Cena da gravação de um vídeo na qual o grupo terrorista nigeriano Boko Haram assume diversos atentados contra cristãos e promete ainda mais derramamento de sangue em nome do Islã. No centro da foto, o líder terrorista Abubakar Shekau também manifestou apoio aos guerrilheiros do Estado Islâmico.
Cena da gravação de um vídeo na qual o grupo terrorista nigeriano Boko Haram assume diversos atentados contra cristãos e promete ainda mais derramamento de sangue em nome do Islã. No centro da foto, o líder terrorista Abubakar Shekau também manifestou apoio aos guerrilheiros do Estado Islâmico.

A Agência católica de notícias Fides distribuiu em 20 de novembro uma nota recebida da Nigéria do Pe. Gideon Obasogie, responsável pelas comunicações sociais da diocese de Maiduguri, cujo território compreende os estados de Borno, Yobe e algumas zonas do estado de Adamawa. O Pe. Gideon faz, na referida nota, um balanço das destruições causadas pelo grupo terrorista islâmico Boko Haram naquela diocese após a tomada da cidade de Mubi.

Mais de 2.500 católicos foram mortos e 100.000 evacuados (entre estes últimos, 26 dos 46 padres que trabalham na diocese, 200 catequistas e mais de 20 religiosas); mais de 50 paróquias destruídas, algumas delas diversas vezes; 40 outras paróquias foram abandonadas e ocupadas pelo grupo terrorista; quatro dos cinco conventos existentes foram também abandonados. Ele menciona ainda o sequestro, largamente noticiado pelos jornais, de mais de 200 moças.

Todavia mais grave, um grande número de católicos foi obrigado a se converter (ou antes, a se perverter) ao islã contra a própria vontade. O sistema escolar foi destruído, principalmente porque as diversas escolas foram transformadas em centros de acolhimento dos evacuados.

O Boko Haram já conquistou até agora as seguintes 32 cidades:

No estado de Borno, Gomboru Ngalla, Bama, Gwoza, Maffa, Abadam, Askira Uba, Dikwa et Marte, para não citar senão os centros mais importantes. A capital, Maiduguri, está completemente cercada pelo Boko Haram, exceto a estrada que conduz a Damaturu. No estado de Adamawa, Madagali, Michika, Mubi, Gulak, Kaya, Shuwa, Bazza, Yaffa, Betso, Mishara, Vimtim, Muchalla, Kala’a, Maiha e Mataka. No estado de Yobe, Buni Yadi, Gujba, Gulani, Kukuwa, Bularafa, Buni Gari, Bara, Bumsa e Taltaba.

Ora, todos esses católicos africanos foram também remidos pelo sangue infinitamente precioso de Nosso Senhor Jesus Cristo e gozam a este título do inalienável direito de serem socorridos pelos seus Pastores, os quais devem estar dispostos a dar a própria vida pelas suas ovelhas. Mas não é infelizmente o que se vê, antes o contrário.

Asia-Bibi-2-222x300Vaticanistas de renome — Sandro Magister, por exemplo — têm comentado o contraste entre o silêncio da Santa Sé em relação ao direito à vida de cristãos perseguidos por muçulmanos (tome-se o caso da mãe de família paquistanesa Asia Bibi [foto], condenada à morte por ter supostamente “blasfemado” contra Maomé) e a sua loquacidade quando se trata de defender direitos menos fundamentais, como o de acolher imigrantes africanos ilegais que chegam de barco à Europa. Quando não, oh dor!, de apoiar grupos revolucionários de inspiração marxista, negadores dos direitos mais básicos e desejosos de destruir a ordem socioeconômica vigente.

Foi o que aconteceu entre os dias 27 e 29 de outubro p.p. no Vaticano, por ocasião do Encontro dos Movimentos Sociais promovido pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz e pela Pontifícia Academia de Ciências. O evento [foto abaixo], que reuniu 150 militantes de 80 países, contou com o apoio do Papa Francisco, que o prestigiou com sua presença e com fogosas palavras de encorajamento. O expoente máximo brasileiro, que fez uso da palavra, foi o conhecido agitador marxista João Pedro Stédile, que não titubeou em declarar depois que o discurso do Papa havia sido mais esquerdista do que o dele. A prestigiosa revista Catolicismo publicará na sua edição de dezembro uma ampla reportagem sobre o assunto.

Movimentos-populares-Vaticano-5

Diante do quadro apocalíptico dos católicos nigerianos acima descrito (2.500 mortos, 100.000 evacuados, 34 cidades tomadas etc.), o momento não seria mais oportuno para que, em vez de receber agitadores marxistas e apoiar a sua revolução social e global contra o modelo capitalista e a propriedade privada, alguém como o cardeal Peter Turkson (oriundo ele próprio do continente negro e presidente da Pontifícia Comissão Justiça e Paz), lançasse, e pedisse ao Pastor Supremo que também o fizesse, um firme apelo aos chefes de Estado e às diferentes entidades e personalidades do mundo inteiro em favor de uma cruzada em defesa desses católicos desvalidos.

Mas as mentes de nossos supremos dirigentes espirituais parecem estar bem distantes desta e de outras medidas visando à preservação dos nossos mais elementares valores. Cumpre neste sentido lembrar que no início do mesmo mês de outubro, durante o Sínodo dos Bispos sobre a família realizado em Roma sob os auspícios do Papa Francisco, tentou-se mudar a doutrina perene de Nosso Senhor Jesus Cristo em relação ao homossexualismo e ao adultério. Ao saber disso, um bispo africano literalmente chorou, dizendo que mal podia imaginar a dimensão do desastre que essa eventual mudança causaria nos católicos da África.

E tinha sobradas razões para chorar. Como a têm, diante da desolação suprema que grassa na Santa Igreja, todos os católicos dignos deste nome. Estes devem chorar como esse prelado africano chorou e como deveriam chorar todos os prelados, sacerdotes e religiosos diante do silêncio que paira sobre a perseguição anticatólica e o apoio que é dado a movimentos marxistas. E pedir, confiantes, a urgente intervenção a um só tempo misericordiosa e justiceira de Deus.

Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

A Ação Jovem do IPCO está promovendo uma campanha nacional de abaixo-assinados que serão enviados para o Presidente Michel Temer pedindo a exclusão da satânica "Ideologia de Gênero" da Base Nacional Comum Curricular - BNCC.

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10 COMENTÁRIOS

  1. Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas naquela época e nesses últimos 15 anos contabiliza-se quase 25.000 ataques islâmicos.

    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que são cristãos disfarçados a confundir a opinião pública?

    Além de mentirosa e ridícula, essa mania de isentar o islamismo da sua responsabilidade é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã por toda parte. Seria mais digno e eficiente dizer: “Resolvam logo isso entre vocês. A construção de mesquitas, madraças, centros culturais e a difusão da sua crença estarão suspensas no Ocidente até que se mostre, na prática, uma solução confiável e duradoura para esse confronto”.

    Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência com o perfil desses ataques e organizações. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si ao tentar impor seu ponto de vista.

    O cristianismo já passou por essa fase. Felizmente, a abnegação dos pensadores ocidentais, de todas as épocas, e o iluminismo, na busca constante do aperfeiçoamento, nos ensinou a arte da persistência, pois o pensamento não tem ponto final. Não nos vieram de graça a liberdade de pensamento e expressão que ora desfrutamos. Custou-nos muitas dores, sangue e lágrimas em nossa construção. Devemos muito a memória daqueles que fizeram por onde.

     
  2. O Islamismo é uma ideologia fortemente política, envernizada de religião, de origem pagã, de um idem ente humano implacável guerreiro chamado Maomé, fundada em 622 DC, em nada ele se distingue de Stálin, Pol Pot, Mao, Fidel Castro, etc., pois esses também seguem a mesma religião da intolerancia e morte aos opositores, tais quais os muçulmanos.
    O Islã adora um deus que de fato é a deusa da lua, Al Ilah ou Alah que era a “protetora” da tribo de Maomé, e foi escolhida entre as 360 deuses da Caaba depois de uma “purificação” procedida por Maomé, sendo que tal qual a seita comunista do fuzil, outrora era a de Maomé com as 2 espadas na bandeira: morte aos cristãos e judeus que não se curvassem à deusa Alah!
    A recordação da deusa Alah está no alto do topo das mesquitas sob a forma de quarto crescente e nas bandeiras, ambulâncias, o crescente vermelho.
    Alah é do mesmo naipe de Moloc Baal etc., e o Corão antes de mais nada é um livro de ódio aos opositores, inculcadas suas ideologias assassinas desde as crianças!
    O Alcorão foi escrito por Maomé no estilo do AT hebraico: o livro apresenta um “Deus” da guerra, vingativo, proferindo muitas maldições a quem não vive de acordo com sua doutrina – os infiéis – é pró lei de talião, incentiva a violência contra mulheres, permite a escravidão e contém ameaças constantes ao fogo eterno do inferno aos desobedientes.
    Pior: não pode questionar o Alcorão: recomenda-se a agressão e a guerra contra quem se insurgir contra ele, considera blasfêmia não reconhecer o livro como sagrado e prescreve sérios castigos para quem criticar o “profeta” Maomé, uma ideologia “Politicamente correta”.
    Os infieis, os descrentes nele são considerados ameaças e colocados na condição de “piores criaturas”.
    Aliás, ameaças ao inferno estão presentes em quase todos os 114 capítulos – suratas – do livro e interpelações à doutrina e a seus “sacerdotes” – mullahs e imãs – são terminantemente proibidas como pecados graves e passíveis da ira de “Deus”.
    O Alcorão é não apenas um manual de regulação da conduta, mas também da vida social e política e se expandiu pela violência da espada tão somente, e aos poucos contamina o mundo com dinheiro de investimento de petrodólares noutros países.
    Citações do Alcorão de ódio a judeus e cristãos e à fé:
    “Sabei que aqueles que contrariam Alá e seu mensageiro¹ serão exterminados, como o foram os seus antepassados; por isso nós lhes enviamos lúcidos versículos e, aqueles que os negarem, sofrerão um afrontoso castigo”. Surata 58,5.
    “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos”. Surata 5,51″.
    Ó adeptos do Livro, não exagereis em vossa religião e não digais de Deus senão a verdade. O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Deus e Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Deus e em Seus mensageiros e digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião.” Alcorão, Surata 4,171.
    Eis a “religião da paz” como alguns preferem considerar…

     
  3. durante o Sínodo dos Bispos sobre a família realizado em Roma sob os auspícios do Papa Francisco, tentou-se mudar a doutrina perene de Nosso Senhor Jesus Cristo em relação ao homossexualismo e ao adultério. Ao saber disso, um bispo africano literalmente chorou, dizendo que mal podia imaginar a dimensão do desastre que essa eventual mudança causaria nos católicos da África.

    Parece uma cópia do que está acontecendo no Brasil, a doutrina do PT implantada na Igreja católica, tornar o socialismo, o pensamento dominante da sociedade, mediante uma revolução na moral vigente, o “quanto pior melhor” como ferramenta para alcançar este objetivo.
    Mas a Igreja católica é muito frágil, para desmoronar, implodir a partir de suas bases, bastaria o Papa adotar uma medida:”acabar com o celibato clerical” teríamos então os sacerdotes tendo que se dedicar a uma segunda atividade para sustentar a família, ficando o altar em segundo plano, ou sustentar a família a partir do altar, ambas as situações, uma pior que a outra, teremos uma outra Igreja, uma outra coisa, uma mistura de
    fé com empreendimento comercial!
    Quando isto acontecer, e não é difícil acontecer, se acontecer, a CNBB dará incondicional apoio, então não será só o Bispo africano que irá chorar, haverá um cortejo de lágrimas, onde muita gente vai participar! Mas haverá um movimento de apoio dos socialistas/esquerdistas do mundo inteiro!

     
  4. Procurem no GOOGLE “Lei islâmica”, lá mostra toda verdade do Islamismo, e sua convivência com os cristãos. Parece ter sido escrito por quem conhece profundamente o Islamismo.

     
  5. Fico imaginando a dor a tomar conta do Imaculado Coração de Maria, conforme aquela famosa previsão de Simeão: “uma espada de dor atravessará o seu coração”…. mas, muito mais do que acabar vendo Seu Filho humilhado, desprezado, torturado e morto crucificado, nem sei se a alegria pela Ressurreição, o triunfo sobre a morte, etc. tiveram o poder de retirar aquela espada do coração que permanece cada vez mais encravada, vendo o que se passa na Nave de Pedro, representantes de Seu Filho aqui na terra…. certo que a Instituição jamais será pervertida, mas os homens…. é de perder o respeito totalmente por eles. Esperar um são Pio X e dar de cara com a Chiquita Bacana, é de morrer de tristeza.

     
  6. Há um ditado : “Dize-me com quem andas, e dir-te-ei quem és”.
    Podemos glosá-lo com outro : ” Diz-me de tuas escolhas e dir-te-ei quem és”.

     
  7. Esse terrorismo deve ser combatido !!…e se em Nossa Fé Católica que é o alicerce firme do Cristianismo estão tentando minar definitivamente nossos princípios para impor a barbárie e a destruição, acredito que os Ministros e Pastores da Igreja Católica devem-se manifestar de forma clara e precisa para ser condicentes com a guia e exemplo que devem primar nas suas encíclicas.
    O que está se vendo é uma grande omissão lamentavelmente perante coisas que são aviltantes para a humanidade e a suposta busca pela PAZ e a UNIÃO, no mundo. Que DEUS ilumine sabiamente a mente dos condutores da Fé Católica, que saiam do letargo e abandonem essa inercia que contribui indiretamente com os crimes que estão cometendo invocando a Alá (DEUS).

     
  8. #FranciscoNãoMeRepresenta!

    Francisco cometeu heresia ao rezar em direção a Meca na mesquita turca, já não basta o absurdo sobre sua exortação aos neocomunistas dos movimentos ‘populares’, agora acenou para religião do anticristo, já que em referência ao 1 João 2, 22, o Islão nega que Jesus é Deus e Filho, Francisco ofendeu os mártires pela Jihad em desde Maomé até hoje.

    E a História revela que Maomé era um carniceiro e (até pedófilo: se ‘casou’ com Aisha quando ela tinha apenas nove anos.) A doutrina do Islão é implantar a Sharia no mundo e a Jihad é seu principal meio. Alguns trechos do Alcorão:

    4:101 “… os incrédulos; em verdade, eles são vossos inimigos declarados”.

    4:74,76 “Que combatam pela causa de Deus aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Deus, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa. Os fiéis combatem pela causa de Deus; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil”.

    4:89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.

    5:54 “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos”.

    O islamismo não é da paz:

    Queremos lembrar ao leitor que só vamos usar os escritos mais antigos, autoritários e de origem Islâmica em apoio à nossa tese. A primeira biografia do profeta Mohamed foi escrita por Ibn Ishaq, no segundo século da era Islâmica e mais tarde foi editado por Ibn Hisham, no terceiro século. Este trabalho foi traduzido para o Inglês sob o título A vida de Muhammad, por A. Guillaume e publicado pela Oxford University Press em 1955. Os relatos a seguir são alguns dos ditos e ações do profeta Mohamed e de seus companheiros íntimos encontrados nesta biografia.

    O primeiro da série de assassinatos que o profeta ordenou foi o de um velho Judeu chamado Ibnu’l-Ashraf. Seu crime foi escrever poesia contra os Muçulmanos. “O apóstolo disse: ‘Quem vai me livrar de Ibnu’l-Ashraf?”. Um de seus seguidores se ofereceu e disse: “Vou cuidar dele para você, Ó apóstolo de Deus, eu vou matá-lo”. E o profeta respondeu dizendo: “Faça isso, se você puder”. O profeta também explicitamente deu a seus assassinos permissão para mentir e usar de artimanhas para realizar sua missão. O registro continua a descrever como os seguidores do profeta enganaram o velho fora de sua casa no meio da noite e o atacaram com espadas e punhais, assassinando-o brutalmente. Depois de completar sua missão, os seguidores retornaram relatando ao profeta que “haviam matado o inimigo de Deus”. O autor conclui este incidente escrevendo: “Nosso ataque contra o inimigo de Deus lançou terror sobre os Judeus, e não houve Judeu em Medina que não temesse por sua vida” (pg. 367-368).

    Em outro famoso incidente com o povo Judeu, depois de já ter expulsado duas tribos Judaicas da cidade de Medina, o profeta orquestrou a execução de todos os machos adultos da ultima tribo de Judeus da cidade e a tomou todos os bens, as mulheres e crianças. As fontes Muçulmanas dizem que o número de Judeus foram decapitados em um dia foi entre 600 a 900 (P. 464).

    Fonte: http://www.answering-islam.org/portugues/terrorismo/islaviolencia.html

    Bento XVI que me representa! Francisco deveria ser excomungado!

    Aparição de La Sallete, reconhecido pela Igreja avisou, todo católico não é obrigado acreditar, mas eu acredito:

    “Roma perderá sua fé e se tornará sede do Anticristo.

    Os demônios do ar, junto com o Anticristo, farão grandes prodígios na terra e nos ares. E os homens se perverterão cada vez mais. Deus tomará sob seus cuidados os fiéis servidores e os homens de boa vontade, o Evangelho será pregado por toda parte, todos os povos e todas as nações terão conhecimento da verdade.”

    http://aparicaodelasalette.blogspot.com.br/p/o-segredo-de-la-salette-completo-em.html

     

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