Breves … Rússia produz milhares de detritos no espaço

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“Na segunda-feira, 15 de novembro, a Rússia realizou um teste com uma arma anti-satélite (ASAT), destruindo um satélite russo em órbita, colocando em risco as tripulações da Estação Espacial Internacional (ISS) e da estação orbital chinesa Tiangong. Os milhares de fragmentos produzidos pelo impacto continuarão orbitando a Terra por anos, aumentando o problema dos detritos espaciais ao redor de nosso planeta que colocam em risco satélites e atividades de exploração com seres humanos.”

Os detritos espaciais

Teste imprudente: centenas de milhares de detritos

Pelos efeitos que pode ter, o teste russo foi descrito como “imprudente” pelo Secretário de Estado dos EUA, Anton J. Blinken, que acrescentou: “O teste produziu até agora mais de 1.500 fragmentos de destroços em órbita detectáveis ​​por nossos instrumentos, e provavelmente produzirá centenas de milhares de outros detritos orbitais que são mais difíceis de rastrear. De acordo com algumas previsões baseadas em eventos semelhantes ocorridos no passado, os fragmentos permanecerão em órbita por décadas, representando um risco para os astronautas e para as atividades espaciais institucionais e comerciais em geral.

Também a China polui o espaço

A nuvem de detritos produzida pelo teste russo é a maior que se formou em órbita desde 2007, quando a China lançou seu próprio míssil para destruir um de seus satélites meteorológicos. Na época, estimou-se que aquele teste produziu pelo menos 2.300 detritos rastreáveis, sem contar todos os fragmentos menores cuja presença não pode ser facilmente detectada. Esses destroços ainda causam problemas hoje: na semana passada, a ISS teve que realizar uma manobra, mudando seu nível orbital para reduzir o risco de colidir com fragmentos do satélite chinês destruído.

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Sendo Rússia e China as nações culpadas aguardemos se ONGs ambientalistas e assemelhadas farão denúncias …

Fonte: https://www.ilpost.it/2021/11/16/russia-satellite-distrutto-detriti-spaziali-stazione-spaziale-internazionale/

“O governo russo até o momento não se pronunciou oficialmente sobre o incidente, como costuma acontecer no caso de atividades militares, principalmente se conduzidas com armas experimentais.”, conclui a notícia.

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