IV Marcha Nacional contra o aborto em Brasília

Marcha contra o aborto em Brasília reúne milhares de pessoas para pedir a aprovação do Estatuto do Nascituro. A imprensa silenciou… por quê?

Realizou-se em Brasília, no dia 31 p.p., a 4ª Marcha Nacional contra o aborto, cujo tema foi: “Quero viver! Você me ajuda?”.

A manifestação teve início em frente à biblioteca pública de Brasília e percorreu cerca de três quilômetros até alcançar o Congresso Nacional. Milhares de pessoas gritavam: “Vida sim, aborto não!” ou “Queremos a aprovação do Estatuto do Nascituro!”.

E realmente, segundo os organizadores, este foi o objetivo da marcha: pedir a imediata aprovação do projeto de lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro. “Nós estamos aqui nesta marcha para procurar a aprovação do Estatuto do Nascituro e garantir os direitos dessa criança desde a sua concepção. O aborto é uma forma de violência, é um atentado à vida. Também queremos defender os direitos da mãe gestante para que a criança possa vir a nascer bem”, disse Lenice Garcia, presidente do Movimento Nacional de Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto.

Representantes do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira conversam com Dep. Salvador Zimbaldi, um dos organizadores da marcha.

A marcha contou com a presença de vários parlamentares, dentre eles o Dep. Senador Zimbaldi (PDT-SP), que ao ser perguntado sobre se a marcha teria alguma repercussão real, disse: “Não tenho a menor dúvida, ela visa chamar a atenção da sociedade para todos os projetos que atentam contra a vida”.

Os organizadores ainda ressaltam que vão entregar um abaixo assinado de mais de 50 mil assinaturas ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), pela aprovação do Estatuto do Nascituro.

Como é de costume, a mídia brasileira deu pouco destaque a essa manifestação. No principal jornal de Brasília, “Correio Braziliense”, sequer uma palavra sobre o evento foi dita. Se fosse um magote de desordeiros pedindo a aprovação do aborto ou do homossexualismo, com certeza teriam toda a cobertura midiática… será por quê?