O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira registra com alegria a presença, durante a última e decisiva votação sobre a Ideologia de Gênero no PME de São Paulo, de Dom Carlos Lema Garcia, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo e Vigário Episcopal do Vicariato para a Educação e a Universidade.

Também importa ressaltar a ação de Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo da Diocese de Campo Limpo, que mandou padres da diocese e o padre-representante dele, os quais fizeram uma sadia pressão junto ao Ver. Donato (PT), cobrando posicionamentos contra o “gênero”.

Envie sua mensagem de agradecimento pelos e-mails abaixo:

Dom Carlos Lema Garcia
vicariatoeducacaouniversidade@gmail.com

Dom Luiz Antônio Guedes
comunicacao@diocesedecampolimpo.org.br

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Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

A Ação Jovem do IPCO está promovendo uma campanha nacional de abaixo-assinados que serão enviados para o Presidente Michel Temer pedindo a exclusão da satânica "Ideologia de Gênero" da Base Nacional Comum Curricular - BNCC.

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14 COMENTÁRIOS

  1. Viva Deus e Nossa Senhora !! e para bens aos HOMENS de boa vontade que com suas mentes SADIAS levaram essa força que vem de DEUS para frear outro desmando grave e ardiloso que visava destruir o futuro das crianças e as estruturas da família, com deslavada “ideologia” emanada de mentes perversas e atrofiadas. VADE RETRO SATANAS !!

     
  2. É com grande alegria que eu junto com a maioria dos brasileiros, venho por meio desta, manifestar o meu agradecimento aos Excelentíssimos Bispos: Dom Carlos Lema Garcia e Dom Luiz Antônio Guedes que foram fundamentais na pressão contra a Ideologia de Gênero do Plano Nacional de Educação na Cidade de São Paulo com votação em 25/08/2015 e que resultou na vitória pela não inclusão do termo “gênero” no plano de educação nacional.
    Mais uma vitória com a Graça de Deus, e a pressão de católicos, evangélicos e brasileiros comprometidos com o futuro das crianças brasileiras!
    Parabéns para todos nós.

     
  3. Excelentíssimo
    Dom Carlos Lema Garcia
    vicariatoeducacaouniversidade@gmail.com

    Agradeço encarecidamente por sua atuação na votação do Plano Municipal de Educação para a eliminação da ideologia de gênero em tal plano. Ideologia essa que é um verdadeiro câncer moral (ou, melhor, imoral) a corroer nossas famílias e por conseguinte o nosso Brasil.

    Que Nossa Senhora Aparecida os recompense e os proteja.

    Atenciosamente
    em Cristo e Maria
    Candido Santo Borsato

     
  4. Fiquei extremamente contente com a atuação dos bispos com relação à famigerada ideologia de gênero, mas minha alegria durou pouco, pois me deparei com a notícia do apoio indireto do Papa Francisco ao PLANO GENDER.
    Eis a notícia:
    O Papa Francisco escreveu uma carta de apoio à autora de um livro infantil que aborda as relações sexuais. Segundo o jornal britânico The Guardian, a atitude foi tomada após o livro “Piccolo Uovo” (Pequeno Ovo), escrito por Francesca Pardi, enfrentar resistência e proibições na Itália. A obra utiliza animais para tornar os relacionamentos homoafetivos e as novas famílias de forma mais didática. Há famílias de pinguins gays, de coelhas lésbicas e um hipopótamo fêmea que é mãe solteira, por exemplo. Há também histórias como o casamento de cães de diferentes raças. O prefeito de Veneza, o conservador Luigi Brugnaro, contudo, proibiu que o livro e impediu que ele fosse utilizado nas escolas. Como reação, outros 250 escritores italianos pediram que seus livros fossem retirados das listas escolares e Pardi enviou sua coleção ao Papa, pedindo apoio. “Temos respeito pelos católicos (…). Por que não podemos ter a hierarquia da igreja nos apoiando?”, disse ela em carta. De acordo com o The Guardian, em resposta, um alto funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano respondeu que “Sua Santidade está agradecida pelo gesto e pelos sentimentos que evocou, sempre esperando por uma atividade cada vez mais frutífera ao serviço das novas gerações e à propagação de valores humanos e cristãos genuínos”.
    http://www.bahianoticias.com.br/noticia/177944-vaticano-escreve-carta-de-apoio-a-livro-infantil-a-favor-de-homossexuais.html

     
    • Sem desejarmos responder diretamente seus questionamentos podemos tomar exemplos da História da Igreja passados e adequa-los aos momentos presentes numa tentativa de sermos verdadeiros e autênticos católicos. Abaixo apresento um aspecto da vida de São Teodoro:

      São Teodoro Studita e o “Sínodo do adultério”

      Roberto de Mattei

      Com o nome de “Sínodo do adultério”, entrou para a História da Igreja uma assembleia de bispos que no século IX quis aprovar a prática do segundo casamento após o repúdio da esposa legítima. São Teodoro Studita (759-826) foi um dos que mais vigorosamente se lhe opuseram, sendo por isso perseguido, preso e exilado três vezes.

      Tudo começou em janeiro de 795, quando o imperador romano do Oriente (basileus) Constantino VI (771-797) encerrou sua esposa Maria de Armenia em um convento e iniciou uma união ilícita com Teodota, dama de honra de sua mãe Irene. Poucos meses depois, o imperador fez proclamar Teodota “augusta”, mas não tendo conseguido convencer o patriarca Tarasius (730-806) a celebrar o novo casamento, encontrou finalmente um ministro complacente no hegúmeno José, abade do mosteiro de Kathara, na ilha de Itaca, que abençoou oficialmente a união adúltera.

      Nascido no ano de 759 em Constantinopla, São Teodoro era então monge no mosteiro de Sakkudion, na Bitinia, cujo abade era seu tio Platão, também venerado como santo. O injusto divórcio produziu – informa ele numa carta – uma profunda comoção em todo o povo cristão: concussus est mundus (… Ep II, n 181, PG, 99, coll 1559-1560CD), o que o levou a protestar energicamente com São Platão em nome da indissolubilidade do vínculo.

      O imperador deve ser considerado adúltero – escreveu – e, portanto, o hegúmeno José deve ser considerado gravemente culposo, por ter abençoado adúlteros e os ter admitido à Eucaristia. “Coroando o adultério” o hegúmeno José se opôs ao ensinamento de Cristo e violou a Lei de Deus, asseverou (Ep. I, 32, PG 99, coll. 1015/1061C). Para Teodoro, também o patriarca Tarasius deveria ser condenado, pois embora não tivesse endossado o novo casamento, havia se mostrado tolerante, evitando excomungar o imperador e punir o padre José.

      Essa atitude era típica de um setor da Igreja do Oriente, que proclamava a indissolubilidade do matrimônio, mas na prática mostrava uma certa submissão em relação ao poder imperial, semeando confusão nas pessoas e provocando o protesto dos católicos mais fervorosos. Baseando-se nos escritos de São Basílio, Teodoro alegou o direito dos súditos de denunciar os erros do próprio superior (Epist. I, n. 5, PG, 99, coll. 923-924, 925-926D), e os monges de Sakkudion romperam a comunhão com o patriarca, por sua cumplicidade com o divórcio do imperador. Estourou assim a chamada “questão moicheiana” (de moicheia = adultério), que colocou Teodoro em conflito não só com o governo imperial, mas com os próprios patriarcas de Constantinopla.

      Este é um episódio pouco conhecido, sobre o qual o Prof. Dante Gemmiti levantou o véu alguns anos atrás, numa cuidadosa reconstrução histórica baseada em fontes gregas e latinas (Teodoro Studite e la questioni moicheiana, LER, Marigliano 1993), confirmando como no primeiro milênio a disciplina eclesiástica da Igreja do Oriente ainda respeitava o princípio da indissolubilidade casamento.

      Em setembro de 796, Platão e Teodoro, com um certo número de monges do Sakkudion, foram presos, internados e depois exilados a Tessalônica, onde chegaram em 25 de março de 797. Em Constantinopla, no entanto, o povo julgava Constantino um pecador que continuava a dar escândalo público e, alentado pelo exemplo de Platão e Teodoro, aumentava sua oposição a cada dia.

      O exílio durou pouco, porque o jovem Constantino, na sequência de uma conspiração de palácio, foi cegado pela mãe, que assumiu sozinha o governo do império. Irene chamou de volta os exilados, que se mudaram para o mosteiro urbano de Studios, juntamente com a maioria da comunidade de monges de Sakkudion. Teodoro e Platão se reconciliaram com o patriarca Tarasio que, após a chegada de Irene ao poder, havia condenado publicamente Constantino e o hegúmeno Joseph pelo divórcio imperial.

      O reinado de Irene foi breve. Em 31 de outubro de 802, um de seus ministros, Nicéforo, depois de uma revolta palaciana, proclamou-se imperador. Quando pouco depois morreu Tarasio, o novo basileus fez eleger Patriarca de Constantinopla um alto oficial imperial também chamado Nicéforo (758-828). Em um sínodo convocado e presidido por ele, em meados do 806, Nicéforo reintegrou em seu ofício o hegúmeno José, deposto por Tarasio. Teodoro, que se tornara chefe da comunidade monástica de Studios após Platão se retirar para a vida de recluso, protestou energicamente contra a reabilitação do hegúmeno José, e quando este último recomeçou a exercer o ministério sacerdotal, rompeu a comunhão com o novo patriarca.

      A reação não tardou. Studios foi ocupado militarmente, Platão, Teodoro e seu irmão José, Arcebispo de Tessalônica, foram presos, condenados e exilados. Em 808 o imperador convocou outro sínodo, que se reuniu em janeiro de 809. Foi essa assembléia sinodal que, em uma carta de 809 ao monge Arsenio, Teodoro definiu como “moechosynodus”, ou seja, o “Sínodo do adultério” (Ep. I, . 38, PG 99, coll. 1041-1042c). O Sínodo dos Bispos reconheceu a legitimidade do segundo casamento de Constantino, confirmou a reabilitação do hegúmeno José e anatematizou Teodoro, Platão e seu irmão José, que foi deposto de seu cargo de Arcebispo de Tessalônica.

      Para justificar o divórcio do imperador, o Sínodo utilizava o princípio da “economia dos santos” (tolerância na práxis). Mas para Teodoro nenhum motivo podia justificar a transgressão de uma lei divina. Baseado nos ensinamentos de São Basílio, de São Gregório Nazianzeno e de São João Crisóstomo, ele declarou privada de fundamento bíblico a disciplina da “economia dos santos”, segundo a qual em algumas circunstâncias se podia fazer o mal em nome da tolerância para um mal menor – como neste caso do casamento adúltero do imperador.

      Poucos anos depois morreu o imperador Nicéforo, na guerra contra os búlgaros (25 de Julho 811), subindo ao trono outro funcionário imperial, Miguel I. O novo basileus chamou Teodoro de volta do exílio, tornando-o um de seus mais escutados conselheiros. Mas a paz durou pouco. No verão de 813, os búlgaros infligiram uma gravíssima derrota a Miguel I em Adrianópolis, e o exército proclamou imperador o chefe dos anatólios, Leão V, conhecido como “o Armênio” (775-820). Quando Leão depôs o patriarca Nicéforo e condenou o culto às imagens, Teodoro assumiu a liderança da resistência contra a iconoclastia. Teodoro de fato se destacou na História da Igreja não somente como adversário do “Sínodo do adultério”, mas também como um dos grandes defensores das imagens sagradas durante a segunda fase da crise iconoclasta.

      Assim, no Domingo de Ramos de 815, foi possível assistir a uma procissão dos mil monges de Studios dentro de seu mosteiro, mas bem visíveis, portando os ícones sagrados e cantando solenes aclamações em sua honra. A procissão dos monges de Studios provocou a reação da polícia. Entre 815 e 821, Teodoro foi açoitado, preso e exilado em vários lugares da Ásia Menor. Finalmente pôde voltar a Constantinopla, mas não ao seu próprio mosteiro. Então ele se estabeleceu com seus monges no outro lado do Bósforo, em Prinkipo, onde morreu em 11 de novembro 826.

      O “non licet” (Mt 14, 3-11) que São João Batista opôs ao tetrarca Herodes pelo seu adultério, soou várias vezes na História da Igreja. São Teodoro Studita, um simples religioso que ousou desafiar o poder imperial e as hierarquias eclesiásticas da época, pode ser considerado um dos patronos celestes daqueles que, ainda hoje, em face das ameaças de mudança da prática católica sobre o casamento, têm a coragem de repetir um inflexível non licet.

       
  5. Foi reconfortante para nós, independente de qualquer crença, a atitude corajosa dos senhores religiosos, que atuaram com denodo para impedir que essa loucura, totalmente insana, fosse aprovada.
    Nossos agradecimentos.

     
  6. Fica aqui o meu agradecimento a todos os Bispos, pastores, que contribuíram para a falência deste projeto de ideologia de gênero, a todos que deram o sangue para que fosse vencida essa luta. Agradeço os vereadores pelo desempenho pra que tudo desse certo. Família nosso bem maior.

     
  7. Aos Reverendíssimos Bispos que corajposamente enfrentaram os desnudos de caráter para combater e derrotar a implantação da ideologia de gênero, nossos sinceros agradecimentos. Somos católicos e queremos ver sempre viva a família cristã como Deus criou. Que o nosso Deus os abençoe com todas as suas graças.

     
  8. Que JESUS sempre conduza os corações de cada um do povo brasileiro, em especial de nossos padres, bispos, etc…, para que continuem a luta contra essa NEFASTA IDEOLOGIA DE GENERO

     
  9. Obrigado Dom Carlos Lema Garcia e Dom Luiz Antônio Guedes por sua presença e valiosos esforços empreendidos em favor da Família…em favor de nossos Filhos e Netos quando no dia 25 de agosto de 2015, em uma extraordinária mobilização “CONSEGUIMOS A DERROTA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO EM SÃO PAULO. Suplico a Nosso Senhor e à Virgem Mãe Aparecida, copiosas bênçãos para os senhores, suas dioceses e paróquias BEM COMO para todos os membros do clero e fiéis que tão bem corresponderam aos seus compromissos Batismais; que tão bem se comportaram como Verdadeiros Católicos no passado Dia do Soldado.Todos foram pois (fomos pois) verdadeiros SOLDADOS DE CRISTO!
    Deus seja louvado e bendito! https://www.youtube.com/watch?v=dGbTXWHb28E

     
  10. Merecem nossa apreciação e respeito todos os sacerdotes católicos e pastores evangêlicos que
    atuaram na empreitada de salvaguardar os sagrados fundamentos do “Gênero Humano”, conscientizando e influenciando para o bem a derrota da imposição da “ideologia do gênero”.

    A Câmara de São Paulo, por seus nobres e lúcidos vereadores, honraram a memória do fundador da Cidade, educador e Santo Padre Anchieta, sepultando a sociopatológica proposta de ensino para o desfibramento do caráter das novas gerações desde tenra idade.

    Nossas congratulações a todos os religiosos e Igrejas que atuaram na campanha moral.

     
  11. gostaria de parabenizar a todos que auxiliaram de todas as maneiras possíveis e impossíveis os bispo de nosso país, nesta campanha. espero sinceramente que DEUS e Nossa SENHORA continue sempre a auxiliar esses homens de DEUS.

     

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