda a ilha e poderá influenciar discussões em outros estados e territórios também”, previu ele.

Saudamos a governadora de Porto Rico, Jenniffer González-Colón, por mais esse ato vigoroso em defesa dos Valores Morais.

Nossa Senhora de Guadalupe, Patrona das Américas, fortalecei o movimento pró Vida em nosso Brasil.

Fonte: https://www.lifesitenews.com/news/puerto-rico-recognizes-preborn-children-as-human-beings-in-penal-code-reform/