É frequente entre os devotos de Maria – com especial empenho no mês que é consagrado a Ela – favorecer o aprofundamento dos fundamentos que justificam tal devoção.  A este propósito recebi um e-mail que gostaria de repassá-lo a todos, mas, dado que o projeto é inexequível, valho-me deste site e a fim de repassar o valioso texto que meu amigo recebeu do próprio autor e referindo-se ao texto comenta que é uma “Bela explicação, comparativa, da mediação universal de Nossa Senhora.”

Apreciem:

“Por que necessitamos de María, se já temos a Jesus? Por que A chamamos mediadora ou medianeira, se São Paulo disse que Jesus é o único Mediador?

“Se eu tivesse que subir por uma ponte (Jesus) ao altíssimo céu, precisaria de um corrimão do começo ao fim: esse corrimão é Maria, cuja mediação não se acrescenta à de Jesus, senão que faz parte dela, como o corrimão faz parte da ponte. Não há concorrência. Maria não “é” o centro, mas “está” no centro.”

Miguel Ruiz Tintoré, sacerdote da diocese de Burgos, Espanha.

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