untitled-1Uma frase pichada no banheiro feminino da FMU, uma faculdade no bairro da Liberdade, em S. Paulo, diz: ‘Respeite o espaço das mulheres. Macho de saia, não“. As alunas escreveram isso como recado para um transexual que existe lá. Elas estão revoltadas porque o homem, travestido de mulher, está usando o banheiro feminino.[i]

Numa postagem no facebook, uma aluna desabafou: “Agora eu sou homofóbica por achar um absurdo que queiram me obrigar a aceitar que homens que acham que são mulheres, sei lá por qual loucura, têm o DIREITO de usar o mesmo banheiro que eu! E eu que sou a louca que não entende nada, coisa bizarra...” E outra aluna acrescentou: “Aconteceu comigo também, quando falei da possibilidade de um estupro, quase me enforcaram.

Esta confusão está acontecendo porque em março de 2015 foi publicada uma resolução de um órgão da Secretaria de Direitos Humanos em defesa dos homossexuais, lésbicas, travestis etc… a lista é quase infinita. Tal resolução dizia que o aluno “transgênero” poderá escolher se vai usar banheiro masculino ou feminino, bem como o tipo de uniforme (masculino ou feminino) de acordo com o “gênero” escolhido.[ii]

A vice-presidente do referido órgão, Samanda Alves, reconhece que essa resolução não tem força de lei e se queixa que “ainda não existe no Congresso Nacional um marco regulatório que dialogue com anseios da população LGBT“. E, quase querendo se consolar, acrescenta: “15 conselhos estaduais de educação já soltaram resoluções neste sentido“.

wpid-167_4817_6961À primeira vista, essa questão dos banheiros parece uma discussão banal dentro de uma faculdade qualquer. Contudo, trata-se de mais um capítulo da famigerada ideologia de gênero. Primeiro, quiseram destruir a ordem natural posta por Deus na Terra quando criou o homem e a mulher. Essa ideologia quer criar um ser quase assexuado, de maneira igualitária. Agora, querem destruir a distinção entre os dois sexos fazendo com que seja natural o uso de banheiros únicos por pessoas de ambos os sexos ou por aqueles que se identificam de forma diferente. Não haveria mais as palavras “homens” e “mulheres” nas portas dos banheiros, mas um símbolo qualquer que represente os mais de 50 “gêneros” que o Facebook diz que existem. Desta forma, quebram-se tudo aquilo que chamam de “tabu” e de modo especial a palavra pudor.

 Isto é o reino da loucura ou, talvez, do demônio que se vai implantando.

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[i] http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/11/aluna-trans-diz-sofrer-preconceito-ao-usar-banheiro-feminino-em-faculdade.html

[ii] http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/03/aluno-transgenero-podera-escolher-o-banheiro-e-o-tipo-de-uniforme-escolar.html

1 COMENTÁRIO

  1. En Costa Rica en la U de Costa Rica con complicidad de las autoridades unioversitarias pasiva y tendencialmente activa se esta celebrando una semana de “la diversidad” :
    1. Seudo arte gay (lgtb)
    2. Charlas, conferencias, mesas redondas anti vida , familia, pro aborto y pro gay
    3. Propuestas de baños mixtos.
    4. PROPUESTA de conceder a todo tipo de prostitucion configuracion de carrera profesional.
    Y NADIE ,con salva excepcio, se MANIFIESTA en contra… AVE MARIA SALVANOS-

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