Como pode a Cruz Vermelha abolir o Natal, fonte da verdadeira caridade?

Paulo Américo

O fanatismo ecumênico não tem limites. Agora até a Cruz Vermelha, famosa entidade mundial de auxílio caritativo em guerras e catástrofes, quer ver-se separada da própria razão de sua existência. Em sua versão para internet, o jornal britânico Daily Mail publicou um artigo cujo título parece ser, à primeira vista, contraditório: “A Cruz Vermelha abole o Natal”, escrito por Steve Doughty.

Segundo o artigo mencionado, em 430 casas para levantamento de fundos Cruz Vermelha “os funcionários receberam ordem de retirar as decorações e qualquer outro símbolo do Natal porque eles podem ofender aos Muçulmanos.”

Dissemos que a razão de existir da Cruz Vermelha está sendo negada por ela mesma. Por quê? Sem o Natal, ou seja, sem Nosso Senhor Jesus Cristo, a Cruz Vermelha vai se distanciando da verdadeira caridade, para a qual foi criada. E o fanatismo ecumênico vai submetendo até o maior símbolo da religião católica, a Cruz, à moral laica, sem Deus. E uma moral sem Deus, se observarmos bem as coisas, não pode ter sentimentos caritativos verdadeiros.

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15 COMENTÁRIOS

  1. A CRUZ DEVERIA SER O SÍMBOLO DA IGREJA CRISTÃ.

    Conta a história que a Cruz era um instrumento de pena de morte usado pelos sacerdotes Judeus e não um símbolo de honra como é visto hoje em dia.

    Nos tempos de Jesus a Cruz era um pelourinho vergonhoso. Um patíbulo escandaloso. Na Cruz eram pregados as pessoas mais desprezíveis da sociedade e de maneira tão cruel e vergonhosa que os Romanos proibiram crucificar um cidadão romano.

    NO PELOURINHO da Cruz eram crucificados os escravos, os pobres, os rejeitados pela sociedade e criminosos cruéis. A morte na cruz era feia, cruel e repugnante. Tinha de ficar bem claro que a morte do Messias na cruz era desejo de Deus e da sociedade.

    OS JUDEUS, assim como todos os que pregam as obras de Deus manipulam os textos segundo a própria conveniência. Usavam a palavra de Javé que dizia, “Maldito de Deus é quem pende de uma Cruz – Torá dos Judeus. A sociedade, o povo, conhecia o versículo, assim como, os sarcedotes e os escribas também.

    Então, além da rejeição da sociedade, caía sob o lombo de Jesus a rejeição de Deus. Todo o crucificado era aniquilado como pessoa. E aqueles que acreditavam em Jesus ficaram decepcionados. Como um Messias terminaria a vida crucificado. “Quem morre assim é porque fracassou”. E mais uma vez Deus repara o erro do homem – como fez com Abraão – e ressucita o Messias. Jesus, o Messias, fora ressucitado por Deus para que sua mensagem não fosse esquecida.

    A CRUZ é um símbolo de morte, de injustiças, de preconceitos, de aniquilação da pessoa espiritualmente religiosa e de fé. Morriam mais justos do que injustos na Cruz. E quando uma Igreja Cristã tem como Credo a Ressurreição. Como seria o simbolo da morte, ressurreição e ascenção ao céu do Templo Deus em Jesus, já que o simbolismo não é diferenciado em sua arquitetura.

    DEUS NÃO É ECUMENISMO. DEUS NÃO É TEOLOGIA HUMANA. “Jesus” é o enviado e não DEUS. ESSA ambiguidade ofende. Acredito que não seja fanatismo dos muçulmanos. Eles tem por hábito pedir ajuda ao profeta deles. Então . . .

     
  2. Faço minhas as palavras do Sr. Ataliba Nogueira:

    “O mais impressionante desta questão do ecumenismo, que só tem mão e não tem contramão, é que não se viu da parte dos muçulmanos nenhum arrecimento no ódio contra os cristãos. Será que os fautores desse falso ecumenismo já se esqueceram da série de assassinatos perpetrados por terroristas muçulmanos recentemente em Bagda onde morreram dois sacerdotes e dezenas de feridos. Quanto sangue inocente é preciso correr sem sequer mover a outra parte que dão sinais claros de que quanto mais nós cedemos, mais eles avançam?”

    Sem mais.

     
  3. Aline! Para que a Cruz Vermelha se torne imparcial a primeira coisa a fazer é negar o nome. E Nosso Senhor disse em certo momento: – Aquele que se envergonhar de mim, eu me envergonharei desse diante de meu pai…

     
  4. Esse é o ponto central da matéria: “os funcionários receberam ordem de retirar as decorações e qualquer outro símbolo do Natal porque eles podem ofender aos Muçulmanos.”

    Não vejo clareza nesta atitude. Aonde estavam esses símbolos? Não restou claro na matéria supra se estavam dentro da sede da Cruz Vermelha na região onde há maioria mulcumana ou dentro das casas dos funcionários da Cruz Vermelha!

    Creio que de qualquer forma, é errado alguém ser obrigado a tirar seus símbolos da parede por que a manifestação de sua crença não pode ofender a ninguém! Da mesma forma que não podemos nos ofender ao ver que há povos que negam a existência de Jesus e que pregam ainda a lei de talião!

    Ninguém pode se sentir ofendido com relação a crença ou a manifestação de fé dos outros, pois isso é negar direitos fundamentais básicos do ser humano. Todo mundo tem direito a sua crença e a livre manifestação do pensamento e de seu credo.

    Está ai um belo exemplo de hipocrisia social. Negar a si mesmo não significa ser aceito pelo outro. Negar a sua fé não significa ser respeitoso com a fé do próximo. Isto por que quem nega a si mesmo, que vilipendia seus sentimentos e crenças jamais poderá respeitar a crença e os sentimentos de quem quer que seja.

    Cabe aos religiosos mais bom senso e mais tolerância com relação as crenças religiosas e mais respeito. Afinal, todos são filhos do mesmo Deus!

     
  5. Eucumenismo, razão de bula papal do saudoso papa João XXIII, em sua reforma paar implantação de nova base politico teologica da Igreja em Concilio Eucumênico que já faz parte da História cristã no séc.20.

    Nos traz visão imparcial de que ja na 2a.década do séc.21, a Humanidade defronta-se mais uma vez com o uso irresponsavel, do dito fundamentalismo religioso, para justificar as atrocidades de sempre de seu passado historico.

    Com duar e nua e crua visão imparcial de que, por detras dos bastidores da economia dita global, o que ocorre em triste realidade, é a obscura luta por verbas já a nivel bilionário de financiamentos á fundo perdido de tais instituições, ja seculares como a Cruz Vermelha mundial, com sede na dita neutra Suiça, e seu custo astronomico em prol de serviços ditos humanitários em escala globalizada!

    Diante da crescente escassez de recursos financeiros e economicos de governos mundiais envoltos em crise financeira sem precedentes na Economia mundial em escala global, causada notadamente pela inépcia e incompetencia de seus lideres mundiais em suas politicas macroeconomicas irresponsaveis e desastrosas da atualidade desde os idos da década de 90 do séc.20.

    Este é o fator oculto de que não se fala mais existe por detras do fundamento de tal matéria, ora abodada pela midia mundial.

    Sem tolas ilusões,pseudos sofismas politico filosoficos e sem usar o cristianismo e fundamentalismos ditos religiosos, como desculpa a tais atitudes politicas na contramão da triste e turbulenta História da Humanidade.

     
  6. O Evangelho demonstra, em muitos casos, que Jesus se imiscuiu tanto com pecadores e povos inimigos como os samaritanos que não se davam com os judeus da época e, mesmo por ocasião de usa crucificação, houve amizades entre o Rei Hedodes e Caifás, que eram inimigos.
    Claro que nós sentimos a ausencia de Deus no mundo pagão. Mas se o trabalho ecumenico da Cruz Vermelha estiver sob a égide do Espírito Santo de Deus, a obra terá prosseguimento entre os povos, apesar da ausencia da Cruz em sua bandeira. O que não seria nada bom é a ausencia de Deus nos corações de quem poderá exercer as atividades profissionais pela Cruz Vermelha. Será dos cristãos para os pagãos o sentido das ações, e não o contrario, coisa que nunca se viu simbolo muçulmano fazer algo bom pela humanindade com tem feito a Cruz Vermelha. Nem mesmo a suastica de Hitler sobrepujou a ação da Igreja e da Cruz Vermelha, entre outros. O mundo está em constante transformação. Que o Senhor esteja sempre conosco e com aqueles que se predispuserem a trabalhar pela Cruz Vermelha, mesmo sem a cruz simbólica. Entretanto, sabemos que a Cruz, por fim vencerá.

     
  7. A questão principal, e que talvez tenha sido deixada de lado nessa matérias divulgando o ocorrido, é que a Cruz Vermelha tem entre seus princípios fundamentais, a neutralidade e a imparcialidade. Como neutra e imparcial, a Cruz Vermelha não pode tomar partido, não pode aliar-se politicamente e nem religiosamente. O Natal é uma festa Cristã. A organização não pode rejeitá-la, mas precisa manter-se neutra, já que defende tdas as religiões. Para aderir ao Natal, a Cruz Vermelha precisaria realizar festividades judaicas, muçulmanas e de outras religiões. Isso não é distanciar-se de Deus…isso é respeito a tudo e todos.
    A Cruz Vermelha é tão respeitosa e ética, que em muitos países aboliu a Cruz e usa o Crescente Vermelho, em formato de meia lua.
    Ao invés de serem radicais, pensando já em anti-cristo e contra Deus, pensem em respeitar todas as religiões e concentrar-se no que realmente importa que é o trabalho humanitário da organização mais antiga e séria do mundo!

     
  8. O mais impressionante desta questão do ecumenismo, que só tem mão e não tem contramão, é que não se viu da parte dos muçulmanos nenhum arrecimento no ódio contra os cristãos. Será que os fautores desse falso ecumenismo já se esqueceram da série de assassinatos perpetrados por terroristas muçulmanos recentemente em Bagda onde morreram dois sacerdotes e dezenas de feridos. Quanto sangue inocente é preciso correr sem sequer mover a outra parte que dão sinais claros de que quanto mais nós cedemos, mais eles avançam?

     
  9. Em nome do ecumenismo não podemos pedir que os muçulmanos deixem entrar a Cruz de Cristo nos territórios deles. Ou mesmo e sobretudo permitir a pregação católica, coisa que é proibida nesses territórios?

     
  10. não é ecumenismo, penso eu, é combate ao cristianismo mesmo, perseguição a Nosso Senhor Jesus Cristo !!! é doloroso saber disso, e é escandaloso. Se me impuserem isso alguma vez, não obedecerei, custe o que custar. Engraçado, cristãos são mesmo uma sementeira (qto mais combatido, mais prolifera !Amém!) , pois qto mais me deparo com tal perseguição ao catolicismo, muito mais me acende o desejo de ser cristã, de ostentar fervorosamente os símbolos cristãos, tais como crussifixos, presépio, mensagem natalina, etc. Foi por causa da ameaça de proibir crussifixos na parede prédio público é que imediatamente providenciei um crussifixo grande e fixei na parede do meu local de trabalho, e, agora, após ler essa da ‘cruz vermelha’, estou querendo muito armar um presépio aqui, também. Deus seja louvado por tudo, Jesus Cristo é o Senhor, Maria Santíssima interceda por nós !

     

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