Daniel Martins

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Daniel Martins

319 artigos publicados

Voluntário do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Articulista na Revista Catolicismo e na Agencia Boa Imprensa.
Coordenador do Canal dos Santos Anjos no YouTube: https://www.youtube.com/c/CanaldosSantosAnjos/

Quilombolas: mais uma farsa desmascarada

Resumo: Farsa desmascarada é a formulação usada para contestar políticas de demarcação relacionadas às comunidades quilombolas. O artigo questiona critérios territoriais e a utilização de reivindicações históricas em disputas sobre propriedade, argumentando que certas medidas podem favorecer projetos políticos mais amplos em vez de resolver de modo equilibrado os conflitos fundiários.

Foto: Manoel Marques

LEI DA SELVA
Lula na comemoração da demarcação da Raposa Serra do Sol, que feriu o estado de Roraima

Notalatina traz em seu Blog (7/5/10) um assunto que merece toda a atenção do agropecuarista, pois trata-se de mais um crime do Governo contra a propriedade privada da terra.

Chávez descaradamente “expropria” terras e empresas, enquanto o governo brasileiro cria kolkhozes, no mais puro estilo stalinista, disfarçados sob o nome de “comunidades” indígenas e quilombolas.

Em Bagé (RS) existe uma comunidade afro-descendente: Quilombo de Palmas, na localidade de Pedreira.
Ali conviviam há séculos, em perfeita harmonia, proprietários brancos e negros, até que o governo federal resolveu criar a discórdia colocando uns contra os outros.
As criações de falsos quilombos por todo o território nacional vêm sendo postas em prática pelo governo federal, e disto a revista Veja desta semana fez uma longa matéria sob o titulo. (mais…)

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“Apartheid” de Bagé II

Tentáculos do Terror II

Em setembro de 2008, escrevi um artigo denunciando que o Mato Grosso do Sul estava em polvorosa com a pretensa criação de uma área para a ‘nação guarani’, na área mais produtiva do Estado.

Os guaranis da Argentina e Paraguai se entusiasmaram e já pretendiam invadir a região de mala e cuia.

Como os grãos brasileiros não têm concorrentes no mercado internacional, as grandes empresas estrangeiras financiaram, novamente, laudos e perícias fajutos em mais essa tentativa de desnacionalização da Terra Brasilis.

Os proprietários agiram impedindo a entrada de antropólogos nas suas terras, a sociedade Mato-grossense e seus políticos se mobilizaram e a situação foi revertida, pelo menos temporariamente até que novamente os rapinantes da FUNAI voltem a atacar.

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Seu pensamento é policiado em nome da “não-discriminação”: Parte II

Resumo: Máquina de indignação designa, na segunda parte da série, um método de pressão cultural que seleciona alvos, inimigos e supostos cúmplices. O artigo examina como campanhas de reprovação pública podem controlar o debate em nome da não-discriminação e transformar…

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“Apartheid” de Bagé

Tentáculos do Terror (I)

“Quando iniciei minha série de amazônicas palestras, há dez anos, eu já alertava sobre a insidiosa articulação de ativistas estrangeiros, e entreguistas da FUNAI, CIMI e seus vis asseclas com a finalidade de promover demarcações de enormes reservas indígenas nas áreas de fronteira da Amazônia Brasileira.

“Em relação às Reservas Raposa e Serra do Sol eu apresentei um histórico da demarcação e dos diversos laudos, que apesar de apresentarem vícios de origem e serem baseados numa série interminável de tramóias, levaram, mesmo assim, à demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (TIRSS).

“Um visível desrespeito à soberania nacional e à sobrevivência dos nativos (brasileiros, venezuelanos e guianenses) daquelas áreas que hoje abandonam a TIRSS e migram para Boa Vista em busca de emprego e melhores condições de vida. (mais…)

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Seu pensamento é policiado em nome da “não-discriminação”: Parte I

Resumo: Liberdade de expressão é apresentada como fundamento das sociedades modernas e colocada em tensão com políticas de não-discriminação. A primeira parte da série investiga como a linguagem do respeito pode estabelecer limites seletivos ao pensamento, distinguindo proteção legítima contra abusos de mecanismos que restringem a manifestação de convicções.

José Carlos Sepúlveda

A maior parte das sociedades modernas cultua como valor básico a liberdade de expressão, pela qual todo e qualquer indivíduo pode manifestar publicamente e sem censuras suas opiniões, desde que estas não incitem ao crime.

Mas, curiosamente, a chamada liberdade de expressão vai sendo corroída não tanto por dispositivos legais mas por uma mentalidade, uma ideologia que se vai disseminando a pouco e pouco. Eu a qualificaria como a ideologia do “anti-preconceito” e da “não-discriminação”. (mais…)

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