Notícia de G1, Novo presidente da Capes gera polêmica ao defender criacionismo –– evidencia, mais uma vez, o dogmatismo intolerante com que certa midia trata de assuntos que não passam de hipóteses (no caso, a evolução), impondo seu ponto de vista  como se fosse tese provada pela Ciência.

Qual o grande “pecado” do Prof. Benedito Guimarães Aguiar Neto?  O Ex-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP), disse num evento: ‘Queremos colocar um contraponto à Teoria da Evolução’. (*)

A teoria da Evolução é, portanto, nas tubas da midia, uma verdade fé, dogma declarado (sem provas convincentes), que não permite nem sequer “um contraponto”.

Publicamos um trecho de aula do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre esse momentoso tema.

A origem da vida: criada por Deus

 

“O problema da origem do gênero humano foi largamente debatido no século passado (século XIX), e consiste em saber como apareceu o homem. Se não admitimos que ele se originou na evolução de seres de escala inferior, será difícil, senão impossível, recusar a versão bíblica, segundo a qual foi ele criado por Deus.

Primeiro fracasso dos evolucionistas: a geração espontânea

“A origem do gênero humano se relaciona com a origem da vida, e mais remotamente com a própria origem dos seres inanimados. Com o intuito de combater os argumentos que demonstram a existência de Deus, originou-se a doutrina da geração espontânea, segundo a qual da matéria inerte pode originar-se a vida. Fracassada a teoria da geração espontânea, em virtude das experiências de Pasteur, caiu em descrédito completo a hipótese de que em nossos dias se possa verificar a geração espontânea.

“Certos cientistas pretenderam então que essa geração se tenha realizado em tempos remotíssimos, quando todas as condições do globo eram diversas. Com a perfeição própria às experiências de laboratório modernos, foram criadas as mais variadas condições de temperatura, pressão, etc, sem que a matéria inerte tenha adquirido vida.

“Acresce que, evidentemente, para se calcular o tempo necessário para a primeira célula viva evoluir e se transformar numa planta, por exemplo, seria necessário um número muito grande de séculos. E é positivo que a esse tempo a vida não seria possível no universo, dadas as condições então existentes. Sentindo pois a inviabilidade dessa hipótese, houve evolucionistas que apelaram para a hipótese da chuva microbiana, vinda de outro planeta que por esse tempo estivesse muito próximo do nosso atual globo terrestre.

A hipótese evolucionista de Darwin, que os dogmatistas intolerantes chamam de … certeza

“Também a origem do gênero humano foi objeto de acalorada discussão no século XIX, pelas mesmas razões de ordem filosófica e religiosa que se fizeram notar no tocante à discussão do problema anterior. Foi Darwin o autor da hipótese científica segundo a qual o homem não seria senão um animal evoluído. Reduz-se a três princípios a sua doutrina:

1) Na luta pela vida as espécies animais adaptadas suprimem as outras por concorrência vital;

2) A concorrência vital produz por seleção natural a sobrevivência das espécies mais aptas;

3) A função sexual é exercida de modo a proporcionar a procriação dos tipos mais vantajosos para a espécie.

O pitecantropo que não foi encontrado

“Haeckel, aceitando com fervor a hipótese de Darwin, pretendeu que os símios fossem o antepassado do homem. E em 1873 o Congresso Francês para o Progresso da Ciência ouviu o relatório de dois cientistas, que pela primeira vez lançaram a hipótese da existência de um ser intermediário entre o homem e o símio, ao qual deram o nome de pitecantropo, o que significa homem-símio, ou seja, o ser intermediário entre o homem e o macaco.

“Dezessete anos após essa data foram encontrados indícios do primeiro ser apontado como intermediário entre o homem e o macaco. Um médico militar holandês, pertencente a uma expedição da Holanda à ilha de Java, procedeu a escavações na localidade chamada Trinil, obtendo considerável quantidade de ossos de elefantes, rinocerontes, etc. Além disso, encontrou três ossos de macaco. O primeiro, obtido em setembro de 1891, era um dente; outro dente foi encontrado em outubro do mesmo ano, a um metro do lugar em que fora achado o primeiro. Finalmente, em 1892, a 13 metros do lugar onde estivera o dente, foi encontrado um fêmur.

Uma imaginação fértil “reconstrói” o homem de Java

Estudando esses vestígios, Dubois reconstruiu todo esse “bisavô” do homem. Servido por uma imaginação fértil, não hesitou em fazer a reprodução do pitecantropo, que foi exposta com grande sucesso, dada a curiosidade popular, na famosa Exposição Mundial de Paris. A despeito da exigüidade do material obtido, Dubois havia reconstituído o pitecantropo nas mais íntimas minúcias. Entretanto, as objeções começaram a nascer.

Em 1906, uma rica viúva alemã, em memória de seu marido, resolveu ordenar novas pesquisas no local em que Dubois encontrou os ossos mencionados. Esperava ela conseguir outros ossos do mesmo ser, a fim de reconstruir com plena objetividade o homem-símio. Suas pesquisas tiveram entretanto um resultado contraditório. Em torno do pequeno monumento erigido a Dubois, no local em que foram encontrados os restos do suposto pitecantropo, foram revolvidos dez mil metros cúbicos de terra, sem que se encontrasse qualquer osso que, mesmo com boa vontade, pudesse ser atribuído ao pitecantropo, e isso apesar da grande quantidade de ossos de outra natureza ali encontrados.

A perplexidade originada por essa verificação se tornou mais aguda quando muitos cientistas, aliás propensos ao evolucionismo, chamaram a atenção geral para o fato de não serem ossos intermediários entre o homem e o macaco os que Dubois encontrou: enquanto o crânio e os dentes são tipicamente de um símio, o fêmur é de um homem. Ora, para que se considerasse como intermediário o pitecantropo, seria absolutamente necessário que em um só osso se encontrassem características simultâneas de um e outro ser.

Finalmente, autores simpáticos ao evolucionismo fizeram notar que a parte de maior progresso na evolução de símio para homem deveria ser o crânio. Mas o pitecantropo tinha um crânio tão imperfeito, que dentro dele não poderia caber em funcionamento o cérebro humano dotado de inteligência.

A rejeição da comunidade científica

A unanimidade verificada entre os cientistas contra o pitecantropo foi tal, que em 1924 o próprio Dubois, falando perante a Academia Real de Amsterdã, reconheceu que o chamado pitecantropo não passava de um símio em grau de evolução.                                                      https://www.pliniocorreadeoliveira.info/BIO_1936_%20Pre_Universit%C3%A1rio_02.htm

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  • Assim, o homem de Java, o homem de Piltdown são outras tentativas (fraudulentas) de encontrar o “elo perdido”.
  • Elo perdido, tempo perdido, em busca de provar a falsidade da Fé Católica, das Sagradas Escrituras, do Criacionismo.
  • A Evolução do Evolucionismo dará na guilhotina para os católicos que afirmam ser Deus o Autor da Criação?
  • (*) https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/01/28/novo-presidente-da-capes-gera-polemica-ao-defender-criacionismo.ghtml

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