Comissão de Estudos de Paz no Campo

Muito antes do tempo em que o Ocidente se ocupava da sucessão de imperadores, reis e príncipes, na misteriosa China eram dinastias que se sucediam, gerando certo mistério e curiosidade no outro lado do mundo. Enquanto o Ocidente pensa o futuro num prazo de dez anos, ou pouco mais, a cultura chinesa pensa-o em longo prazo, geralmente maior que 50 anos. A histórica visão chinesa de longo prazo contrasta até hoje com a visão ocidental de curto prazo, criando muitas discrepâncias e graves problemas geopolíticos.

Na penumbra, a proverbial paciência chinesa ia elaborando objetos de arte, porcelanas, sedas, esculturas. Os formidáveis negócios realizados com a importação e comercialização de produtos originários da China — tais como o comércio de especiarias, com altas margens de lucro para os comerciantes que se aventurassem na rota da seda, e posteriormente com as navegações para o Oriente — acabou surgindo e consolidando-se a expressão “negócio da China”, ou seja, uma oportunidade única, altamente rentável, verdadeiro golpe de sorte.

Evidências sugerem que o coronavírus foi realmente um “negócio da China”, como veremos adiante. Não apenas para o governo chinês, mas especialmente para os oportunistas de plantão, que fazem de tudo para destruir completamente os fundamentos da civilização cristã no mundo atual.

Estas breves linhas têm por objetivo alertar as pessoas de reta intenção para as perigosas armadilhas criadas pela reverberação dessa pandemia. Reverberação artificial, mas capaz de capturar os incautos e extinguir no mundo atual todo vestígio de sadia mentalidade e de atitudes cristãs.

Um pouco de história milenar

O historiador J. B. Weiss relata que a substituição de uma dinastia chinesa por outra sempre ocorria por razões conservadoras. Quando na dinastia reinante começavam a decair ou ser relaxados os princípios naturais da ética, outra subia com um programa de volta às origens. E assim os milênios foram se sucedendo por lá.

Depois que a grande muralha da China foi transposta por Gengis Khan [quadro ao lado], entre 1207 e 1208, este déspota marchou até Pequim, invadindo e dominando a cidade. Seu neto, Kublai Khan, inauguraria em 1279 a nova dinastia Yuan do Império Chinês, tornando se o primeiro imperador não chinês a conquistar toda a China.

Alguns anos antes, em 1241, os mongóis romperam distâncias e haviam chegado às margens do Danúbio. Em 1269, o explorador Marco Polo, seu pai Niccolo Polo e seu tio Matteo Polo fizeram o caminho inverso ao dos mongóis em uma jornada à China, retornando a Veneza 24 anos depois. Marco Polo esteve entre os primeiros europeus a percorrer a rota da seda, seguindo os passos de numerosos missionários cristãos em direção à Ásia. Dentre estes destacam-se o monge franciscano flamengo Guilherme de Rubruck, entre 1253 e 1255, e o dominicano francês André de Longjumeau, que já havia realizado missão papal junto aos mongóis, entre 1245 e 1247, e missão do rei São Luís IX junto aos mongóis, entre 1249 e 1251.

Só no século XVI os portugueses atingiram a China de forma mais sistemática. Dominando os mares, Portugal importava e exportava mercadorias, levando também missionários para o Oriente. Pouco faltou para o grande São Francisco Xavier [imagem ao lado] tocar o solo chinês, o que poderia ter mudado a história desse império como ocorreu no Japão. No século XIX os ingleses se fixaram em Hong Kong e perenizaram os contatos com o Oriente.

Depois da guerra entre China e Japão, entre 1894 e 1895, o império chinês se debilitou muito, sobrevindo em 1912 a república. Em 1949 seguiu-se a revolução popular para “libertar” o povo chinês da opressão, e o sanguinário Mao Tsé-Tung dizimou mais de 65 milhões de pessoas. Este é o número fornecido pelo Prof. Richard L. Walker, especialista em assuntos chineses, em estudo sobre o “custo humano do comunismo na China”, realizado para o Senado americano em 1972. A reforma agrária chinesa liquidou a estrutura milenar da propriedade e implantou, sob o bafejo da Rússia soviética, a mudança das estruturas rurais, responsável por outros milhões de mortes. Em 1997, por ocasião dos 80 anos da Revolução Russa, Stéphane Courtois, Diretor de Pesquisas do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, declarou que “os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo” (Cf. prefácio do lançamento de “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, que aborda os morticínios realizados na Rússia, China, Coréia, Vietnã, Camboja e leste europeu).

O mundo com fronteiras a caminho da globalização

Segundo o filósofo grego Aristóteles, o homem é um ser sociável. Portanto, estabelece relacionamentos com seus semelhantes intercambiando ideias, culturas, modos de ser, e realizando o comércio. O historiador e antropólogo Gaspar Barleu, no livro “O Brasil holandês sob o Conde Maurício de Nassau” [capa ao lado], talvez para justificar a entrada dos holandeses na conquista dos mares, fez interessante apreciação sob esse ponto de vista. Sem ignorar o nacionalismo e os aspectos religiosos do protestantismo batavo, fez considerações oportunas e inteligentes sobre a situação geopolítica da época, merecendo nossa atenção a fim de ilustrar a conjuntura do mundo não globalizado de seu tempo.

Barleu, em sua obra, remonta ao pacto entre romanos e cartagineses, de não ultrapassar o “Promontorium Africae pulchrum”. Não considera injusta a censura de Tácito aos romanos, acusando-os de estorvar o intercâmbio das nações, e de certo modo impedir a utilização das ondas e dos ventos, que são acessíveis a todos. Alegava que nem o Criador do universo quisera os potentados repartindo entre si as águas destinadas à utilidade de todos.

Com as navegações marítimas portuguesas e espanholas,novos espaços foram sendo ocupados e o mundo começou a fazer novos intercâmbios. Não à semelhança de uma república universal e igualitária, mas com os povos relacionando-se uns com os outros, comercializando mercadorias do Ocidente para o Oriente e vice-versa, sem perder sua identidade e suas características próprias.Se aqui o lembramos, é para deixar claro que esse intercâmbio é natural. Entretanto, o que aconteceu com a China de 50 anos para cá foi diferente do que havia ocorrido no mundo até então. Uma espécie de tenaz revolucionária foi fabricada, com a cumplicidade da burguesia decadente, por meio da qual governos ocidentais foram assumindo tonalidades “cor de rosa”, ou seja, foram socializando suas economias e aumentando as respectivas cargas fiscais. Em grande parte, como veremos, isso acabou gerando novo tipo de “negócio da China”.

O mito socialista e os capitalistas inescrupulosos

Exemplo típico dessa socialização foi a Suécia, onde o Estado socialista previa e provia tudo, não deixando espaço aos que ousassem sair daquele padrão. Assim, a partir do momento em que uma mulher engravidasse, o Estado já a subvencionava, e esse assistencialismo seguiria até quando seu caixão baixasse à sepultura. Como tudo era previsto e provido, a livre iniciativa das pessoas era tolhida; a ponto de, segundo o escritor Umberto Eco, se alguém trancasse o carro, tendo esquecido a chave dentro, não teria como resolver sozinho a situação, e pensaria logo em suicídio. Esse exagero didático exemplifica bem como, uma vez despojada da livre iniciativa, que é uma das melhores forças interiores, a pessoa perde a sua capacidade empreendedora, tornando-se imbecilizada e joguete nas mãos do Estado.

Pudemos sentir tal mutação no Brasil a partir do governo Geisel, quando se acentuou o processo de estatização e socialização. Só a Petrobrás, por exemplo, tinha mais de 500 empresas agregadas, chegando uma delas a de dicar-se à criação de frangos para exportação… Como a estatização era deficitária, a carga tributária aumentava constantemente: de 12% em 1960, até atingir os 37%, tudo para tapar os rombos do Estado patrão.

Enquanto isso a China começava a despertar do seu sono milenar. A indústria dava os primeiros passos, com jornadas de trabalho demais de 12 horas e salários miseráveis. Esses e outros artifícios mantinham sua carga fiscal entre 7 e 10%, atraindo espertalhões investidores do mundo inteiro. Exemplo disso ocorreu em Montes Claros (MG). Numa coletiva de imprensa, o então vice-presidente da República José de Alencar, grande empresário local do ramo têxtil, foi-lhe perguntado por um perspicaz jornalista:

Por que o senhor comprou 25% de uma grande processadora de algodão americana, para montar na China uma das maiores indústrias têxteis do mundo, gerando lá milhares de empregos, enquanto fecha três de suas unidades aqui nesta região pobre e carente de empregos?

Com sua mentalidade de empresário inescrupuloso, além da decisão política de ser avalista de Lula da Silva para sustentar o PT então no poder, a resposta do vice de Lula não poderia ter sido diferente:

Como vice-presidente, tenho lutado para baixar os juros aqui; mas, como empresário, tenho de pensar na minha família e no meu futuro. Se no Brasil eu pago 37% de impostos, e na China pago de 7 a 10%, onde é que eu vou montar a minha fábrica?! É a lógica do capitalismo; mas é a lógica, infelizmente!

Perdendo guerras para ajudar os inimigos

Como outra alavanca dessa tenaz revolucionária, os EUA começaram tentando conter o domínio comunista no extremo Oriente. Entre 1950 e 1953, experimentaram a guerra da Coreia, cujo resultado foi a divisão do país em duas Coreias, deixando de presente para o mundo a dinastia dos Kim Jong. No Vietnã, entre 1955 e 1975, primeiramente os comunistas conquistaram o norte, dividindo-se o país em Vietnã do Norte e do Sul. Depois o norte invadiu o sul, apoiado pela China e pela Rússia. Sob o presidente americano Lyndon Johnson, que governou entre 1963 e 1969, saíram vitoriosos os comunistas, reunificando-se o país em um único Vietnã comunista. Richard Nixon, tristemente célebre pelo escândalo Watergate que o levou à renúncia, governou entre 1969 e 1973. Peregrinando ao “sancta sanctorum” de Pequim em 1972, assinou a famigerada declaração de Xangai, na qual o Ocidente se dobrava à influência da China.

Na ocasião, Plinio Corrêa de Oliveira [foto acima] publicou um histórico documento intitulado “Yalta multiplicada por Yalta”, no qual qualificou a visita de Nixon à China como rendição. Daquela reunião em 1972, entre Nixon e o caviloso Chu Em Lai, resultou a declaração na qual o chefe comunista reiterava sua posição expansionista, afirmando que em toda a parte onde há opressão há resistência, como também países que desejam a independência. Pois as nações querem a libertação, e o povo quer a revolução; e isso se deve à tendência irreversível da história. Plinio Corrêa de Oliveira comentou a hipocrisia dessas palavras, uma vez que a opressão na China vermelha era completa, e irrelevante a reação do pobre povo chinês, policiado e intoxicado pela propaganda:

Na prática, em que dará esse ato? Posta a candura liberal dos norte-americanos e a astúcia comunista dos Xins, dará em um resultado altamente conveniente para estes. Entrarão em tais relações com o único objetivo de aproveitar todas as ocasiões para fazer aceitar sua ideologia pela outra parte.

“Pelo contrário, os norte-americanos fundamentalmente liberais irão para os encontros na persuasão de que se trata de uma mera informação doutrinária recíproca, sem intuito de mútua persuasão, e julgarão faltar ao ‘fair play’ caso não se submetam ao proselitismo.

“Em outros termos, as relações sino-americanas se desenvolverão em uma base na qual os Xins saberão tirar partido, e os americanos não. Em nosso século tão cheio de calamidades, o entreguismo é a calamidade maior. Em Munique houve uma primeira manifestação que estarreceu os homens de bom senso. Yalta foi uma calamidade maior do que Munique — foi Munique multiplicada por Munique. E a declaração de Xangai é uma Yalta multiplicada por Yalta”.

Aonde nos levará tal política entreguista?Para conhecer hoje a resposta, basta ver o Ocidente prostrado de joelhos, talvez implorando a ajuda dos céus, pois da terra não se vê o que possa surgir de bom.

Negócios da China = Negócios favoráveis à China

Mas voltemos ao problema da virose geopolítica, ou seja, dos negócios da China.

Circulam rumores de que o coronavírus teria sido propagado intencionalmente pelos chineses, pois Wuhan é a cidade com o maior incubatório chinês de micro-organismos de guerra bacteriológica [foto ao lado]. Tudo indica que artifícios de guerra psicológica também foram aplicados, no caso do coronavírus, para aterrorizar multidões. Será real o que se propala e se propaga?

Da China vem a informação de que o surto está sob controle, enquanto no Ocidente ainda faz estragos, sobretudo nas populações mais debilitadas. Por outro lado, o declínio nos casos de contaminação e mortes na China não subsiste à baixa credibilidade das estatísticas oficiais. Segundo relataram à imprensa algumas famílias chinesas, não entraram na contagem os que morreram em casa ou não foram testados no início do surto, quando os hospitais estavam sobrecarregados (Cf. “O Estado de S. Paulo, 8-4-20).

Segundo o jornalista Alexandre Garcia, se analisarmos epidemias ocorridas na China nos últimos anos, constataremos infalivelmente que, depois de cada uma, a situação econômica daquele país melhorou. Em 2003, gripe aviária; em 2008, gripe suína; em 2009, peste suína africana; e agora, no final de 2019 e início de 2020, com o coronavírus, novamente o fenômeno se repete.

Uma crise que se avultava no mercado chinês foi, ao que tudo indica, contornada após a disseminação desse vírus. Os chineses passaram a pagar um preço muito baixo pelos produtos que consomem, e isso se mede em milhões de toneladas. Os minérios tiveram queda considerável, e até mesmo os alimentos para sustentar sua mão de obra escrava estão sendo comprados a preços aviltados.

Estudo postado nas redes sociais revela outro aspecto muito grave da crise. Nos últimos dias a China bateu muitos recordes e ganhou em absolutamente tudo. Nas primeiras notícias, comprou cerca de 30% das ações de empresas pertencentes a grupos multinacionais. Superando investidores europeus e os “inteligentes” democratas americanos, Xi Jinping fez um jogo de espertalhão aos olhos do mundo inteiro. A moeda chinesa começou a declinar, mas o Banco Central chinês não tomou nenhuma providência para impedir o colapso. Havia também rumores de que a China nem tinha máscaras suficientes para enfrentar o vírus, embora as tenha agora para inundar o Brasil e o mundo. A China declarou que, para proteger os residentes de Wuhan, estava pronta a bloquear fronteiras, forçando assim um clima “de baixa”. Tubarões financeiros ocidentais começaram a vender todas as ações, pois as perspectivas assim criadas não os animavam a comprá-las. Os preços das ações, nas empresas de tecnologia e indústria química, atingiram um declínio de 44%. Xi ordenou a compra de todas elas ao mesmo tempo. Enquanto ele sorria nas coletivas de imprensa, como se nada de especial tivesse acontecido, só aí os tubarões financeiros perceberam que haviam sido enganados. Já era tarde, e Xi fizera uma grande jogada…

A China não apenas faturou bilhões ou trilhões, mas a sua atitude dissimulada tornou-a acionista majoritária de empresas construídas por europeus, americanos e outros. Tais ações pertencem agora a empresas chinesas, que se tornaram proprietárias da indústria pesada da qual o mundo depende. A partir de agora a China não precisará sair de suas fronteiras para fixar o preço e a receita de suas empresas, e manterá em casa suas reservas de ouro.

Não se esqueça, prezado leitor, de que estamos tratando de “negócios da China”. Alguém se recorda de tamanha rasteira no mercado de ações? Se dermos algum desconto em tudo o que foi dito acima, ainda assim isso já representa um rombo de bilhões ou trilhões nas empresas globais. Estimativas de especialistas indicam que de um a dois trilhões de dólares em ações foram comprados pelos chineses na atual crise. Se tais estimativas forem confirmadas, isso equivale ao valor aproximado dos ativos das mil principais empresas brasileiras. Eis aí uma nova face dos “negócios da China”. Onde está a esquerda política e religiosa, que vive martelando contra o capitalismo, mas nada diz contra o “capitalismo” chinês?

Quem disseminou o coronavírus?

Sobre a responsabilidade dos chineses na proliferação do vírus, o midiatizado cientista político Guy Sorman, amigo de FHC, afirmou que Xi Jinping [ao lado recebendo cumprimento do presidente da OMS]é culpado pela expansão do vírus, naquele país onde o único partido é o PCC. Como sua defesa, ele tenta transformar uma derrota em vitória, acusando os militares americanos de terem disseminado o vírus.

Alguém poderá perguntar: se for verdade que a propagação do vírus foi intencional, quem se responsabilizará pelas vidas ceifadas? A isso pode-se responder: Pergunte ao espírito do genocida comunista Mao Tsé-Tung…

Na linha da submissão do Ocidente, mais de 50% dos remédios norte-americanos são fabricados na China, significando também nesse campo uma importante renúncia à soberania.

Devemos dizer a Xi Jinping: Basta! Os chineses oprimidos nos aplaudirão.

Intromissão na política brasileira

No Brasil, o Senador Márcio Bittar, do Acre, denunciou em importantes artigos na imprensa escrita e televisiva a insolência do embaixador chinês no Brasil, desafiando nosso poder legislativo, ferindo nossa soberania na pessoa de um deputado que acusou a China de ser a culpada pela disseminação do vírus.

O Presidente da Câmara Rodrigo Maia, o Presidente do Senado Davi Alcolumbre e o Governador de São Paulo João Doria apressaram-se em pedir desculpas ao embaixador chinês. O qual, aliás, deveria ter sido convidado a retirar-se do Brasil, pela ofensa perpetrada contra nossas instituições democráticas.

Alguém dirá que não devemos protestar, pois qualquer medida de caráter nacional ou internacional poderá abalar a China, e com isso virá a crise econômica. Mas a crise já está aí, batendo à porta de todos. Estamos mesmo perplexos e humilhados com essa crise. Até agora, no Brasil, o Governo já empenhou 750 bilhões de reais para enfrentá-la (Cf. “O Estado de S. Paulo, 29-3-20). Comparativamente, nos Estados Unidos o Presidente Trump injetou 2 trilhões de dólares na economia (Cf. OESP, 28-3-20), para superar o impasse criado pelo vírus chinês; e o Japão injetou 1 trilhão de dólares em sua economia (Cf. OESP, 9-4-20).

Agronegócio brasileiro para alimentar chineses

Tivemos no Século XX amarga experiência com o PC chinês, que impulsionava o PCdoB no Brasil. Era ele o responsável pela guerrilha comunista nas décadas de 60,70, que ceifou muitas vidas inocentes de brasileiros. Nos dias atuais o comunismo amarelo reprime com violência a liberdade religiosa na China. E no Brasil, como consequência da epidemia, não nos foi permitido participar da tradicional e emblemática cerimônia da Semana Santa, que poderia e deveria ter sido realizada em ambientes abertos, desde que mantendo distância razoável entre as pessoas. Já que perguntar não ofende, perguntamos: por que tanta concessão imediata e irrestrita à drástica proibição de abertura das igrejas? Não são poucas as reclamações que temos ouvido e constatado sobre elas, deixando imensa perplexidade nos fiéis.

Os brasileiros, especialmente os que militam no agronegócio, se ressentirão de um corte em nossas exportações para a China, o que representa cerca de 25% do total. Isso terá algum impacto, mas não é o Brasil que precisa da China, e sim a China que precisa do Brasil. Se atualmente os chineses já se alimentam de animais repugnantes e pestíferos [foto ao lado], além de insetos, devem pensar bem antes de sub-avaliar ou dispensar as nossas volumosas exportações.

Tribunal internacional e medidas drásticas

Diversos países já pediram medidas drásticas contra os chineses. Pois, se eles produziram o vírus em laboratório e o soltaram intencionalmente, ou também se foi disseminado acidentalmente, em ambos os casos devem ser responsabilizados por culpa tão grave. Apenas para efeito de comparação, se alguém tem no quintal um pitbull, e ele escapa por descuido ou propositalmente, se ele mataruma criancinha o dono deve ser processado. Muitos levantam o clamor de que Xi Jinping seja levado a um tribunal internacional, uma espécie de Tribunal de Nuremberg do vírus chinês. E o motivo é que, se eles têm uma máquina de guerra biológica, poderão vir de lá novos vírus, que são poderosas armas de destruição.

Transferindo estas observações para a situação atual, que levou milhares à morte em todo o mundo, além de um desastre econômico nas cadeias de suprimentos mundiais e a grande pressão psicológica decorrente da quarentena, tudo isso merece punição exemplar da comunidade internacional. Mas os governantes chineses continuam com inalterável sorriso, vendendo máscaras e respiradores para o Ocidente. Sinal de que não se deve esperar nada importante nessa submissão mundial aos “negócios da China”.

A esquerda brasileira que nada aprende

No Brasil, políticos irresponsáveis e traidores da Pátria pretendiam parar o País em nome de uma questionável quarentena. A alegação é que “a um Chefe de Estado não se admite que vá na contramão do que dizem organizações internacionais, das quais o Brasil é signatário, como o artigo VII do Estatuto de Roma” (Cf. OESP, 31-3-20). Mas o que se sabe sobre tais organizações internacionais é que elas têm como carro chefe a Organização Mundial da Saúde (OMS), dirigida atualmente por Tedros Adhanom. Quem é essa sumidade? Etíope, ex-terrorista comunista, eleito com o apoio da China. É evidente que de lá nada se espera contra esses grandes criminosos da humanidade.

De fato, por detrás dessa movimentação a esquerda tem o intuito político de derrubar o Governo atual, que tenta recolocar o País nos trilhos. Mas se ele saiu dos trilhos, isso se deve à ação da mesma esquerda, cujos últimos 14 anos no poder só não afundaram completamente o País porque o povo é trabalhador, e reagiu a tempo. Para milhões de brasileiros, a solução é trabalho, muito trabalho para o Brasil não afundar. Quanto às mortes, elas são um fato triste e trágico. Mas, ao invés de se voltar contra os causadores — ou seja, a China comunista — a esquerda brasileira ataca a direita com a finalidade de derrubar o Governo, para nele se empoleirar.

É triste o morticínio, que tem de ser visto como um dos componentes da história humana. Mas o que há de diferente entre inúmeras outras epidemias e a pandemia do coronavírus? A principal é que em torno do coronavírus se ergueu, a partir de quase nada, uma verdadeira pandemia psicológica, cujo resultado está sendo a destruição das cadeias de produção e suprimento em todo o mundo.

A quem interessa tudo isso?

Imagem de Nossa Senhora Imperatriz da China

Muito provavelmente, tudo o que estamos presenciando foi pensado para jogar por terra a civilização ocidental, e sobre suas cinzas implantar o que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira definiu como “quarta revolução”, ou seja, uma revolução anarco-tribalista, que sucederia à terceira revolução comunista. Nela o homem viveria em um pseudo-paraíso ecológico e tribalista, guiado por gurus e chefes tribais. Não podemos afastar nosso foco deste ponto principal, pois parece que tudo caminha nessa direção. E se não houver uma reação à altura, esta é virose psicológica que levará o Ocidente à ruína. Razão mais do que suficiente para não nos curvarmos aos “negócios da China”.

A Virgem de Fátima revelou que o comunismo espalharia seus erros pelo mundo, e devemos pedir a Ela que nos proteja e nos livre da destruição da Civilização Cristã.

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