Recebi de um amigo esse trecho ilustrativo do procedimento de um santo face à uma epidemia. Exemplo que nos vem de Dom Bosco mas, ao mesmo tempo, é o procedimento próprio de almas que têm Fé, nos vinte séculos de existência da Santa Igreja.

O padre Lemoyne conta como sugeriu a Dom Bosco a fim de preservar seus “filhos espirituais” por ocasião da epidemia de cólera em Turim (1854).

Primeiro, buscar o quanto antes o estado de graça através de uma boa confissão. Usar uma medalha de Nossa Senhora e redobrar as orações diárias.

Foi o que fizemos os mais de cem adolescentes que viviam com Dom Bosco na casa da futura Congregação Salesiana de Turim.

A epidemia dizimou setenta por centro das pessoas contaminadas. Quase todas as famílias vizinhas do Oratório perderam alguns dos seus.

Quatro meses depois, terminada a doença, nenhum dos rapazes tinha sido contaminado. Mais ainda, alguns deles, devidamente aconselhados pelos superiores se ofereceram para ajudar no socorro das vítimas.

Entre os discípulos de São João Bosco estavam o bem-aventurado Miguel Rua, Luis Anfossi e outros futuros auxiliares na fundação da Congregação Salesiana.

(Padre João Batista Lemoyne, Vida de São João Bosco)

***

Quão outro seria o resultado dessa pandemia se tivesse encontrado diante de si homens virtuosos ou santos como Dom Bosco.

Como acentuou com razão o Fr. Stephen Dunn, da Arquidiocese de Glasgow, Escócia:

“O governo, em suas leis de remoção de liberdade e (fomentador do medo), disse que as igrejas deveriam ser fechadas, o povo de Deus não deveria se reunir em Sua casa e celebrar / receber os Sacramentos, o principal meio de Salvação de suas almas”, ele escreveu.

“Bispo, você é de Deus ou do mundo? Essa intimidação está acontecendo diante de seus olhos e você concorda com isso. Este é um bom pastoreio? ” (1)

Essa pergunta do Fr. Dunn também poderia ser dirigida a tantos de nossos bispos e à CNBB sempre afoita a se pronunciar contra o governo e intervir em assuntos cuja alçada é estritamente temporal, sem envolver violação de princípios morais.

 

Deixe uma resposta