As gerações anteriores julgavam que o divórcio era uma “liberdade” e uma “conquista” a serem aproveitadas. Porém, para a geração de jovens que hoje estão se casando, e que sofreram as consequências do divórcio de pais e avós, o ideal é o oposto. “Aconteça o que acontecer, nós nunca nos divorciaremos”, é a frase que os caracteriza, escreveu Susan Gregory Thomas no livro In Spite of Everything: A Memoir (Apesar de tudo: Uma Memória). Muitos “sobreviventes” do divórcio dos pais e das crises geradas pelo adultério querem hoje poupar esse drama a seus filhos.

E, a frase “retrógrada” voltou com força: “As crianças antes de tudo”; o que também quer dizer: “Não nos divorciaremos”.

Fonte: Revista Catolicismo – Agosto 2011

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Catolicismo é uma revista mensal de cultura que, desde sua fundação, há mais de meio século, defende os valores da Civilização Cristã no Brasil. A publicação apresenta a seus leitores temas de caráter cultural, em seus mais diversos aspectos, e de atualidade, sob o prisma da doutrina católica. Teve ela inicio em janeiro de 1951, por inspiração do insigne líder católico Plinio Corrêa de Oliveira.

5 COMENTÁRIOS

  1. Meus filhos, amem com o mesmo amor que DEUS nos ama e tenham certeza, jamais haverá divórcio, senão vejamos, DEUS se divorciaria de nós?, pois ás vezes não o amamos e até o esquecemos, entenderam? Mais como ele é misericordioso, quanto menos o amamos, mais ele nos ama, tenham certeza. O que é AMAR? Se amamos por interesse, não é amar. Se amamos por prazer, não é amar.Nunca confudamos o amor do mundo com o amor de DEUS, você já sabe a diferença?Então procure e vou rezar para que encontre, pois eu já encontrei.
    Aproveitando o momento, não confudam também a riqueza do mundo com a riqueza de DEUS.Ao meu ver aquele que ama com o amor de DEUS, nem a morte os separa, pois se encontrarão na eternidade que foi para isso que DEUS nos criou. Criou para sermos Santos e para vivermos um dia a eternidade. Acreditem.

  2. Veja só, a questão é simples: Deus proibe o divórcio e ponto final.
    Contudo, mesmo se considerássemos desrespeitar a lei do bondoso Pai, não faltam motivos para repudiar o divórcio e a separação dos casais, e os maiores deles certamente são os filhos, os pais (sogro e sogra, eis que estes també sofrem), e os próprios divorciados (que em regra viram uns cacos).
    Meus pais se divorciaram e foi [traumático], com o perdão da expressão. Tenho 32 anos na cara e ainda sofro, a diferença é que agora tenho piedade para com eles porque conheci a Palavra de Deus e os perdoei, mas ainda sinto as inafastáveis consequências do divórcio (ex: gostaria de poder tomar um café na casa de meus pais, mas faço isso só com minha mãe porque meu pais está a 60 km daqui).
    Jesus os salvou, ambos aceitaram a Cristo e creio que foram perdoados, eis que não conheciam Jesus quando do divórcio, contudo ambos ainda carregam as cicatrizes e o peso da sua decisão, minha mãe próspera financeiramente mas sozinha, meu pai casou-se novamente mas sempre passando necessidades.
    Julguem como quiser, se isto for bom vai saber o que seria o ruim…

  3. A família acima de tudo, tem que pensar antes de casar e se preparar e os filhos não
    merecem pagar pelos erros dos pais pois eles não pediram para vir ao mundo, hoje a realidade é outra a família só recebe ataques e não recebe ajuda de quase ninguém e tudo,
    recai sobre os ombros da mulher, os problemas do marido e dos filhos a mulher tem que
    ser muito sábia e segurar as pontas. Viva a família tradicional e cristã e outra coisa querer
    viver em família tendo tudo do bom e do melhor é bem fácil eu quero ver viver um casamento
    com necessidades contantes e ataques constantes, tem casamento que é uma eterna dor
    de parto.

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