Nada de mais errado julgar que o gosto pela perfeição, pelas coisas bem feitas, com expressão artística autêntica, seja apanágio só das elites. Quem já viajou pelo 5, pela Baviera ou pela Suíça, deve ter observado como as casas dos camponeses são bonitas, diferenciadas, com detalhes artísticos — pinturas nas paredes, formato dose telhados, rosa de ventos feita de ferro etc.

O bom acabamento, as cortinas colocadas com esmero e as flores de gerânio bem cultivadas nas janelas completam o quadro digno de tornar-se um cartão postal. O mesmo ocorre quando percorremos as vielas de antigos vilarejos, ainda preservados em toda a Europa — casas em bom estado, outras abandonadas e quase em ruínas, mas cada uma manifestando sua individualidade e seu conjunto, agradando a todos os que por ali transitam.

E o que falar dos tapetes, dos bordados, dos trajes, das danças típicas, das festas populares? E dos pratos das ricas culinárias das diversas regiões da Europa?

Tudo isso mostra como era rica, culturalmente, em todos os níveis sociais, a Civilização Cristã.

 

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