Este ano, 52 policiais franceses tiraram suas próprias vidas, em comparação com uma média anual já alta de 42.

 Suicídio de 52 policiais importa menos do que alguns focos de incêndio?

“Perto de 27.000 policiais franceses realizaram uma “March of the Angry” (“Marche de la colère”, em francês) nas ruas de Paris nesta semana para protestar contra uma série de questões, incluindo más condições de trabalho, baixa moral, altos índices de suicídio e falta de recursos”.

Os organizadores do evento, chamado “Marche de la colère”, se referiram a ele como algo que nunca havia sido visto antes, pois acredita-se que cerca de 150.000 pessoas tenham participado da marcha em todo o país.

“A marcha marcou a primeira greve da polícia em massa na França por quase duas décadas. Os sindicatos da polícia esperam que o evento envie uma forte mensagem ao presidente francês Emmanuel Macron de que o moral está mais baixo do que nunca, com suicídios entre os profissionais que disparam rapidamente, relata o Telegraph”.

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             É perfeitamente ridículo que o presidente Macron, surfando na onda midiática, pretenda custodiar a Amazônia (da qual nada entende) enquanto em seu País, a França, um número crescente de policiais recorrem ao suicídio (por culpa do governo).

A marcha dos policiais indica as más condições de trabalho, baixa moral, altos índices de suicídio e falta de recursos”.

Por ironia, a História coloca Macron (e seu dito sobre o Brasil) no banco dos réus: A França merece um presidente à altura de seu passado e de seu futuro também.

Macron, cuide da vida de seus policiais; da Amazônia cuidamos nós.

Fonte: https://voiceofeurope.com/2019/10/27000-french-police-stage-protest-over-poor-working-conditions-increased-suicides-and-low-morale/

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