Cruz Vermelha deixará de fazer caridade?

Como pode a Cruz Vermelha abolir o Natal, fonte da verdadeira caridade?

Paulo Américo

O fanatismo ecumênico não tem limites. Agora até a Cruz Vermelha, famosa entidade mundial de auxílio caritativo em guerras e catástrofes, quer ver-se separada da própria razão de sua existência. Em sua versão para internet, o jornal britânico Daily Mail publicou um artigo cujo título parece ser, à primeira vista, contraditório: “A Cruz Vermelha abole o Natal”, escrito por Steve Doughty.

Segundo o artigo mencionado, em 430 casas para levantamento de fundos Cruz Vermelha “os funcionários receberam ordem de retirar as decorações e qualquer outro símbolo do Natal porque eles podem ofender aos Muçulmanos.”

Dissemos que a razão de existir da Cruz Vermelha está sendo negada por ela mesma. Por quê? Sem o Natal, ou seja, sem Nosso Senhor Jesus Cristo, a Cruz Vermelha vai se distanciando da verdadeira caridade, para a qual foi criada. E o fanatismo ecumênico vai submetendo até o maior símbolo da religião católica, a Cruz, à moral laica, sem Deus. E uma moral sem Deus, se observarmos bem as coisas, não pode ter sentimentos caritativos verdadeiros.