Epifania e Fátima: aplicação a nossos dias

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A estrela para os Reis Magos foi Nosso Senhor, para nós será Fátima

Hoje, aos pés da Igreja humilhada, Nossa Senhora quis que, embora poucos, os verdadeiros católicos representássemos a fidelidade das gerações passadas, presentes e futuras

“E nós podemos perguntar se desta verdade se pode tirar algo de aplicável para nós. Nós também somos poucos, também representamos uma minoria muito pequena e de tal maneira comprimida que quando nos sentimos muitos – mas muitos não no sentido de massa da população – mas muitos apenas em relação ao âmbito normal das relações de um homem, nós já nos sentimos espantados, de tal maneira é antinatural na época de hoje que sejamos numerosos.

“Entretanto, representamos o dever da fidelidade; e aos pés da Igreja perseguida, aos pés da Igreja humilhada, aos pés da Igreja lançada, na pior das confusões de sua história, Nossa Senhora quis que representássemos a fidelidade, a pureza, a ortodoxia, a intrepidez, o espírito de iniciativa, de ataque, de ação, no momento em que tudo deveria falar  em recuo, em transigência, em  fuga.

“E sentimos a necessidade dessa nossa representação nesse ato,  em face da representação dos Reis Magos diante do Menino Jesus. A doutrina da representação nos deve alentar. Peçamos aos Reis Magos que orem por nós – porque certamente estão no Céu junto a Deus – para que tenhamos uma das muitas formas de coragem que nos são pedidas e que devemos ter, a coragem de sermos sós como eles eram; sós no mundo pagão, mas à espera da estrela, à espera da hora de Deus, para cumprir Sua vontade quando ela se apresentasse, e cumpri-la com toda a fidelidade e pontualidade, na hora em que se apresentar.

“A hora, para eles, foi consoladora: foi a hora em que o Menino Jesus nasceu. A hora, para nós, deve ser a hora da plena realização dos acontecimentos previstos por Nossa Senhora em Fátima; mas, de qualquer maneira, chegará para nós um momento muito preciso em que uma estrela nos dirá que a hora esperada chegou. Não será uma estrela exterior, mas será uma voz interior. Será uma convicção de que os tempos se consumaram, que a hora felizmente chegou. Devemos nos preparar para essa hora, para sermos modelos de exatidão e fidelidade como foram os Reis Magos, sendo agora modelos de fidelidade no isolamento.”

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