Os cérebros têm cada vez menos tempo para repouso e são danificados pelo uso intensivo de equipamentos digitais. Cientistas afirmam que as pessoas procuram remédio para o tédio na invasão digital, mas esta impede que elas aprendam melhor, memorizem a informação e criem novas idéias.

Marc Berman, neurocientista da Universidade de Michigan, afirma: “As pessoas acham que estão refrescando suas mentes, mas na realidade estão fatigando a si próprias”.

A consulta ansiosa do celular provoca dano neurológico, sobretudo quando feita nas horas em que a pessoa deveria distender-se. O usuário acredita ganhar tempo, mas está negando a seu sistema nervoso um indispensável momento de recuperação. Os pesquisadores julgam que dessa forma ficam anulados os benefícios das novas tecnologias.