Dom Bertrand de Orleans e Bragança

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Dom Bertrand de Orleans e Bragança

42 artigos publicados

D. Bertrand de Orleans e Bragança, chefe da Casa Imperial do Brasil, bisneto da Princesa Isabel, a Redentora, e trineto do Imperador Dom Pedro II, último monarca dos brasileiros.

Decreto dos falsos quilombos do ES

Resumo: Os decretos quilombolas são criticados por possibilitar desapropriações de produtores rurais em diferentes estados brasileiros. O texto examina critérios de reconhecimento, questiona a segurança jurídica das áreas atingidas e relaciona a política fundiária a conflitos entre reivindicações históricas, propriedade privada e decisões administrativas que podem deslocar famílias estabelecidas.

Dom Bertrand

Recebi notícia do Eliezer Nardoto do decreto arbitrário e injusto contra os legítimos produtores rurais de São Mateus. Arbitrário porque os próprios negros recusam essa classificação de “quilombolas”. Esse é o presente de “Natal” do presidente Lula para os movimentos revolucionários do confisco e da divisão racial do Brasil.

Esperemos que o Judiciário revogue este decreto inconstitucional.

“Segue o decreto do presidente para desapropriação das terras dos produtores rurais para demarcação de um território quilombola inventado pela Fundação Palmares.” Eliezer

A notícia é mais grave. São 10 decretos conforme o site do Planalto:

Decreto de 15.12.2010 – Declara de interesse social, para fins de desapropriação, os imóveis abrangidos (mais…)

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Quilombos no Sergipe

Resumo: Os quilombolas no Sergipe aparecem em debate sobre o reconhecimento de uma comunidade e os critérios usados para conceder certificados e terras. A análise questiona procedimentos de identificação, considera os efeitos da titulação sobre proprietários e examina como políticas fundiárias podem ser aplicadas com base em interpretações históricas e sociais contestadas.

Propugnadores da luta de raças no Brasil estão precisando de farsas para atingir seus objetivos.

Dom Bertrand

Nosso judiciário foi rápido. Acabou de reconhecer a comunidade de Brejão dos Negros, Sergipe, como área ocupada por quilombolas, e, portanto, pertencente à União. Histórico

Em 01/06/2007, o Jornal Nacional mostrou a diferença entre quilombos reais e quilombos supostos ou suspeitos.

Já naquele tempo, mais de mil comunidades já tinham recebido do governo o reconhecimento de remanescentes de quilombos.

Para o governo, trata-se de uma forma oficial para reparar injustiças históricas, de proteger a riqueza cultural dessas comunidades.

Conforme o jornalista Nelson Ramos Barretto, em seu livro “A Revolução quilombola”, a forma de concessão dos certificados por parte do governo vem estimulado situações altamente suspeitas.

A seguir (mais…)

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Falsos quilombolas no Pará

Lavradores e pescadores de Cachoeira do Arari residentes em áreas onde o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) pretende conceder títulos para famílias quilombolas que denunciam estarem sofrendo coação e ameaças de servidores do órgão para que se declarem descendentes de escravos e sejam filiados a uma entidade.Só assim teriam o direito a permanecer nas terras que ocupam há décadas. A queixa ficou de ser registrada na polícia. Uma das denunciantes é Maria Santana dos Santos, de 69 anos. Em Belém, ela relatou ao DIÁRIO ter sido visitada em sua casa, numa área vizinha à fazenda São Joaquim, do pecuarista Liberato de Castro, pelos funcionários do Incra com uma proposta que a deixou temerosa e aflita.

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Insurreição eleitoral

Resumo: A questão eleitoral brasileira é examinada a partir da campanha presidencial e da influência da opinião pública sobre os candidatos. O texto discute a formação das preferências, avalia o peso dos temas morais e considera como estratégias partidárias procuram adaptar discursos e alianças para conquistar eleitores em um cenário de disputa intensa.

Bisneto da Princesa Isabel fala sobre questão eleitoral.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Publicado na Folha de S. Paulo, dia 28/10/10, seção Tendências/Debates


A reviravolta imposta pelo eleitorado ao mundo político-publicitário, nas eleições presidenciais, é tema que se impõe.

Não me atenho ao palco eleitoral, onde os figurantes desenrolam seus papéis para convencer o público e arrastá-lo a uma escolha. Chamo a atenção para a larga e vigorosa fatia da opinião pública capaz de reescrever o roteiro do pleito eleitoral.

A falta de idéias, de princípios e de debates sobre problemas nacionais, marcou a campanha do 1º turno. Prognosticou-o o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao afirmar que o teatro eleitoral se organizava para esconder o que verdadeiramente estava em discussão.

Coube à revista “Veja” sintetizar graficamente a frustração do público ante tal vácuo, com uma capa em branco, a simbolizar as “grandes propostas para o Brasil feitas na campanha presidencial”.

A falta de autenticidade somou-se à falta de representatividade dos principais candidatos – todos eles de esquerda – deixando o amplo setor conservador do eleitorado sem legítimo porta-voz.

O quadro eleitoral, segundo dogmatizavam inúmeros “especialistas”, caminhava para a vitória arrasadora do (mais…)

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Reforma Agrária – Questão de Consciência…

Nos conturbados anos de 1960, alastrava-se pelo País uma agitação agrária... quase toda ela feita na cidade.Imprensa, rádio e TV se ocupavam do problema. Era assunto corrente nas tribunas, nos meios políticos, nas universidades... e igualmente nas sacristias.Textos incendiários – como a poesia abaixo, de Vinicius de Morais – eram publicados em jornais da corrente comuno-progressista, de que era exemplo característico o semanário "Brasil, Urgente", dirigido por Frei Josaphat, O.P.:

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